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Proposta para descanso ao domingo em Israel avança com apoio do Primeiro-ministro

'O Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu a sua aprovação tácita para experimentar a proposta do Vice-primeiro-ministro Silvan Shalom para tornar o domingo um dia sem trabalho e escola, fontes próximas de Shalom confirmaram esta quarta-feira.

Shalom tem vindo a insistir há anos na sua proposta para uma semana de trabalho mais curta, mas até há pouco tempo parecia que um comité nomeado por Netanyahu iria bloquear a iniciativa. Uma trégua política entre Netanyahu e Shalom durante o último mês deu nova vida à proposta.

O Primeiro-ministro e Shalom discutiram a ideia num encontro a 2 de setembro. As suas equipas continuaram o debate desde então e fizeram progressos.

Representantes do comité, liderados pelo Diretor do Conselho Económico Nacional, Prof. Eugene Kandel, discutiram com os conselheiros de Shalom maneiras de testar a iniciativa, e devem encontrar-se novamente já na quinta-feira.

Uma possibilidade é estabelecer um domingo de descanso por mês. Mas os parceiros de Shalom disseram que tal projeto piloto é apenas uma forma de testar a iniciativa e implementá-la por fases.

Tais testes e fases são vistas como cruciais para obtenção da aprovação pelas organizações económicas e entidades que se opõem ao encurtamento da semana de trabalho.

Uma fonte próxima de Kandel disse que o comité publicaria as suas conclusões imediatamente após o fim das festas judaicas, no próximo mês. Disse que Netanyahu não emitiria a sua opinião sobre o assunto antes de estudar as conclusões.

“Estou feliz por qualquer progresso no sentido de implementar a minha iniciativa para um fim-de-semana mais longo aos Sábados e domingos em Israel”, disse Shalom. “Este é outro passo que eventualmente permitirá implementar plenamente a proposta”. Fonte: The Jerusalem Post, notícia publicada a 19 de setembro de 2012 (negritos meus para destaque)

Nota: outra evidência da crescente relevância que o descanso ao domingo está a ter pelo mundo fora. Neste caso, é mais significativo ainda, pois falamos da mais importante nação sabática do mundo!
 

"Aliança Dominical Europeia" - iniciativa de promoção do domingo sem trabalho


A European Sunday Alliance (Aliança Dominical Europeia) é uma rede europeia de alianças dominicais, sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, cujo objetivo é criar consciência para uma mais eficaz e produtiva regulação dos tempos de trabalho, visando em particular a promoção de um descanso generalizado e comum ao domingo.

Recentemente, no dia 4 de março, esta organização e seus membros levaram a efeito uma série de ações em várias países, tentando promover este dia como "Dia Europeu do Domingo sem Trabalho". Estas iniciativas incluíram ações públicas, cartazes e posters de divulgação e propaganda na rua, imprensa e internet.

Veja de seguida algumas dessas iniciativas.

1. Excerto de apresentação no website da organização. Na parte a vermelho, na coluna do meio, lê-se: "[a Aliança] compromete-se a salvaguardar e promover o domingo sem trabalho..."; na coluna da direita, lê-se: "[a Aliança] apela aos governos e estados membros [da União Europeia] a assumirem as suas responsabilidades para melhorarem, implementarem e aplicarem legislação..."

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Europa quer transformar domingo em “dia sem trabalho”

No domingo (4), a aliança européia apelou a todos os membros e simpatizantes para tomarem medidas e transformarem o domingo no “dia europeu sem trabalho.”

O movimento European Sunday Alliance está tomando corpo na Europa.

O correspondente Felipe Reis, que está em Vila Nova de Gaia, Portugal, fala mais sobre o assunto.

OUÇA o áudio aqui


Organizações católicas e sindicatos por um domingo sem trabalho

Bruxelas, 02 mar 2012 (Ecclesia) – Organizações católicas e sindicais da Europa vão mobilizar-se este domingo pelo fim das atividades produtivas e profissionais neste dia da semana, promovendo várias ações de rua.

“Nestes tempos de crise económica e financeira, durante a qual cada vez mais direitos económicos e sociais são colocados sob pressão, o domingo livre do trabalho é uma demonstração clara e visível de que as pessoas e as nossas sociedades não dependem apenas do trabalho e da economia”, assinala a ‘Aliança Europeia pelo Domingo’ (ESA - European Sunday Alliance).

O movimento engloba, entre outros, a Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE) e várias associações de inspiração cristã.

As iniciativas visam sublinhar a importância do domingo como dia de descanso, frisando que “apenas os serviços essenciais” deveriam estar disponíveis.

