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Fechamento do comércio aos domingos e união de igrejas
Recentemente, meus pais estiveram visitando minha tia em Araruama (cidade do interior do Rio Janeiro), e ao andar pelo centro da cidade, eles receberam o encarte abaixo. Ao ler o conteúdo, se depararam com o revelador compromisso nº 3 do Supermercado Avi$tão. Quando vejo esses movimentos surgindo, me alegro imensamente, pois são evidências claras de que o nosso Redentor Se aproxima a passos largos.
“Este é o contexto escatológico no qual os adventistas do sétimo dia colocam o sábado. Cremos que Deus nos chamou não apenas para proclamar o que a Bíblia diz sobre o sábado, mas também a advertir o mundo sobre o conflito final que girará em torno dos mandamentos de Deus, particularmente o quarto. Segundo nossa compreensão, no fim dos tempos a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem envolverá essa controvérsia relacionada ao sábado e ao domingo. Nessa ocasião, os guardadores do sábado serão perseguidos e até mesmo martirizados por causa de sua lealdade a Deus ao observar o sétimo dia.
“Sentimo-nos compelidos a advertir o mundo sobre algo de que a maioria das pessoas não tem a menor ideia; a algo que muitos julgam inacreditável. Estamos certos de que tais eventos se acham à nossa frente” (Marvin Moore, Apocalipse 13, p. 12, 13 - CPB).
(Orlan Figueiredo)
Nota Criacionismo: No mesmo tom dessas “evidências secundárias” da proximidade do fim (porque o decreto dominical será imposto pelos Estados Unidos e o que estamos vendo agora, de forma isolada, são apenas “ensaios”), em entrevista do site EM, o deputado Marco Feliciano disse, sobre o papa Francisco: “Foi perfeita a visita dele. Ele é um jesuíta. Como disse aqui, fui católico romano e vejo nesse papa uma pessoa do bem, um evangelista por natureza. Ele também passou por dificuldades aqui, ele também sofreu pressão do mesmo grupo que me pressiona. E houve até coisas piores, pegaram imagens de santos e quebraram no meio da rua, fizeram atos obscenos, então isso mostra que tanto a Igreja Católica quanto a Igreja Evangélica têm os mesmos princípios. Podemos divergir nos dogmas, mas nos principais, na nossa base, há mais coisas que nos unem do que nos separam. Sou hoje amigo dos católicos. Não é tempo de separação, não é tempo de guerra, é tempo de união, porque se não houver uma união das igrejas hoje, dentro de 15 anos o cristianismo na América do Sul vai estar vivendo dias de quase extinção. Como ocorreu na Europa, onde a maioria dos países hoje é ateia.”
Essa união não será em torno da verdade única da Palavra de Deus. Será, sim, em benefício de uma causa conveniente a todos (família, emprego, meio ambiente). E aí daqueles que ficarem no caminho da maioria, ainda que seja para não violar a consciência!
Papa Francisco apoia encerramento do comércio ao domingo
“O presidente da Confederação Argentina das Médias Empresas (CAME), Osvaldo Cornide, saudou o Papa Francisco ontem, após a audiência geral, e entregou um documento com detalhes da campanha que promove para obter o encerramento do comércio aos domingos.
“É um assunto sobre o qual já havia trabalhado com Bergoglio, quando era arcebispo de Buenos Aires, que, naturalmente, o apoia, porque o empregado do comércio que trabalha ao domingo, que é o dia que o Senhor, não tem oportunidade de se reunir com a sua família“, disse Cornide ao La Nación após o seu encontro com Francisco no Vaticano.
“Quando eu cumprimentei o Papa, disse-lhe que nas províncias de Chaco e Pampas, as legislaturas estão a tratar do assunto, e ele disse-me: “que bom!”, porque apoia claramente o nosso projeto. Espero que a divulgação deste encontro ajude à aprovação de um projeto de lei para restabelecer o domingo como dia de descanso, reflexão e reunião dos trabalhadores com os seus laços mais próximos e queridos“, disse ele.
Cornide disse que a campanha que promove o domingo como dia de encerramento de lojas, não só tem o apoio da Igreja, mas também do setor sindical, de parlamentares de diferentes partidos e até mesmo de empresários. “Falei com o dono do supermercado Coto, que me garantiu que, se fechar tudo, ele também fecha“, disse ele.
Ainda assim, reconheceu que o grande problema são os shoppings. Se no final dos anos 80 havia apenas dois shoppings no país, no final dos anos 90, havia 48 e em 2012 havia 107 supermercados. Na área de sel-services a evolução foi semelhante: dos 8.672 estabelecimentos ativos na Argentina, 1.345 são hipermercados que representam 60% das vendas do setor, indica o documento que o presidente da CAME entregou a Francisco.
Alguns argumentam que abrir ao domingo cria mais trabalho e vende-se mais, mas são argumentos falaciosos”, disse ele. “Há 200.000 pequenas e médias empresas que obrigatoriamente tem que estar abertas aos domingos, porque os supermercados e os shoppings estão abertos, e há 300.000 empregados sem um domingo livre, com efeitos nocivos sobre a família, acrescentou.” Fonte: La Nación
[Se quiser ler na íntegra (em língua espanhola) o documento entregue ao Papa pela CAME, clique aqui]
Se o Papa Francisco apoia o encerramento das lojas ao domingo na sua terra natal, certamente que também o fará para qualquer outra parte do mundo. Diria mesmo, para o mundo inteiro…
Uma coisa é certa: vivemos tempos entusiasmantes!
Fonte: O Tempo Final
Sábado Bíblico ridicularizado em desenho americano
O diálogo acima apareceu em um dos episódios do seriado "Família Guy", exibido no final de 2012 nos EUA.
- "Eu sou metodista. Nós cremos que o Senhor é o Salvador. Nós lembramos dEle indo à igreja louvar cada domingo".
- "Eu sou adventista do 7º dia. Nós cremos o mesmo que vocês creem, mas vamos a igreja aos sábados".
- "O QUEEEEE"? [Começa então agir de maneira cômica para ridicularizar o sábado...]
(Áudio em inglês)
Fonte: Decreto Dominical
(Áudio em inglês)
Fonte: Decreto Dominical
Proposta para descanso ao domingo em Israel avança com apoio do Primeiro-ministro
'O Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu a sua aprovação tácita para experimentar a proposta do Vice-primeiro-ministro Silvan Shalom para tornar o domingo um dia sem trabalho e escola, fontes próximas de Shalom confirmaram esta quarta-feira.
Shalom tem vindo a insistir há anos na sua proposta para uma semana de trabalho mais curta, mas até há pouco tempo parecia que um comité nomeado por Netanyahu iria bloquear a iniciativa. Uma trégua política entre Netanyahu e Shalom durante o último mês deu nova vida à proposta.
O Primeiro-ministro e Shalom discutiram a ideia num encontro a 2 de setembro. As suas equipas continuaram o debate desde então e fizeram progressos.
Representantes do comité, liderados pelo Diretor do Conselho Económico Nacional, Prof. Eugene Kandel, discutiram com os conselheiros de Shalom maneiras de testar a iniciativa, e devem encontrar-se novamente já na quinta-feira.
Uma possibilidade é estabelecer um domingo de descanso por mês. Mas os parceiros de Shalom disseram que tal projeto piloto é apenas uma forma de testar a iniciativa e implementá-la por fases.
Tais testes e fases são vistas como cruciais para obtenção da aprovação pelas organizações económicas e entidades que se opõem ao encurtamento da semana de trabalho.
Uma fonte próxima de Kandel disse que o comité publicaria as suas conclusões imediatamente após o fim das festas judaicas, no próximo mês. Disse que Netanyahu não emitiria a sua opinião sobre o assunto antes de estudar as conclusões.
“Estou feliz por qualquer progresso no sentido de implementar a minha iniciativa para um fim-de-semana mais longo aos Sábados e domingos em Israel”, disse Shalom. “Este é outro passo que eventualmente permitirá implementar plenamente a proposta”. Fonte: The Jerusalem Post, notícia publicada a 19 de setembro de 2012 (negritos meus para destaque)
Shalom tem vindo a insistir há anos na sua proposta para uma semana de trabalho mais curta, mas até há pouco tempo parecia que um comité nomeado por Netanyahu iria bloquear a iniciativa. Uma trégua política entre Netanyahu e Shalom durante o último mês deu nova vida à proposta.
O Primeiro-ministro e Shalom discutiram a ideia num encontro a 2 de setembro. As suas equipas continuaram o debate desde então e fizeram progressos.
Representantes do comité, liderados pelo Diretor do Conselho Económico Nacional, Prof. Eugene Kandel, discutiram com os conselheiros de Shalom maneiras de testar a iniciativa, e devem encontrar-se novamente já na quinta-feira.
Uma possibilidade é estabelecer um domingo de descanso por mês. Mas os parceiros de Shalom disseram que tal projeto piloto é apenas uma forma de testar a iniciativa e implementá-la por fases.
Tais testes e fases são vistas como cruciais para obtenção da aprovação pelas organizações económicas e entidades que se opõem ao encurtamento da semana de trabalho.
Uma fonte próxima de Kandel disse que o comité publicaria as suas conclusões imediatamente após o fim das festas judaicas, no próximo mês. Disse que Netanyahu não emitiria a sua opinião sobre o assunto antes de estudar as conclusões.
“Estou feliz por qualquer progresso no sentido de implementar a minha iniciativa para um fim-de-semana mais longo aos Sábados e domingos em Israel”, disse Shalom. “Este é outro passo que eventualmente permitirá implementar plenamente a proposta”. Fonte: The Jerusalem Post, notícia publicada a 19 de setembro de 2012 (negritos meus para destaque)
Nota: outra evidência da crescente relevância que o descanso ao domingo está a ter pelo mundo fora. Neste caso, é mais significativo ainda, pois falamos da mais importante nação sabática do mundo!
Fonte: O Tempo Final
Supermercados podem ser proibidos de abrir domingo
Audiência pública discutirá o assunto na segunda-feira [27/08], na Câmara Municipal
Os supermercados de Belo Horizonte podem ser proibidos de funcionar aos domingos caso o Projeto de Lei nº 2349, do vereador Leo Burguês, seja aprovado pela Câmara Municipal. A ideia é que apenas pequenos comércios alimentícios, como sacolões e açougues com até dois caixas, tenham autorização para funcionar. O projeto não afeta o comércio em geral.
O autor do projeto explica que se baseou em um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes de funcionários e seus familiares que pediam o fechamento dos supermercados aos domingos. Segundo ele, as principais alegações são a necessidade de passar o dia de folga com a família e questões religiosas. "Os trabalhadores dizem que eles têm folga no meio da semana, quando a família não está reunida", explica Burguês.
O Sindicato dos Comerciários, que também representa os trabalhadores dos supermercados, apoia a ideia. De acordo com o diretor de relações sindicais da entidade, Edilson de Souza, a folga aos domingos é reivindicação antiga da categoria. "Estamos batendo palmas para este projeto. O empregado fica cansado, estressado, trabalhando aos domingos. Nem a folga no meio da semana compensa", diz.
Ele afirma que a categoria pode negociar algumas exceções, como a abertura das lojas nos domingos que antecedem datas comemorativas, por exemplo.
Os supermercados não foram consultados pelo vereador para a elaboração do projeto. Ontem, a Associação Mineira de Supermercados (Amis) foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou.
Na próxima segunda-feira haverá uma audiência pública na Câmara para discutir o assunto. Foram convidados representantes dos trabalhadores, dos consumidores, dos supermercados e do Ministério Público do Trabalho.
O projeto foi apresentado anteontem na Câmara e deve ir a plenário já em setembro, de acordo com Léo Burguês.
Hábito. O vereador reconhece que o domingo é um dos dias de maior movimento nos supermercados, mas acredita que a população pode mudar este hábito e fazer compras em outros dias da semana.
Ele diz que, aos domingos, parte do faturamento que era dos supermercados pode migrar para os pequenos comércios de alimentos, que poderão funcionar.
Fonte: o Tempo
Os supermercados de Belo Horizonte podem ser proibidos de funcionar aos domingos caso o Projeto de Lei nº 2349, do vereador Leo Burguês, seja aprovado pela Câmara Municipal. A ideia é que apenas pequenos comércios alimentícios, como sacolões e açougues com até dois caixas, tenham autorização para funcionar. O projeto não afeta o comércio em geral.
O autor do projeto explica que se baseou em um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes de funcionários e seus familiares que pediam o fechamento dos supermercados aos domingos. Segundo ele, as principais alegações são a necessidade de passar o dia de folga com a família e questões religiosas. "Os trabalhadores dizem que eles têm folga no meio da semana, quando a família não está reunida", explica Burguês.
O Sindicato dos Comerciários, que também representa os trabalhadores dos supermercados, apoia a ideia. De acordo com o diretor de relações sindicais da entidade, Edilson de Souza, a folga aos domingos é reivindicação antiga da categoria. "Estamos batendo palmas para este projeto. O empregado fica cansado, estressado, trabalhando aos domingos. Nem a folga no meio da semana compensa", diz.
Ele afirma que a categoria pode negociar algumas exceções, como a abertura das lojas nos domingos que antecedem datas comemorativas, por exemplo.
Os supermercados não foram consultados pelo vereador para a elaboração do projeto. Ontem, a Associação Mineira de Supermercados (Amis) foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou.
Na próxima segunda-feira haverá uma audiência pública na Câmara para discutir o assunto. Foram convidados representantes dos trabalhadores, dos consumidores, dos supermercados e do Ministério Público do Trabalho.
O projeto foi apresentado anteontem na Câmara e deve ir a plenário já em setembro, de acordo com Léo Burguês.
Hábito. O vereador reconhece que o domingo é um dos dias de maior movimento nos supermercados, mas acredita que a população pode mudar este hábito e fazer compras em outros dias da semana.
Ele diz que, aos domingos, parte do faturamento que era dos supermercados pode migrar para os pequenos comércios de alimentos, que poderão funcionar.
Fonte: o Tempo
Domingo é um dia de descanso para Obama e Romney
O presidente Barack Obama e seu adversário republicano Mitt Romney passaram um domingo tranquilo assistindo à igreja com suas famílias, descansando para as 11 semanas finais da campanha. Enquanto os Romneys aproveitaram um belo sol em New Hampshire e os Obamas enfrentaram chuva em Washington, os dois candidatos enviaram seus principais conselheiros para participar dos programas de entrevista na Tv...
Fonte: Washington Post
NOTA Minuto Profético: Chama a atenção a maneira direta e explícita com que o Washington Post decidiu veicular essa notícia relacionando-a com o descanso dominical. Com certeza a notícia poderia ser dada de várias outras formas. Por que escolheram justamente essa? E por que ela surge há exatamente 11 semanas da eleição? Chega até soar profético o título...
CNBB enfatiza “santidade” do domingo
No penúltimo dia da Semana Nacional da Família, sexta, 17, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgou um texto redigido a partir das Catequeses preparatórias ao 7º Encontro Mundial das Famílias. A mensagem trata da família e a festa e aborda a importância da festividade no ambiente familiar, para união e celebração entre seus membros. O objetivo do texto é ser mais um instrumento de reflexão, sobre a família, entre as comunidades da Igreja.