A ESA pede que as leis e práticas comunitárias protejam mais “a saúde, a segurança e a dignidade de todos”, permitindo “a reconciliação da vida profissional com a familiar”.

Fonte - Ecclesia

A defesa do descanso dominical na Europa

Já há mais de um ano tinha aqui feito referência a um movimento com a colaboração das instâncias da União Europeia, com vista consagrar o domingo como dia de repouso. Uma das pessoas que, na altura, mencionei, foi Ilda Figueiredo, deputada no Parlamento Europeu pelo Partido Comunista Português (PCP).

Partilho um testemunho desta histórica figura do PCP a propósito do assunto.




Como dizia um e-mail que recebi com este vídeo, "comunistas e fascistas, pessoas de "esquerda" ou de "direita", todos se unirão em torno deste "grande" projeto para a Humanidade! Todos, isto é, "aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (Apocalipse 13:8)!". 


Fonte - O Tempo Final, via Diário da Profecia

"Presidente Adão"

Se numa eleição você tivesse de votar num muçulmano fundamentalista ou num cristão fundamentalista, em quem você votaria?

Talvez você nunca tenha ouvido falar em dominionismo - não está no [dicionário] Houaiss -, mas vai ouvir. Neste momento, é a ala extremista mais influente do cristianismo evangélico nos Estados Unidos.

Eram considerados muito à direita do centro, mas em vez de pastores e versões mas moderadas, esta direita fracassada gerou o dominionismo, um filho radicalíssimo.

Na década de 80, a direita cristã ganhou poder liderada pelos reverendos Falwell e Pat Robertson. Decaíram na virada do século.

Os dominionistas acham que os cristãos tem o direito, mais, a obrigação divina, de controlar todas instituições. A essência da teoria vem de Gênesis, no Velho Testamento, onde Deus diz a Adão "para assumir o domínio do mundo animado e não animado". A missão: controlar as "Sete Montanhas" da sociedade: família, religião, artes e entretenimento, mídia, governo, educação e empresas.

Barack Obama e os democratas no Congresso são, literalmente, encarnações do demônio.

Outros movimentos religiosos eram mais sutis. Já o dominionismo é escancarado: entrar na política, infiltrar as instituições, expurgar os infiéis e conquistar o poder.

O homem deles é Rick Perry. No mundo dominionista os tribunais serão teocráticos com decisões jurídicas baseadas nos dez mandamentos e outras instruções da Bíblia. Homossexual? Pena de morte.

O universo religioso evangélico é vasto e complicado. Centenas, milhares de tendências. A novidade é o grupo dominionista da NAR - New Apostolic Reformation - conectado com alguns dos principais candidatos republicanos, entre eles o texano Rick Perry, em rápida ascendência, e Michele Bachman, em rápida decadência.

O Texas, do governador Perry, é, segundo os líderes religiosos, um Estado profético, foco da transformação que está a caminho.

Em agosto, o governador Rick Perry organizou “A Resposta”, um comício religioso num dos maiores estádios americanos. A mobilização contra Barack Obama foi um dos trampolins do governador Perry para se lançar na campanha presidencial e assumir a liderança entre os candidatos republicanos.

Sarah Palin, ex-governadora do Alasca e candidata à Vice-Presidência na última eleição, ainda é uma das maiores estrela dos fundamentalistas. Brilhante na frente das câmeras, misteriosa na vida pessoal.

O livro sobre ela lançado na terça-feira, The Rogue, Searching for the real Sarah Palin, de Joe McGinniss, é uma pá de cal ou lama na candidata - depende de sua inclinação política. A grande imprensa, intimidada e cheia de pruridos, fugiu do livro. A imprensa menor focalizou na relação sexual de Sarah com um atleta negro quando ainda era solteira.

Parece um problema menor, mas Sarah, adolescente, pediu para sair de uma escola secundária porque muitos colegas não eram brancos. Quando foi eleita governadora, uma das primeiras decisões foi demitir vários negros "porque não se sentia confortável na presença deles".

Dentro deste contexto, a relação sexual com um negro merece ser contada, diz McGinniss. Na época, o negro não era estrela, hoje é um conhecido jogador de basquete e não nega o affair: "a relação com Sarah foi ótima e continuamos amigos por muito tempo".

Ela nega, mas, para o autor, o affair revela o talento de Sarah para esconder vários aspectos da vida pessoal, entre eles se é a verdadeira mãe do filho retardado, Trig, que exibia em todos seus comícios. Para a esquerda, se Obama teve de mostrar a certidão de nascimento no Havaí, porque Sarah não mostra a certidão de nascimento do filho?