O ser humano moderno criou o tempo livre e perdeu o sentido da festa. É necessário recuperar o sentido da festa, e de modo particular do domingo, como “um tempo para ser humano”, aliás, “um tempo para a família”. Voltar a encontrar o centro da festa é decisivo também para humanizar o trabalho, para lhe atribuir um significado que não o reduza a ser uma resposta às necessidades, mas que o abra ao relacionamento e à partilha: com a comunidade, com o próximo e com Deus.
Atualmente, a festa como “tempo livre” é vivida no contexto do “fim de semana”. Em vez do descanso e da santificação privilegia-se a diversão, a fuga das cidades, e isto influi sobre a família, principalmente se tem filhos adolescentes e jovens. Os membros da família têm dificuldade de encontrar um momento de relacionamento familiar. O domingo perde a sua dimensão de dia do Senhor e é vivido mais como um tempo “individual” do que como um espaço “comum”.
O tempo livre no domingo torna-se com frequência um dia “móvel” e corre o risco de não ser mais um dia “fixo”, dificultando o encontro familiar. As pessoas não descansam somente para voltar ao trabalho, mas para fazer festa. É mais oportuno do que nunca que as famílias voltem a descobrir a festa como lugar do encontro com Deus e da proximidade recíproca, criando a atmosfera familiar, sobretudo quando os filhos são pequenos. As realidades vividas nos primeiros anos na família de origem permanece inscrita para sempre na memória do ser humano. Também os gestos da fé, no dia do domingo e nas festividades anuais, marcam a vida da família, sobretudo no encontro com o mistério santo de Deus e contribui para reforçar os relacionamentos familiares. [...]
O dies Domini (dia de Deus) deve se tornar, inclusive, um dies hominis (dia do homem). Se a família se aproximar deste modo da festa, poderá vivê-la como o “dia do Senhor”.
Para experimentar a “presença” do Senhor ressuscitado, a família é exortada aos domingos em especial a deixar-se iluminar pela Eucaristia. A missa torna-se a celebração central, viva e pulsante do dia do Senhor, da sua presença de Ressuscitado aqui e agora. A eucaristia concede-nos a graça de celebrarmos o mistério santo de que vem ao nosso encontro. No domingo, a família encontra o sentido e a razão da semana que se inicia. [...]
Desde crianças, os filhos têm o direito de serem educados para a escuta da palavra, para descobrir o domingo como “dia do Senhor“. A memória do Crucificado Ressuscitado marca a diferença do domingo em relação ao tempo livre: se não nos encontrarmos com Ele, a festa não se realiza, a comunhão é apenas um sentimento e a caridade se reduz a um gesto de solidariedade, que não constrói a comunidade cristã e não educa para a missão. A eucaristia do domingo enquanto nos introduz no coração de Deus, faz a família, e a família, na comunidade cristã, faz de um certo modo a Eucaristia. [...]
(Rádio Vaticano)
Nota Criacionismo: Praticamente todos os argumentos para a guarda do domingo são válidos – fortalecimento das famílias, recuperação da Terra, cura do consumismo, etc. –, o que está errado é o dia escolhido para isso. O verdadeiro dia de repouso, dia da família, memorial da criação foi escolhido por Deus e é o sétimo dia da semana, o santo sábado. E o sábado é santo porque Deus descansou nesse dia (deu exemplo), abençoando-o e santificando-o (Gn 2:2, 3). Jesus também guardou o sábado (Lc 4:16), no que foi seguido por Sua mãe e Seus discípulos, incluindo o apóstolo Paulo. Domingo é um dia comum de trabalho e atividades seculares; é o primeiro dia da semana e, de forma alguma, foi separado para comemorar a ressurreição. Deus não mudaria Seus mandamentos escritos em pedra, vigorantes desde sempre e para sempre (o sábado será guardado inclusive na Nova Terra – Is 66:22, 23). O problema é que aqueles que escolherem ser fieis à Palavra de Deus em detrimento de tradições humanas serão vistos como inimigos da maioria, “fundamentalistas” que não querem salvar a Terra e promover os valores da família. A confusão será estabelecida e essa minoria será cada vez mais hostilizada por sua fidelidade à Lei de Deus.
Assista: “Decreto dominical a caminho”
O ser humano moderno criou o tempo livre e perdeu o sentido da festa. É necessário recuperar o sentido da festa, e de modo particular do domingo, como “um tempo para ser humano”, aliás, “um tempo para a família”. Voltar a encontrar o centro da festa é decisivo também para humanizar o trabalho, para lhe atribuir um significado que não o reduza a ser uma resposta às necessidades, mas que o abra ao relacionamento e à partilha: com a comunidade, com o próximo e com Deus.
Atualmente, a festa como “tempo livre” é vivida no contexto do “fim de semana”. Em vez do descanso e da santificação privilegia-se a diversão, a fuga das cidades, e isto influi sobre a família, principalmente se tem filhos adolescentes e jovens. Os membros da família têm dificuldade de encontrar um momento de relacionamento familiar. O domingo perde a sua dimensão de dia do Senhor e é vivido mais como um tempo “individual” do que como um espaço “comum”.
O tempo livre no domingo torna-se com frequência um dia “móvel” e corre o risco de não ser mais um dia “fixo”, dificultando o encontro familiar. As pessoas não descansam somente para voltar ao trabalho, mas para fazer festa. É mais oportuno do que nunca que as famílias voltem a descobrir a festa como lugar do encontro com Deus e da proximidade recíproca, criando a atmosfera familiar, sobretudo quando os filhos são pequenos. As realidades vividas nos primeiros anos na família de origem permanece inscrita para sempre na memória do ser humano. Também os gestos da fé, no dia do domingo e nas festividades anuais, marcam a vida da família, sobretudo no encontro com o mistério santo de Deus e contribui para reforçar os relacionamentos familiares. [...]
O dies Domini (dia de Deus) deve se tornar, inclusive, um dies hominis (dia do homem). Se a família se aproximar deste modo da festa, poderá vivê-la como o “dia do Senhor”.
Para experimentar a “presença” do Senhor ressuscitado, a família é exortada aos domingos em especial a deixar-se iluminar pela Eucaristia. A missa torna-se a celebração central, viva e pulsante do dia do Senhor, da sua presença de Ressuscitado aqui e agora. A eucaristia concede-nos a graça de celebrarmos o mistério santo de que vem ao nosso encontro. No domingo, a família encontra o sentido e a razão da semana que se inicia. [...]
Desde crianças, os filhos têm o direito de serem educados para a escuta da palavra, para descobrir o domingo como “dia do Senhor“. A memória do Crucificado Ressuscitado marca a diferença do domingo em relação ao tempo livre: se não nos encontrarmos com Ele, a festa não se realiza, a comunhão é apenas um sentimento e a caridade se reduz a um gesto de solidariedade, que não constrói a comunidade cristã e não educa para a missão. A eucaristia do domingo enquanto nos introduz no coração de Deus, faz a família, e a família, na comunidade cristã, faz de um certo modo a Eucaristia. [...]
(Rádio Vaticano)
Nota Criacionismo: Praticamente todos os argumentos para a guarda do domingo são válidos – fortalecimento das famílias, recuperação da Terra, cura do consumismo, etc. –, o que está errado é o dia escolhido para isso. O verdadeiro dia de repouso, dia da família, memorial da criação foi escolhido por Deus e é o sétimo dia da semana, o santo sábado. E o sábado é santo porque Deus descansou nesse dia (deu exemplo), abençoando-o e santificando-o (Gn 2:2, 3). Jesus também guardou o sábado (Lc 4:16), no que foi seguido por Sua mãe e Seus discípulos, incluindo o apóstolo Paulo. Domingo é um dia comum de trabalho e atividades seculares; é o primeiro dia da semana e, de forma alguma, foi separado para comemorar a ressurreição. Deus não mudaria Seus mandamentos escritos em pedra, vigorantes desde sempre e para sempre (o sábado será guardado inclusive na Nova Terra – Is 66:22, 23). O problema é que aqueles que escolherem ser fieis à Palavra de Deus em detrimento de tradições humanas serão vistos como inimigos da maioria, “fundamentalistas” que não querem salvar a Terra e promover os valores da família. A confusão será estabelecida e essa minoria será cada vez mais hostilizada por sua fidelidade à Lei de Deus.