Se o personagem destas histórias fosse Barack Obama, elas seriam o prato do dia na imprensa conservadora, mas a grande imprensa não chega perto dos escândalos levantados no livro. Para McGinniss, um problema maior do que as transas sexuais de Sarah e seu semi-analfabetismo geopolítico, é o fanatismo religioso.

Aos oito anos de idade ela era uma missionette, como eram chamadas crianças engajadas pela igreja para distribuir panfletos religiosos de porta em porta. Ela continua missionária.

"Sarah Palin acredita em bruxaria. Fez 'proteções e encomendas' para fechar o corpo e destruir inimigos. A missão dela é transformar a democracia americana numa teocracia fundamentalista".

Sarah afirma, sem vacilar, diz McGinniss, "que o mundo só tem 6 mil anos. Vindo de uma pessoa que por poucos pontos percentuais quase foi vice-presidente dos Estados Unidos e poderia ter assumido o poder no caso da morte de um velho e frágil presidente McCain, é assustador".

Sarah ainda não é nem deve ser candidata a presidente. É muito bem sucedida como "celebridade" e não tem chances nem entre os próprios republicanos.

Mas neste século 21 temos um plantel de candidatos republicanos e celebridades políticas prontos para nos levar de volta ao século 17 ou, muitos antes, aos domínios de Adão.

Fonte: BBC Brasil

NOTA Minuto Profético: Filtrando as palavras do colunista da BBC, há uma verdade com a qual tenho que concordar: o perigo atual representado pela "teologia do domínio" na sociedade norte-americana.

O pastor Marvin Moore dedicou um capítulo do seu livro a esse tema. Segundo o autor, o principal expoente da "teologia do domínio" foi Rousas John Rushdoony, nascido em 1916, em Nova York, o qual publicou em 1973 uma obra (900 páginas) intitulada Institutes of Biblical Law. Ele considerava que as leis do A.T. ainda seguem vigentes no mundo moderno (com exceção daquelas que o N.T. aboliu especificamente). Baseado no plano de Deus para Adão de que ele exercesse o domínio sobre toda a Terra e sobre os animais (Gn 1:26), Rushdoony transformou essa idéia na grande comissão: os cristãos devem submeter todas as coisas e todas as nações a Cristo e a Sua lei, sendo responsáveis por aperfeiçoar a sociedade, incluindo os governos civis, de modo que Jesus possa voltar. Da mesma forma que o teólogo católico Agostinho, Rushdoony também acreditava que os cristãos terão êxito em converter o mundo colaborando para a chegada do milênio de paz na terra. É por isso que, atualmente, os católicos e a direita cristã norte-americana estão agindo politicamente em harmonia - tem o mesmo objetivo.

Como pode-se perceber, biblicamente falando, a grande comissão de Cristo aos Seus discípulos foi para testemunhar a todas as nações e não para dominá-las (Mt 28:19; 24:14; At 1:8). Nosso mandato é converter (pelo Espírito Santo) pessoas, não sociedades ou instituições. Portanto, a teologia do domínio está servindo de base para a futura união de Igreja e Estado e o consequente estabelecimento da Lei Dominical , a começar pelos EUA.

Quem viver verá...

O que há por trás da conferência sobre lei dominical

Na segunda-feira, dia 20 de junho, a European Sunday Alliance (Aliança Europeia para o domingo - ESA) promoveu em Bruxelas, Bélgica, uma conferência sobre a proteção do domingo como jornada não laborável, sob o título “O valor agregado da sincronização do tempo livre”. A ESA é uma rede de alianças nacionais formadas por sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, entre as quais também se encontram a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) e a Conferência das Igrejas Europeias (KEK).

Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.

Notícia original em http://www.europeansundayalliance.eu/site/home

Nota Realidade em Foco: Essa conferência, noticiada em alguns sites religiosos, faz parte de um conjunto de ações que já têm sido desenvolvidas no sentido de fortalecer o domingo como um dia especial em que o trabalho regular deve ser cessado. Não é a primeira e nem será a última movimentação nessa direção. Não apenas o Vaticano, mas entidades, inclusive sindicatos, possuem interesse em que o domingo seja visto como uma dia para o trabalhador estar com sua família. Mas, como se lê na reportagem traduzida e publicada no próprio site da Aliança Europeia do Domingo, o encontro teve, também, o objetivo de consolidar a construção de uma Europa social. É nítido que a União Europeia tem sofrido golpes fortes contra sua unidade nos últimos anos: economia, religião e organização política.

O próprio Vaticano, desde a época do papa João Paulo II, já demonstrava preocupação com o crescente secularismo e desinteresse religioso europeu. Essa ação vai justamente em oposição a essa tendência e tenta convocar várias representações da sociedade civil organizada para fortalecer o domingo em relação a questões comunitárias e familiares.

Por trás disso, falando biblicamente, vejo claramente um esforço conjunto, organizado e sistemático para substituir o domingo pelo sábado como dia de especial dedicação e adoração a Deus. Afinal de contas, valores familiares e comunitários são importantes para qualquer sociedade e são aprovados por Deus. E ao relacionar esses assuntos com o domingo, sutilmente esse grupo trata de pisar o sábado e elevar o papel do domingo.

No livro de Apocalipse, capítulo 13, o profeta João viu que um poder político e religioso, descrito como uma besta, seria responsável por impedir que os verdadeiros seguidores dos princípios divinos comprassem e vendessem em um boicote comercial. E essa proibição tem a ver com a questão do dia de guarda bíblica se associarmos ao capítulo 12 de Apocalipse onde está claro que o dragão, símbolo de Satanás, empreende uma luta contra aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus. E os mandamentos divinos, conforme Êxodo 20:8-11, envolvem a guarda do sábado e não do domingo. O dragão (Satanás) e as bestas de Apocalipse 13 (segundo o contexto histórico-profético, a primeira besta é o poder papal e a segunda os Estados Unidos) atuarão em conjunto de maneira harmoniosa para promover o domingo como um dia especial em substituição ao sábado bíblico.


A unidade dos cristãos e o domingo

Cidade do Vaticano, 19 Jan (Ecclesia) – Bento XVI apresentou hoje quatro “pilares” que considera necessários para a construção da unidade dos cristãos, lamentando que as divisões entre Igrejas não permitam celebrar em conjunto a Eucaristia.

“Durante esta semana é particularmente viva a amargura pela impossibilidade de partilha a própria mesa eucarística, sinal que estamos ainda longe da realização daquela unidade pela qual Cristo orou”, constatou.

A audiência pública desta semana aconteceu no segundo dos oito dias da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

Ao recordar que “a história do movimento ecuménico é assinalada por dificuldades e incertezas", Bento XVI salientou que ela é “também uma história de fraternidade, de cooperação e de partilha humana e espiritual.

No seu discurso, o Papa desenvolveu os quatro elementos do tema da Semana pela Unidade dos Cristãos, ‘Eram assíduos na escuta do ensinamento dos apóstolos e na união fraterna, na fracção do pão e na oração’, frase que evoca a experiência da comunidade de Jerusalém tal como é narrada no livro bíblico dos Actos dos Apóstolos (séc. I).

Para Bento XVI, as características que definem o primeiro grupo de cristãos como espaço “de unidade e de amor” continuam a representar “os pilares da vida de toda a comunidade cristã e constituem também o único fundamento sólido sobre o qual avançar na construção da unidade visível da Igreja”.

Referindo-se à primeira particularidade dos cristãos de Jerusalém, o Papa salientou que “ainda hoje a comunidade dos crentes reconhece na referência ao ensinamento dos apóstolos a norma da própria fé”.

No que respeita à união fraterna, segundo tópico do tema da Semana de Oração, Bento XVI sublinhou que, à semelhança do que aconteceu “ao tempo da primeira comunidade cristã”, ela continua a ser hoje “a expressão mais tangível, sobretudo para o mundo externo, da unidade entre os discípulos” de Cristo.

A intervenção de Bento XVI centrou-se também “fracção do pão”, termo que evoca o relato bíblico em que dois viajantes que faziam o trajecto entre Jerusalém e Emaús com Cristo apenas o reconheceram quando, na refeição tomada ao anoitecer, ele partiu o pão.

“A comunhão com o sacrifício de Cristo é o cume da nossa união com Deus e representa por isso também a plenitude da unidade” dos cristãos, disse o Papa, que lamentou não poder ser possível concretizá-la em conjunto.

No entender de Bento XVI, esta “experiência dolorosa”, que confere uma “dimensão penitencial” à oração de todos os cristãos, “deve tornar-se motivo de um empenho ainda mais generoso da parte de todos”, para que, “removidos os obstáculos à plena comunhão”, chegue o dia em que seja possível “partir juntos o pão eucarístico e beber do mesmo cálice”.

A oração, por seu lado, “é desde sempre a atitude constante dos discípulos de Cristo” que possibilita a abertura “à fraternidade”, “ao perdão e à reconciliação”.