Assista: “Decreto dominical a caminho”
Bispo defende «valorização do Domingo» para contrariar crise espiritual
Viseu, 08 jun 2012 (Ecclesia) – O bispo de Viseu diz que só a revitalização da vivência cristã e particularmente do Domingo, ponto alto da relação com Deus e o próximo, poderá contrariar a crise espiritual que atinge atualmente Portugal e a Europa.
Para D. Ilídio Leandro, “os resultados dos inquéritos feitos nos últimos tempos”, que apontam para um “decréscimo acentuado da relação com a prática cristã”, devem suscitar na Igreja Católica um esforço renovado de evangelização, que permita antes de mais a “valorização do Domingo” como “dia do Senhor” e ocasião de “festa” comunitária e de “família”.
O prelado deixou este alerta durante a celebração da solenidade do Corpo de Deus, esta quinta-feira em Viseu, numa homilia transmitida aos fiéis e enviada à Agência ECCLESIA.
Segundo aquele responsável, a primeira condição para transformar o Domingo numa referência cristã, no meio da sociedade, é fazer daquele dia um tempo privilegiado de “fé” e de “celebração comunitária”, através da participação na “eucaristia”.
“O Domingo cristão não quer nem pode ser o parente pobre do fim-de-semana”, apontou o bispo de Viseu, que neste tempo litúrgico do Corpo de Deus convidou os católicos a refletirem sobre a qualidade da “resposta” que é dada hoje ao desafio que Cristo deixou a todos os homens, com a sua entrega na Cruz.
“O que temos feito da Páscoa de Jesus, transmitida pela Igreja e celebrada, cada Domingo, na Eucaristia? Como temos vivido e cumprido a nova Aliança, que Jesus celebra e renova connosco, sempre que participamos na Sua Páscoa?”, questionou D. Ilídio Leandro.
Reforçando as palavras que Bento XVI dedicou ao último Encontro Mundial das Famílias, que decorreu no início deste mês em Milão, o vogal da Comissão Episcopal do Laicado e Família sublinhou a urgência de “não ocupar o Domingo com atividades que mudem o seu sentido e o seu centro”.
Para além da importância de salvaguardar “o tempo em família”, hoje ameaçado “por uma predominância de compromissos devidos ao trabalho” - como salientou o Papa - o bispo viseense chamou a atenção para o perigo de um calendário sobrecarregado de atividades educativas, recreativas, culturais ou desportivas que, por vezes, pode dificultar o aproveitamento mais adequado dos “diversos ritmos e desafios da vida”.
“Importa ajudar e não impedir a que as crianças, adolescentes, jovens e adultos possam viver os seus compromissos familiares, sociais e cristãos, de modo a que o importante ditado ‘alma sã em corpo são’ não seja invertido ou pervertido, esquecendo a alma com a atenção única ao corpo”, concluiu.
...
Nota DDP: Sobre os vínculos claramente observados no texto retro, notadamente no que se refere à eucaristia, que obviamente têm intenções bem definidas, recomenda-se também a leitura de "Bento XVI: Eucaristia é o coração do mundo", "Congresso desafia católicos portugueses a entender que ir à missa é mais do que uma obrigação" e "Bento XVI: Não há futuro para a humanidade sem a família", de onde finalmente se destaca:
"Aqui queria recordar o que disse em defesa do tempo para a família, ameaçado por uma espécie de ‘prepotência’ dos compromissos de trabalho: o domingo, o dia do Senhor e do homem, é um dia no qual todos devem ser livres, livres para a família e livres para Deus. Defendendo o domingo, defende-se a liberdade do homem!"
Como se percebe, os temas domingo, família, eucaristia e espiritualidade, além das crises social, política, econômica e ambiental estão sendo todos entrelaçados pela igreja de Roma, de forma que, em algum momento, dado o caos que está se estabelecendo em vários segmentos, encontrarão eco fora do âmbito estritamente religioso, com o apoio do braço político, como antecipado pela profecia bíblica.
Família tem de ser defendida da sobrecarga laboral e domingo deve ser dia livre, sublinha Papa
«É possível, ainda que com esforço, viver o amor fiel, para sempre, aberto à vida», afirmou Bento XVI
Cidade do Vaticano, 06 jun 2012 (Ecclesia) – O Papa afirmou hoje no Vaticano que as famílias têm de ser defendidas da sobrecarga laboral e que o domingo deve ser reservado ao convívio familiar e a Deus.
“É preciso preservar o tempo em família, ameaçada por uma predominância de compromissos devidos ao trabalho”, sublinhou Bento XVI na audiência geral realizada perante milhares de fiéis na Praça de São Pedro.
No discurso, enviado à Agência ECCLESIA, o Papa frisou que o domingo “deve ser livre para a família e livre para Deus”, e nas saudações que proferiu em vários idiomas disse que reza para que “o amor conjugal, a paternidade e a maternidade sejam percursos para a santidade”.
A intervenção de Bento XVI recordou os principais momentos da sua participação no 7.º Encontro Mundial das Famílias, que decorreu entre quarta-feira e domingo na cidade italiana de Milão.
O encontro que o Papa classificou de “inesquecível” constituiu “um inspirado testemunho da rica e variedade identidade da família como comunhão de amor baseado no casamento, um santuário de vida, uma igreja doméstica e célula primária da sociedade”, afirmou.
“Família, trabalho e festa”, tema das Jornadas, “devem encontrar um equilíbrio harmonioso para construir sociedades de rosto humano”, sustentou Bento XVI, salientando que “é possível, ainda que com esforço, viver o amor fiel, ‘para sempre’, aberto à vida”.
Na sexta-feira, primeiro dia da visita à cidade e arquidiocese milanesa, que nunca tinha visitado enquanto Papa, Bento XVI lembrou que a família é o espaço onde as pessoas fazem a “primeira experiência” de não viverem “fechados em si mesmas, mas na relação com os outros”.
Na missa de domingo, em que segundo as autoridades participaram um milhão de pessoas, o Papa acentuou a importância de cada família “evangelizar não só com a palavra, mas pela vivência do amor, a única força capaz de mudar o mundo”.
“Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades ao serviço do menor, dos mais pequeninos e necessitados”, disse Bento XVI em português ao saudar os peregrinos lusófonos.
A audiência semanal terminou com um convite aos fiéis de Roma para participar na procissão do Corpo de Deus que esta quinta-feira vai percorrer as artérias da capital italiana entre as igrejas de São João de Latrão, onde o Papa celebra missa a partir das 18h00 de Lisboa, e de Santa Maria Maior.
“Convido os fiéis de Roma e os peregrinos a unirem-se neste ato de profunda fé na Eucaristia, que constitui o tesouro mais precioso da Igreja e da humanidade”, declarou.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Dado o número de crises que a humanidade enfrenta, muitas delas se tornando absolutamente insuportáveis, torna-se cada vez mais factível a adoção do discurso papal sobre a necessidade de proteção do domingo, o que desencadeará todos os eventos finais antecipados pela Bíblia.
Cidade do Vaticano, 06 jun 2012 (Ecclesia) – O Papa afirmou hoje no Vaticano que as famílias têm de ser defendidas da sobrecarga laboral e que o domingo deve ser reservado ao convívio familiar e a Deus.
“É preciso preservar o tempo em família, ameaçada por uma predominância de compromissos devidos ao trabalho”, sublinhou Bento XVI na audiência geral realizada perante milhares de fiéis na Praça de São Pedro.
No discurso, enviado à Agência ECCLESIA, o Papa frisou que o domingo “deve ser livre para a família e livre para Deus”, e nas saudações que proferiu em vários idiomas disse que reza para que “o amor conjugal, a paternidade e a maternidade sejam percursos para a santidade”.
A intervenção de Bento XVI recordou os principais momentos da sua participação no 7.º Encontro Mundial das Famílias, que decorreu entre quarta-feira e domingo na cidade italiana de Milão.
O encontro que o Papa classificou de “inesquecível” constituiu “um inspirado testemunho da rica e variedade identidade da família como comunhão de amor baseado no casamento, um santuário de vida, uma igreja doméstica e célula primária da sociedade”, afirmou.
“Família, trabalho e festa”, tema das Jornadas, “devem encontrar um equilíbrio harmonioso para construir sociedades de rosto humano”, sustentou Bento XVI, salientando que “é possível, ainda que com esforço, viver o amor fiel, ‘para sempre’, aberto à vida”.
Na sexta-feira, primeiro dia da visita à cidade e arquidiocese milanesa, que nunca tinha visitado enquanto Papa, Bento XVI lembrou que a família é o espaço onde as pessoas fazem a “primeira experiência” de não viverem “fechados em si mesmas, mas na relação com os outros”.
Na missa de domingo, em que segundo as autoridades participaram um milhão de pessoas, o Papa acentuou a importância de cada família “evangelizar não só com a palavra, mas pela vivência do amor, a única força capaz de mudar o mundo”.
“Desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades ao serviço do menor, dos mais pequeninos e necessitados”, disse Bento XVI em português ao saudar os peregrinos lusófonos.
A audiência semanal terminou com um convite aos fiéis de Roma para participar na procissão do Corpo de Deus que esta quinta-feira vai percorrer as artérias da capital italiana entre as igrejas de São João de Latrão, onde o Papa celebra missa a partir das 18h00 de Lisboa, e de Santa Maria Maior.
“Convido os fiéis de Roma e os peregrinos a unirem-se neste ato de profunda fé na Eucaristia, que constitui o tesouro mais precioso da Igreja e da humanidade”, declarou.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Dado o número de crises que a humanidade enfrenta, muitas delas se tornando absolutamente insuportáveis, torna-se cada vez mais factível a adoção do discurso papal sobre a necessidade de proteção do domingo, o que desencadeará todos os eventos finais antecipados pela Bíblia.
"Família, trabalho, festa: três dons de Deus, que se devem encontrar num equilíbrio harmonioso"
Milão (RV) – Famílias provenientes de todo o mundo reuniram-se nesta manhã de domingo com o Santo Padre para participar, na Solenidade da Santíssima Trindade, da Santa Missa no Parque de Bresso, em Milão, por ocasião do VII Encontro Mundial das Famílias. Mais de um milhão de fiéis rezaram com o Pontífice pelas famílias de todo o mundo.
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Depois Bento XVI se deteve sobre o trabalho: “Vemos que, nas teorias econômicas modernas, prevalece muitas vezes uma concepção utilitarista do trabalho, da produção e do mercado. Mas, o projeto de Deus e a própria experiência mostram que não é a lógica unilateral do que me é útil e do maior lucro que pode concorrer para um desenvolvimento harmonioso, o bem da família e para construir uma sociedade justa, porque traz consigo uma competição exasperada, fortes desigualdades, degradação do meio ambiente, corrida ao consumo, mal-estar nas famílias. Antes, a mentalidade utilitarista tende a estender-se também às relações interpessoais e familiares, reduzindo-as a convergências precárias de interesses individuais e minando a solidez do tecido social”.
O Santo Padre destacou ainda que o “homem, enquanto imagem de Deus, é chamado também ao repouso e à festa”. O domingo, dia do Senhor – reafirmou – é também o “dia do homem e dos seus valores: convivência, amizade, solidariedade, cultura, contacto com a natureza, jogo, esporte. É o dia da família, em que se há-de viver, juntos, o sentido da festa, do encontro, da partilha, também com a participação na Santa Missa. Queridas famílias, mesmo nos ritmos acelerados do nosso tempo, não percais o sentido do dia do Senhor! É como o oásis onde parar para saborear a alegria do encontro e saciar a nossa sede de Deus”
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Veja também "Papa quer convencer políticos do 'capital social' da família". Destaque:
O papa Bento XVI, cercado em Milão por milhares de fiéis de 154 países, convocou os poderes públicos a proteger e ajudar a família, que é um imenso "capital social", em nome da coesão social.
Se BXVI pretende a proteção da família pelo Estado e o domingo protege a família, é razoável se perceber que o pano de fundo é a intenção de que se 'proteja' o dia de descanso em primeiro lugar.
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Depois Bento XVI se deteve sobre o trabalho: “Vemos que, nas teorias econômicas modernas, prevalece muitas vezes uma concepção utilitarista do trabalho, da produção e do mercado. Mas, o projeto de Deus e a própria experiência mostram que não é a lógica unilateral do que me é útil e do maior lucro que pode concorrer para um desenvolvimento harmonioso, o bem da família e para construir uma sociedade justa, porque traz consigo uma competição exasperada, fortes desigualdades, degradação do meio ambiente, corrida ao consumo, mal-estar nas famílias. Antes, a mentalidade utilitarista tende a estender-se também às relações interpessoais e familiares, reduzindo-as a convergências precárias de interesses individuais e minando a solidez do tecido social”.
O Santo Padre destacou ainda que o “homem, enquanto imagem de Deus, é chamado também ao repouso e à festa”. O domingo, dia do Senhor – reafirmou – é também o “dia do homem e dos seus valores: convivência, amizade, solidariedade, cultura, contacto com a natureza, jogo, esporte. É o dia da família, em que se há-de viver, juntos, o sentido da festa, do encontro, da partilha, também com a participação na Santa Missa. Queridas famílias, mesmo nos ritmos acelerados do nosso tempo, não percais o sentido do dia do Senhor! É como o oásis onde parar para saborear a alegria do encontro e saciar a nossa sede de Deus”
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Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Veja também "Papa quer convencer políticos do 'capital social' da família". Destaque:
O papa Bento XVI, cercado em Milão por milhares de fiéis de 154 países, convocou os poderes públicos a proteger e ajudar a família, que é um imenso "capital social", em nome da coesão social.
Se BXVI pretende a proteção da família pelo Estado e o domingo protege a família, é razoável se perceber que o pano de fundo é a intenção de que se 'proteja' o dia de descanso em primeiro lugar.
Vaticano e ONU promovem a guarda do domingo
Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho. O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, esta terça-feira [15], do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada este ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”…
Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”…
Fonte: Ecclesia via Adventismo em Foco
NOTA: Como bem lembrou o Diário da Profecia, o VII Encontro Mundial de Famílias promovido pelo Vaticano que acontecerá entre os dias 30 de maio e 3 de junho próximo, em Milão, tem como tema: “A família, o trabalho e a festa”. Sobre o tema, Bento XVI afirmou ser “necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade”.
Enquanto isso a ONU…
“Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, ‘A família, o trabalho e a festa’, Ban Ki-Moon destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico”.
A crise final deste mundo está às portas, onde todos serão chamados a decidir: adorar a besta e a sua imagem (guardando o domingo – dia do sol), ou adorar o Deus Criador (guardando o sábado do sétimo dia – sinal entre Deus e Seu povo)…
Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”…
Fonte: Ecclesia via Adventismo em Foco
NOTA: Como bem lembrou o Diário da Profecia, o VII Encontro Mundial de Famílias promovido pelo Vaticano que acontecerá entre os dias 30 de maio e 3 de junho próximo, em Milão, tem como tema: “A família, o trabalho e a festa”. Sobre o tema, Bento XVI afirmou ser “necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade”.