O Papa realçou que os cristãos têm “uma responsabilidade comum” para o mundo, ao oferecer um “forte testemunho” que os torne “portadores de uma mensagem que oriente e ilumine os caminhos” da humanidade, “muitas vezes privados de pontos de referência claros e válidos”.

Bento XVI deixou uma saudação em português, exortando os peregrinos lusófonos ali presentes “a perseverar na oração, pedindo a Deus o dom da unidade, a fim de que se cumpra no mundo inteiro o seu desígnio de salvação”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:

Dies Domini - Capítulo III - A assembleia eucarística, alma do domingo
...
A dimensão eclesial intrínseca da Eucaristia realiza-se todas as vezes que esta é celebrada. Mas com maior razão, exprime-se no dia em que toda a comunidade é convocada para relembrar a ressurreição do Senhor. De modo significativo, o Catecismo da Igreja Católica ensina que « a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no centro da vida da Igreja ».

33. De fato, é precisamente na Missa dominical que os cristãos revivem, com particular intensidade, a experiência feita pelos Apóstolos na tarde de Páscoa, quando, estando eles reunidos, o Ressuscitado lhes apareceu (cf. Jo 20,19).
...
36. A assembleia dominical é lugar privilegiado de unidade: ali, com efeito, se celebra o sacramentum unitatis, que caracteriza profundamente a Igreja, povo reunido « pela » e « na » unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

As intenções são absolutamente claras: reunir os cristãos no domingo.

Fonte: Diário da Profecia

Vaticano planeja evento para promover o descanso dominical

Bento XVI considera que a organização do trabalho - como mera busca do lucro - e a concepção atual da festa - como oportunidade de consumo - contribuem, infelizmente, para separar a família. O Papa dirigiu uma carta, publicada no dia 24 de setembro, ao presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, como preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias (EMF), que se realizará em Milão, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema "Família: o trabalho e a festa".

Nesta carta, Bento XVI insta a "promover uma reflexão e um compromisso dirigidos a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade". [grifo acrescentado]

"Em nossos dias, infelizmente, a organização do trabalho, pensada e realizada em função da concorrência do mercado e do lucro máximo, e a concepção da festa como oportunidade de evasão e de consumo, contribuem para separar a família e a comunidade, e a difundir um estilo de vida individualista", lamenta. O Papa explica que "o trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as decisões, influenciam as relações entre os cônjuges e entre os pais e filhos, e incidem na relação da família com a sociedade e com a Igreja".

Citando o livro do Gênesis, recorda que "família, trabalho e dia festivo são dons e bênçãos de Deus para ajudar-nos a viver uma existência plenamente humana". Segundo o Pontífice, "o desenvolvimento autêntico da pessoa inclui tanto a dimensão individual, familiar e comunitária, como as atividades e as relações funcionais, assim como a abertura à esperança e ao Bem sem limites".

Bento XVI destaca que o próximo EMF "constitui uma ocasião privilegiada para reapresentar o trabalho e a festa a partir da perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem integrada na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade das relações, além da economia do próprio núcleo familiar".

Fonte: Zenit

O EMF... se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313).

Fonte: Zenit

NOTA Minuto Profético: Embora concorde com a argumentação do pontífice de que o excesso de trabalho e a busca desmedida do lucro, bem como a não observância do descanso semanal contribuem para desestruturar a família e a sociedade, discordo totalmente quanto ao dia recomendado para o descanso. O único dia de descanso prescrito por Deus para a humanidade é o sábado do sétimo dia: "Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre." (Êx 31:16 e 17). A escolha de Milão para esse evento faz ligação direta com o Imperador Constantino, o mesmo a decretar a primeira lei dominical da história. Coincidência ou realmente está para acontecer o que o apocalipse (13:15-17) revelou há muito tempo? Várias pessoas estão combatendo a Nova Ordem Mundial, porém, quase ninguém ainda percebeu a clara ligação do culto luciferiano com a guarda do domingo (dia do sol, símbolo de Lúcifer no ocultismo/paganismo) como sinal da Nova Ordem Mundial...

Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos

BRUXELAS, terça-feira, 19 de outubro de 2010 (ZENIT.org) - A guarda do domingo, natureza específica do domingo na Europa e na União Europeia, e a defesa do domingo em relação à defesa dos direitos humanos na Ásia, África e nos outros lugares onde há perseguição dos cristãos, foram os principais temas de uma coletiva de imprensa realizada no último dia 13 de outubro, na sede do PARLAMENTO EUROPEU DE BRUXELAS.

"Durante vários anos, não houve nenhum rastro do caráter específico do domingo nos documentos da União Europeia", constatou o secretário da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), Piotr Mazurkiewicz.

"Nestes meses, está sendo trabalhado num projeto de diretiva sobre a restauração do registro de 1983 sobre um caráter especial do dia da festa para os cristãos", informou.

"Uma pessoa precisa pelo menos de um dia de descanso na semana para recuperar-se, por exigências espirituais e para ter tempo para estar com a família", explicou Mazurkiewicz.

Por esses motivos, "é muito importante guardar e proteger o domingo, como dia livre, como estão pedindo associações culturais, movimentos religiosos e sindicatos", continuou.

"Esta iniciativa dos cidadãos da União Europeia é um instrumento importante para o futuro e tem a natureza da mobilização - acrescentou o secretário da COMECE. Para a realização desta iniciativa, é necessário recolher um milhão de assinaturas em nove países da União Europeia."

Por sua parte, o bispo de Tarnów, Dom Wiktor Skworc, explicou que "não é possível imaginar a Europa de hoje sem o domingo como um dia para a família" e que " a humanidade deve ter a possibilidade de satisfazer suas necessidades religiosas".
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Para mais informações, aqui.

Aqui está disponível o texto da petição sobre o domingo.

Nota DDP: As possibilidades em torno das razões para uma futura lei dominical estão se delineando, mas todas elas ratificam o que a Bíblia antecipou: a pressão pelo reconhecimento de um falso sábado. Veja também "Santa Sé recorda que o Estado de Direito necessita da lei moral natural".

Nota DD: Será por acaso que tal assunto foi discutido justamente no prédio que faz alusão à antiga Torre de Babel?



Sem pressão? (vídeo em inglês)

Com a ajuda da Spanner films o movimento ambientalista britânico 10:10 lançou um vídeo (No Pressure, traduzido como Sem Pressão) para incentivar as pessoas a diminuir em 10% as emissões de CO2 em um ano. A mensagem do vídeo é de um mau gosto terrível ainda que encarada como ironia ou sátira, e revela o verdadeiro objetivo por trás do ECOmenismo: eliminar aqueles que não concordarem com a tese oficial do aquecimento global provocado pelo homem e não acatarem as "soluções" propostas (dentre elas o descanso dominical obrigatório)... Ainda surpresas, as próprias filiais do movimento 10:10 espalhadas pelo mundo estão tentando explicar o que, de fato, é inexplicável...



Fonte: Minuto Profético, via Diário da Profecia

Pacto ecumênico pretende o domingo como dia de descanso na Europa

Igrejas e entidades caritativas apresentam plano com quatorze pontos

BRUXELAS, quarta-feira, 6 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – A frase do Êxodo 23, 3 – "Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo" – é o título de um relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais Igrejas europeias e suas organizações.

O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do continente para se unir na luta contra a pobreza.

O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, que contou com 150 participantes.

A primeira recomendação é implementar "uma nova cláusula social no Tratado da União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”.

Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social.

Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV (Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.

Outras recomendações referem-se ao desenvolvimento de um sistema de salário mínimo de sobrevivência para todos, adotação de uma visão de longo prazo para enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo baseado na moderação e na generosidade.

As Igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos.

Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como uma premissa para uma sociedade mais participativa.

A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos – deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das Igrejas, incluindo os provedores confessionais de serviços.

A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o objetivo de reduzir seu número.

Fonte - Zenit, via Diário da Profecia

Nota DDP: União de igrejas, imposição de leis e adoção do domingo. Falta apenas o assunto cruzar o oceano.

Domingo é para a família

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, manifestou-se ontem preocupado com a abertura do comércio aos domingos porque, na sua opinião, perturba a vida familiar.

D. Jorge Ortiga esteve reunido com o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, para discutirem os principais constrangimentos com que se debatem os empresários do comércio e serviços, designadamente a questão da abertura das grandes superfícies ao domingo, que o prelado critica.

No final do encontro com o responsável do comércio e serviços, o presidente da Conferência Episcopal, declarou que o domingo deve ser o dia da família por que existe a “necessidade de um dia, para que os povos se possam encontrar, para que os pais se possam encontrar com os filhos”.

Aquele responsável da Igreja afirmou, entretanto, sobre a questão do trabalho ao domingo e da abertura consequente das grandes superfícies, que a sua opinião “é a opinião da Igreja, fundamentada não exclusivamente nos motivos religiosos”. E explicou: “estes motivos também entram mas só em termos da defesa da família, uma vez que a família necessita de tempos e de espaços para se encontrar, para poder dialogar e conviver e o trabalho ao domingo irá fazer com que muitas famílias não tenham oportunidade de o fazer”.