Enquanto isso a ONU…
“Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, ‘A família, o trabalho e a festa’, Ban Ki-Moon destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico”.
A crise final deste mundo está às portas, onde todos serão chamados a decidir: adorar a besta e a sua imagem (guardando o domingo – dia do sol), ou adorar o Deus Criador (guardando o sábado do sétimo dia – sinal entre Deus e Seu povo)…
Vaticano: Papa pede respeito pelo descanso dominical
Bento XVI sublinha necessidade de «equilíbrio» no mundo laboral para ajudar famílias
Cidade do Vaticano, 16 mai 2012 (Ecclesia) – Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho.
O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, esta terça-feira, do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada este ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”.
“Este último não deveria colocar obstáculos à família, mas, pelo contrário, sustentá-la e uni-la, ajudá-la à abrir-se à vida e a entrar em relação com a sociedade e com a Igreja”, disse.
Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”. ...
Cidade do Vaticano, 16 mai 2012 (Ecclesia) – Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho.
O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, esta terça-feira, do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada este ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”.
“Este último não deveria colocar obstáculos à família, mas, pelo contrário, sustentá-la e uni-la, ajudá-la à abrir-se à vida e a entrar em relação com a sociedade e com a Igreja”, disse.
Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”. ...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Não por mera coincidência, o que evidencia o entrelaçamento do braço religioso com o político, noticia a Radio Vaticano que "ONU pede condições de trabalho favoráveis às famílias", de onde se pode destacar:
"Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, “A família, o trabalho e a festa”, Ban destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico."
Mais do que isso, pode ainda ser aproveitado no contexto, o severo quadro de crise econômica vivido pela Europa, trazendo para o debate político e religioso, também o vetor econômico, como a mesma Radio Vaticano noticia em "Caritas preocupada com a situação na Europa".
Ainda sobre o destaque do representante da ONU sobre “A família, o trabalho e a festa” lembramos as considerações de BXVI sobre o evento programado para iniciar-se em 29 de Maio próximo:
"Por isso –continua–, é necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade".
Alguma dúvida sobre o que o braço político (ONU), está a promover do braço religioso (Vaticano)?
Maranata.
Fonte: Diário da Profecia
Nota DDP: Não por mera coincidência, o que evidencia o entrelaçamento do braço religioso com o político, noticia a Radio Vaticano que "ONU pede condições de trabalho favoráveis às famílias", de onde se pode destacar:
"Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, “A família, o trabalho e a festa”, Ban destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico."
Mais do que isso, pode ainda ser aproveitado no contexto, o severo quadro de crise econômica vivido pela Europa, trazendo para o debate político e religioso, também o vetor econômico, como a mesma Radio Vaticano noticia em "Caritas preocupada com a situação na Europa".
Ainda sobre o destaque do representante da ONU sobre “A família, o trabalho e a festa” lembramos as considerações de BXVI sobre o evento programado para iniciar-se em 29 de Maio próximo:
"Por isso –continua–, é necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade".
Alguma dúvida sobre o que o braço político (ONU), está a promover do braço religioso (Vaticano)?
Maranata.
Fonte: Diário da Profecia
Pastor evangélico convoca todos a guardarem o domingo
As disciplinas espirituais são hábitos que mantemos os quais nos conectam a Deus. Eles vêm da convicção judaica das formas de ação e revelam o que, em última análise, acreditamos. Nossa fé pode ir e vir, mas nossas ações não devem nunca abdicar. Isso pode ser verdade para as pessoas de todos os tipos de fé.
Nós dançamos em harmonia com Deus quando guardamos o shabbath. A razão pela qual somos chamados a ter um dia de descanso é simples. Os seres humanos temos a tendência de esquecer que não criamos o mundo e, portanto, que o mundo não depende de nós.
Barbara Brown Taylor conta uma história sobre um amigo, David, que cresceu em Atlanta e o que ele lhe ensinou sobre a fidelidade a Deus:
Quando eu era aluna do primeiro colegial, meu namorado Herb jogou no time de basquete do colégio. No entanto, ele não era o melhor jogador. O jogador estrela era um garoto chamado David, que marcou tantos pontos durante sua carreira de quatro anos que o treinador aposentou sua camisa quando ele se formou. Isto teria sido notável em quaisquer circunstâncias, mas foi duplamente notável pelo fato de David não jogar nas noites de sexta-feira.
Nas noites de sexta-feira, David observava o shabbath com o resto de sua família, que generosamente se retiravam quando os amigos de David não judeus chegavam em casa, suados e derrotados, após os jogos de sexta à noite. Após cada jogo da noite de sexta-feira, os amigos de Davi chegavam à sua casa para descrever o jogo em detalhes.
"Jogada por jogada" os amigos não judeus eram autorizados a falar e criar mundos na sala de estar de David. Alguém na sala perguntou a David se ele ficava incomodado de ficar sentado em casa, enquanto sua equipe "estava sendo derrotada no ginásio do ensino médio."
"Ninguém me obriga a fazer isso", respondeu ele. "Eu sou judeu, e judeus observam o shabbath."
Seis dias por semana, disse ele, amava jogar basquete mais do que qualquer coisa e alegremente dava tudo de si para o jogo. No sétimo dia, ele amava ser judeu mais do que gostava de jogar basquete e, alegremente, dava tudo de si para o shabbath.
Claro, ele sentiu um tranco, mas este era o ponto. O shabbath era sua chance de lembrar o que era realmente real. Uma vez que três estrelas eram visíveis no céu à noite de sexta-feira, sua identidade como judeu era mais real para ele do que sua identidade como a estrela do nosso time de basquete."
É essencial para os cristãos criar espaços regulares e intencionais de tempo em que não trabalhem, nem e-mail, fax, limpeza, ou cuidados na lavanderia. Um tempo em que nós permitimos que nossos corações se acalmem e as vozes silenciem. O shabbath é um tempo quando lembramos que Deus fez o mundo e descansou, que Ele nos chama para descansar com ele, ouvir a sua voz, e estar ciente de sua presença.
E é um momento para recordar, de acordo com o ensino do Antigo Testamento hebraico sobre o shabbath e o Jubileu, que haverá um dia em que todos os povos do mundo descansarão, não apenas aqueles que podem arcar financeiramente para tirar um dia de folga.
A observância do shabbath nos lembra que somos peregrinos em uma terra estrangeira, esperando o mundo se tornar o que o mundo era para ser. Nós recordamos vividamente que, embora Deus tenha criado o mundo, o mundo não está da maneira que Deus o fez.
Quando guardamos o shabbath, proclamamos para o resto do mundo que Deus está no negócio de fazer novas coisas. Deus precisa de uma maneira para nos lembrar que não estamos mais no Egito, empilhando tijolos para o Império. Se as ocupações e a idolatria infestam nossa vida coletiva, o shabbath é um meio pelo qual podemos nos tornar mais como a pessoa que Deus nos criou para ser.
Nos últimos anos, tenho trabalhado rigorosamente para manter um shabbath inteiro na minha agenda semanal. Nem sempre tem sido fácil. Mortes, nascimentos, tragédias, milagres e deveres mundanos da vida mostram pouca consideração para com o meu desejo pessoal de descansar.
Lentamente, ao longo do tempo, quando essas coisas acontecem no shabbath, eu sou tentado a pegar e resolver tudo. Às vezes, quando as circunstâncias exigem, eu tenho que me envolver. Na maioria das vezes, no entanto, guardando o shabbath me convenço que o mundo pode correr bem sem mim. Eu vejo um papel claro para mim na história divina. Eu sou importante nesta narrativa, mas eu não sou o ponto principal, ou o personagem principal. O shabbath me ensina isso.
Inteiro. Descansado. Ouvindo. Atento. Purificado.