Fonte - Correio do Minho

Nota Cristo Voltará: O slogan global para o domingo, desde o final da década passada é: “Domingo: dia do Senhor, dia da família”. Isso quer dizer que a defesa do domingo é para que a sociedade reserve-o para que a família se reúna. Assim, pretende-se formar uma nova sociedade para esse terceiro milênio, uma sociedade de paz, com suas bases formadas numa família estabilizada.

Bispos e deputados em defesa do descanso semanal ao domingo

O domingo como o dia de descanso semanal e em defesa da família, sobretudo da criança, é o objectivo da petição europeia lançada na Alemanha e que chega, agora, a Portugal. Dezoito mil já subscreveram o documento, mas é necessário um milhão de assinaturas. Bispos e deputados portugueses aplaudem.

A ideia é do deputado alemão do Parlamento Europeu Martin Kastler, que quer que as empresas, sobretudo o comércio, tenham as portas fechadas ao domingo. A legislação do seu país, tal como a europeia, prevê o domingo como o dia de descanso semanal, mas a regulamentação não é aplicada em todos os países.

"O pai e a mãe pertencem-nos ao domingo", é o slogan da campanha. Os mentores sublinham que a realidade se afasta cada vez mais desse ideal e que muitos cidadãos, em "especial as crianças, estão a sofrer com a chamada 'flexibilização' do mercado de trabalho. Os filhos "têm direito aos pais", que precisam de ter "tempo" para os proteger. Uma pretensão que parece unir igreja e sindicalistas, direita e esquerda.

São várias as organizações ligadas à igreja que apoiam a iniciativa, nomeadamente a Liga Operária Católica - Movimento dos Trabalhadores Cristãos, a Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Europeia e o Centro Europeu para os Assuntos dos Trabalhadores.

"Concordo e com doutrina. É uma forma de humanização da sociedade e a humanização da própria pessoa, que estão cada vez mais desumanizadas", argumenta D. Manuel Martins. O antigo bispo de Setúbal lembra que levantou a voz quando se começaram a instalar as grandes superfícies em Portugal e o tempo deu-lhe razão. "Estive esta semana em Setúbal e fiquei espantado com as lojas da Baixa que fecharam e como o centro está desumanizado", diz.

O aparecimento das grandes superfícies e o alargamento dos horários, incluindo a abertura ao domingo, constituem a principal preocupação dos mentores da petição. E, recentemente, os próprios europeus organizaram um debate em defesa da folga ao domingo, o que prova que esta não é uma pretensão apenas das organizações católicas.

A deputada comunista Ilda Figueiredo foi um das que participaram na iniciativa. "Houve uma declaração conjunta em defesa do domingo como descanso dos trabalhadores e em defesa do pequeno comércio, mas também da família. E não é, apenas, uma preocupação dos católicos. A luta pelo encerramento do comércio tem mais de cem anos e há países que respeitam esse dia, como é o caso da Bélgica. Em Portugal é que há a liberalização dos horários."

A deputada comunista não defende que tudo esteja fechado ao domingo, nomeadamente os restaurantes, os cinemas e os hospitais, "mas que deveriam fechar os sectores em que fosse possível".

Já o deputado europeu Diogo Feio entende não ser necessário regulamentar essa matéria. "Muitos cidadãos europeus têm o seu descanso semanal ao domingo, mas há situações em que isso não é possível. Com certeza que observaremos a petição quando chegar ao PE, mas não vejo utilidade nessa pretensão." E diz que não teve contactos com o colega alemão e que é da sua família ideológica (Partido Popular Europeu).

A petição surge no seguimento do Tratado de Lisboa que consagrou o "direito de petição" como um direito fundamental. Mas falta, ainda, regulamentação.

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque), via Diário da Profecia

Nota O Tempo Final: Nada que nos surpreenda; é, de resto, algo que já conhecíamos, sendo a única novidade ser agora tratado no âmbito da sociedade portuguesa.

No entanto, registo duas expressões deliciosas que o texto refere: "unir igreja e sindicalistas, direita e esquerda" e "não é uma pretensão apenas das organizações católicas"! Pense nisso...

Os observadores do sábado necessitam de sabedoria

(por Ellen G. White)

"Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portantos, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas" (Mt 10:16).