Isto é que é o shabbath. Ele cria o espaço em nossas vidas para lembrarmos quem somos. Para lembrar que somos jogadores em uma história diferente.
Os americanos trabalham duro. Talvez muito duro.
Este é um convite aos judeus, hindus, muçulmanos, ateus, agnósticos, budistas e cristãos.
Um dia por semana. Descanse. Pelo amor de Deus.
Dr. Josh Graves
(Pastor da Otter Creek Church)
Fonte: Fox News
NOTA Minuto Profético: A intenção do texto está bem clara: que todos, não importando a profissão religiosa, guardem o domingo! Na cultura norte-americana, a palavra shabbath já significa domingo. Para que ninguém ficasse em dúvida, o título do texto deixou bem claro! Quem deve estar pulando de alegria com isso é a Santa Sé, que mudou, sem autorização das Escrituras, o dia de guarda do sétimo dia para o primeiro dia da semana, e tornou o domingo seu sinal de poder. Todas as pessoas do mundo serão convocadas a dobrar seus joelhos diante deste ídolo (domingo) conforme revelado em Apocalipse 13:15-17. O mistério da iniquidade está quase atingindo seu clímax. A mensagem das Escrituras, porém, é clara: "Adorai aquele que fez o céu a terra, o mar e as fontes das águas" (Ap 14:7) - verdade essa que faz alusão ao quarto mandamento, o único que traz o nome do Criador! (Ex 20:8-11). De que lado você vai ficar?
Nós dançamos em harmonia com Deus quando guardamos o shabbath. A razão pela qual somos chamados a ter um dia de descanso é simples. Os seres humanos temos a tendência de esquecer que não criamos o mundo e, portanto, que o mundo não depende de nós.
Barbara Brown Taylor conta uma história sobre um amigo, David, que cresceu em Atlanta e o que ele lhe ensinou sobre a fidelidade a Deus:
Quando eu era aluna do primeiro colegial, meu namorado Herb jogou no time de basquete do colégio. No entanto, ele não era o melhor jogador. O jogador estrela era um garoto chamado David, que marcou tantos pontos durante sua carreira de quatro anos que o treinador aposentou sua camisa quando ele se formou. Isto teria sido notável em quaisquer circunstâncias, mas foi duplamente notável pelo fato de David não jogar nas noites de sexta-feira.
Nas noites de sexta-feira, David observava o shabbath com o resto de sua família, que generosamente se retiravam quando os amigos de David não judeus chegavam em casa, suados e derrotados, após os jogos de sexta à noite. Após cada jogo da noite de sexta-feira, os amigos de Davi chegavam à sua casa para descrever o jogo em detalhes.
"Jogada por jogada" os amigos não judeus eram autorizados a falar e criar mundos na sala de estar de David. Alguém na sala perguntou a David se ele ficava incomodado de ficar sentado em casa, enquanto sua equipe "estava sendo derrotada no ginásio do ensino médio."
"Ninguém me obriga a fazer isso", respondeu ele. "Eu sou judeu, e judeus observam o shabbath."
Seis dias por semana, disse ele, amava jogar basquete mais do que qualquer coisa e alegremente dava tudo de si para o jogo. No sétimo dia, ele amava ser judeu mais do que gostava de jogar basquete e, alegremente, dava tudo de si para o shabbath.
Claro, ele sentiu um tranco, mas este era o ponto. O shabbath era sua chance de lembrar o que era realmente real. Uma vez que três estrelas eram visíveis no céu à noite de sexta-feira, sua identidade como judeu era mais real para ele do que sua identidade como a estrela do nosso time de basquete."
É essencial para os cristãos criar espaços regulares e intencionais de tempo em que não trabalhem, nem e-mail, fax, limpeza, ou cuidados na lavanderia. Um tempo em que nós permitimos que nossos corações se acalmem e as vozes silenciem. O shabbath é um tempo quando lembramos que Deus fez o mundo e descansou, que Ele nos chama para descansar com ele, ouvir a sua voz, e estar ciente de sua presença.
E é um momento para recordar, de acordo com o ensino do Antigo Testamento hebraico sobre o shabbath e o Jubileu, que haverá um dia em que todos os povos do mundo descansarão, não apenas aqueles que podem arcar financeiramente para tirar um dia de folga.
A observância do shabbath nos lembra que somos peregrinos em uma terra estrangeira, esperando o mundo se tornar o que o mundo era para ser. Nós recordamos vividamente que, embora Deus tenha criado o mundo, o mundo não está da maneira que Deus o fez.
Quando guardamos o shabbath, proclamamos para o resto do mundo que Deus está no negócio de fazer novas coisas. Deus precisa de uma maneira para nos lembrar que não estamos mais no Egito, empilhando tijolos para o Império. Se as ocupações e a idolatria infestam nossa vida coletiva, o shabbath é um meio pelo qual podemos nos tornar mais como a pessoa que Deus nos criou para ser.
Nos últimos anos, tenho trabalhado rigorosamente para manter um shabbath inteiro na minha agenda semanal. Nem sempre tem sido fácil. Mortes, nascimentos, tragédias, milagres e deveres mundanos da vida mostram pouca consideração para com o meu desejo pessoal de descansar.
Lentamente, ao longo do tempo, quando essas coisas acontecem no shabbath, eu sou tentado a pegar e resolver tudo. Às vezes, quando as circunstâncias exigem, eu tenho que me envolver. Na maioria das vezes, no entanto, guardando o shabbath me convenço que o mundo pode correr bem sem mim. Eu vejo um papel claro para mim na história divina. Eu sou importante nesta narrativa, mas eu não sou o ponto principal, ou o personagem principal. O shabbath me ensina isso.
Inteiro. Descansado. Ouvindo. Atento. Purificado.
Isto é que é o shabbath. Ele cria o espaço em nossas vidas para lembrarmos quem somos. Para lembrar que somos jogadores em uma história diferente.
Os americanos trabalham duro. Talvez muito duro.
Este é um convite aos judeus, hindus, muçulmanos, ateus, agnósticos, budistas e cristãos.
Um dia por semana. Descanse. Pelo amor de Deus.
Dr. Josh Graves
(Pastor da Otter Creek Church)
Fonte: Fox News
NOTA Minuto Profético: A intenção do texto está bem clara: que todos, não importando a profissão religiosa, guardem o domingo! Na cultura norte-americana, a palavra shabbath já significa domingo. Para que ninguém ficasse em dúvida, o título do texto deixou bem claro! Quem deve estar pulando de alegria com isso é a Santa Sé, que mudou, sem autorização das Escrituras, o dia de guarda do sétimo dia para o primeiro dia da semana, e tornou o domingo seu sinal de poder. Todas as pessoas do mundo serão convocadas a dobrar seus joelhos diante deste ídolo (domingo) conforme revelado em Apocalipse 13:15-17. O mistério da iniquidade está quase atingindo seu clímax. A mensagem das Escrituras, porém, é clara: "Adorai aquele que fez o céu a terra, o mar e as fontes das águas" (Ap 14:7) - verdade essa que faz alusão ao quarto mandamento, o único que traz o nome do Criador! (Ex 20:8-11). De que lado você vai ficar?
"Aliança Dominical Europeia" - iniciativa de promoção do domingo sem trabalho
A European Sunday Alliance (Aliança Dominical Europeia) é uma rede europeia de alianças dominicais, sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, cujo objetivo é criar consciência para uma mais eficaz e produtiva regulação dos tempos de trabalho, visando em particular a promoção de um descanso generalizado e comum ao domingo.
Recentemente, no dia 4 de março, esta organização e seus membros levaram a efeito uma série de ações em várias países, tentando promover este dia como "Dia Europeu do Domingo sem Trabalho". Estas iniciativas incluíram ações públicas, cartazes e posters de divulgação e propaganda na rua, imprensa e internet.
Veja de seguida algumas dessas iniciativas.
1. Excerto de apresentação no website da organização. Na parte a vermelho, na coluna do meio, lê-se: "[a Aliança] compromete-se a salvaguardar e promover o domingo sem trabalho..."; na coluna da direita, lê-se: "[a Aliança] apela aos governos e estados membros [da União Europeia] a assumirem as suas responsabilidades para melhorarem, implementarem e aplicarem legislação..."
Fonte: Diário da Profecia
Europa quer transformar domingo em “dia sem trabalho”
No domingo (4), a aliança européia apelou a todos os membros e simpatizantes para tomarem medidas e transformarem o domingo no “dia europeu sem trabalho.”
O movimento European Sunday Alliance está tomando corpo na Europa.
O correspondente Felipe Reis, que está em Vila Nova de Gaia, Portugal, fala mais sobre o assunto.
OUÇA o áudio aqui
O movimento European Sunday Alliance está tomando corpo na Europa.
O correspondente Felipe Reis, que está em Vila Nova de Gaia, Portugal, fala mais sobre o assunto.
OUÇA o áudio aqui
Fonte: Diário da Profecia
Milão faz domingo sem carros para combater poluição
A cidade de Milão, no norte da Itália, proibiu a circulação de veículos por dez horas neste domingo, como forma de combater a poluição. A medida foi imposta após os níveis de poluição na cidade terem excedido o nível máximo tolerado por 12 dias seguidos. Milão já havia banido a circulação de veículos em suas ruas em 2007, mas na ocasião tratou-se apenas de um teste. Imagens de satélite já provaram que a cidade italiana é atualmente uma das mais poluídas da Europa. Um total de 120 mil veículos serão afetados pela medida, de acordo com o jornal Corriere della Sera. Desde quinta-feira, os veículos considerados mais poluentes já foram impedidos de circular pela cidade, mas o veto à circulação de quaisquer veículos entrou em vigor às 8h deste domingo, no horário local, e seguirá em vigor até 18h.
Para que o veto entre em vigor é preciso que o nível de poluição exceda 50 microgramas de partículas por metro cúbico ao longo de 12 dias consecutivos. A última vez que o veto foi implementado por completo foi em fevereiro.
A medida não desfruta de grande popularidade entre todos os ambientalistas, que argumentam que o sistema de transporte público da cidade deveria ser melhorado, a fim de estimular os moradores de Milão a deixarem seus carros em casa.
O deputado do Partido Verde local Enrico Fedrighini defende, entre outras medidas, que carros transportando três ou quatro pessoas deveriam contar com estacionamento gratuito. “Apenas um ou dois domingos sem carros por mês não fará nada para reduzir a poluição”, afirmou Fedrighini, em entrevista ao Corriere della Sera.
O transporte público na cidade também será ampliado ao longo do dia, com mais trens de metrô e ônibus.
(MSN Notícias)
Nota Michelson Borges: A proposta para que o domingo seja o dia de combate ao aquecimento global já existe (confira aqui). Essa iniciativa das autoridades de Milão é uma amostra do que pode ser feito em momentos de necessidade extrema e um ensaio em pequena escala dos argumentos que certamente serão usados para a promulgação do decreto dominical.[MB]
Leia também: "Parlamento croata limita compras aos domingos","Primeiras pedaladas rumo ao ECOmenismo", "Bruxelas sedia conferência sobre lei dominical", "O domingo na Europa e a liberdade religiosa sob ameaça", "Arcebispo defende domingo em oposição ao sábado" e "Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos"
Para que o veto entre em vigor é preciso que o nível de poluição exceda 50 microgramas de partículas por metro cúbico ao longo de 12 dias consecutivos. A última vez que o veto foi implementado por completo foi em fevereiro.
A medida não desfruta de grande popularidade entre todos os ambientalistas, que argumentam que o sistema de transporte público da cidade deveria ser melhorado, a fim de estimular os moradores de Milão a deixarem seus carros em casa.
O deputado do Partido Verde local Enrico Fedrighini defende, entre outras medidas, que carros transportando três ou quatro pessoas deveriam contar com estacionamento gratuito. “Apenas um ou dois domingos sem carros por mês não fará nada para reduzir a poluição”, afirmou Fedrighini, em entrevista ao Corriere della Sera.
O transporte público na cidade também será ampliado ao longo do dia, com mais trens de metrô e ônibus.
(MSN Notícias)
Nota Michelson Borges: A proposta para que o domingo seja o dia de combate ao aquecimento global já existe (confira aqui). Essa iniciativa das autoridades de Milão é uma amostra do que pode ser feito em momentos de necessidade extrema e um ensaio em pequena escala dos argumentos que certamente serão usados para a promulgação do decreto dominical.[MB]
Leia também: "Parlamento croata limita compras aos domingos","Primeiras pedaladas rumo ao ECOmenismo", "Bruxelas sedia conferência sobre lei dominical", "O domingo na Europa e a liberdade religiosa sob ameaça", "Arcebispo defende domingo em oposição ao sábado" e "Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos"
Israel analisa incluir o domingo como dia festivo
O Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seja estudada a a possibilidade de redução da jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado no domingo, que atualmente é trabalhado.
Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O Vice-Primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido".
Segundo o jornal Haaretz apontou, o plano é para que sábado e domingo sejam feriados e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo este intervalo santo e de descanso para que a confissão.
Shalom, disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do Diretor Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a este respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental.
Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e domingos como dias de descanso.
Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Fonte - IGNews
Nota DDP: Tudo absolutamente previsível. O mundo caminha a passos largos para o cumprimento das profecias. A pergunta que sempre fica é: "Quanto tempo mais?"
Ele sabe.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O Vice-Primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido".
Segundo o jornal Haaretz apontou, o plano é para que sábado e domingo sejam feriados e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo este intervalo santo e de descanso para que a confissão.
Shalom, disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do Diretor Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a este respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental.
Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e domingos como dias de descanso.
Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Fonte - IGNews
Nota DDP: Tudo absolutamente previsível. O mundo caminha a passos largos para o cumprimento das profecias. A pergunta que sempre fica é: "Quanto tempo mais?"
Ele sabe.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
Cristãos e sindicatos europeus se unem para defender o descanso dominical
"Em 20 de junho será lançado em Bruxelas a Aliança Européia para o domingo. Pela primeira vez, sindicatos e igrejas da Europa estão na mesma linha". É o que garante a Comissão dos Bispos da União Europeia (COMECE), que adverte que as razões da aliança são tanto religiosas como sócio-políticas.A proteção do domingo, cujo desaparecimento, na prática, como um dia festivo "poria em cheque um benefício social milenar" conduz à denúncia de uma nova escravidão: Enquanto muitos podem usar este dia para desfrutar de sua família e amigos, cada vez são mais aqueles que têm que trabalhar em grandes centros comerciais e de entretenimento.
Além da Igreja Católica, várias instituições evangélicas aderiram à iniciativa. E da Espanha aderiu a Irmandade Obreira de Ação Católica (em espanhol, HOAC).
Fonte: InfoCatólica
NOTA Minuto Profético: Desde o ano passado o movimento pela guarda do domingo tem se intensificado na União Européia, pretendendo mesmo até buscar assinaturas para levar ao Parlamento Europeu. Como pode ser visto, a Santa Sé nunca desistiu de suas pretensões de governar todas as nações e todas as consciências individuais, alcançando novamente a supremacia mundial. Sua grande marca é o domingo, e é por aí que todos deverão se curvar. Vale lembrar que isso representa um erro duplo: o verdadeiro dia de guarda na bíblia é o sábado (sétimo dia), e nenhum dia de guarda deveria ser imposto por lei civil, uma vez que isso fere o princípio de separação entre Igreja e Estado.
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