Quando os costumes do povo não estão em conflito com a lei de Deus, podeis sujeitar-vos a eles. Se os obreiros deixarem de fazer isto, não somente prejudicarão seu próprio trabalho, mas colocarão pedras de tropeço no caminho daqueles pelos quais labutam, impedindo-os de aceitar a verdade. Aos domingos ocorre a melhor oportunidade para os que são missionários realizarem escolas dominicais e aproximarem-se do povo da maneira mais simples possível, falando-lhes do amor de Jesus pelos pecadores e instruindo-os nas Escrituras. ...

Presentemente a observância do domingo não é a prova. Chegará o tempo em que os homens não somente proibirão o trabalho no domingo, mas procurarão obrigar as pessoas a trabalhar no sábado e a concordar com a observância do domingo ou perder a sua liberdade e a vida. Mas o tempo para isto ainda não chegou, pois a verdade precisa ser apresentada mais amplamente como testemunho perante o povo. ...

A luz que tenho é que os servos de Deus devem silenciosamente entregar-se ao trabalho de pregar as sublimes e preciosas verdades da Bíblia - Cristo e Este crucificado, Seu amor e infinito sacrifício - mostrando que a razão porque Cristo morreu está no fato de que a lei de Deus é imutável, inalterável, eterna. ...

O sábado deve ser ensinado de maneira definida, mas sedes cuidadosos ao lidar com o ídolo do domingo. Para os sábios, uma palavra basta. ...

Abster-se do trabalho aos domingos não é receber o sinal da besta; e onde isto promoverá os interesses da obra, deve ser efetuado. Não devemos afastar-nos de nossa maneira de proceder para trabalhar aos domingos. ...

Quando os que ouvem e veem a luz sobre o sábado tomam sua posição ao lado da verdade para guardar o santo dia de Deus, surgirão dificuldades; pois serão feitos esforços contra eles para compelir homens e mulheres a transgredir a lei de Deus. Aí eles terão de permanecer firmes, para não violarem a lei de Deus; e se a oposição e a perseguição forem mantidas decididamente, atendam eles as palavras de Cristo: "Quando... vos perseguirem numa cidade, fugi para outra."
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CGTP e UGT «totalmente contra» abertura de hipermercados aos domingos

A CGTP e a UGT mostraram-se, esta quarta-feira, «totalmente contra» a decisão do Governo de alargar o horário de funcionamento das grandes superfícies comerciais aos domingos e feriados.

«A maior parte dos portugueses já têm dimensão de pobreza suficiente para andarem a ser pendurados no consumo. O que nós precisamos é de investimento produtivo, produção de bens e serviços úteis, e não uma lógica demolidora de resolver tudo pelo consumo», declarou o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, citado pela TSF.

Já João Proença fala numa «escalada da desregulação laboral» que não deve ser permitida. «O que está em causa é uma escalada para que todos os trabalhadores deste país trabalhem todos os dias, indiferentemente, acabando com os sábados e com os domingos», explicou o secretário-geral da UGT.

Fonte - A Bola (via Diário da Profecia)


Jovens apresentam Carta Magna de Valores na ONU

NOVA YORK, quinta-feira, 19 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – No dia 13 de agosto, foi celebrado o Parlamento Universal da Juventude (World Youth Parliament), na sede das Nações Unidas em Nova York. 300 jovens de todo o mundo apresentaram uma Carta Magna de Valores para uma Nova Civilização, fruto do trabalho de muitos jovens durante vários anos.

Este fórum mundial foi criado nos anos 1980 por Fernando Rielo, também fundador do Instituto Id – Missionárias e Missionários Identes e Juventude Idente –, e este ano foi convocado pela Fundação Fernando Rielo, a Universidade St. John’s (Nova York) e a Universidade Técnica Particular de Loja (Equador).

Participaram jovens de 20 países da América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia.

Na sessão solene foi lida a mensagem do presidente da Juventude Idente Internacional e também do Instituto Id de Missionárias e Missionários Identes, Jesús Fernández Hernández, em que se recordou que justamente nas ONU, há 30 anos, o fundador do Parlamento, Fernando Rielo, sonhou com um parlamento universal.

Em sua mensagem, Fernández convidou os jovens a quebrarem as barreiras entre as pessoas e os países por meio do amor e da amizade. Ele destacou o propósito da Carta Magna de colocar como modelo de valores Cristo, que acolhe todos os valores sem exclusão.

Por sua vez, o cardeal Edward Egan, arcebispo emérito de Nova York, elogiou a ideia dos jovens de redigir uma Carta Magna de Valores, para que seja um referencial da sociedade atual, assim como a Carta Magna realizada em 1215 na Inglaterra, que constituiu um importante avanço no mundo jurídico anglo-saxão.

Ele elogiou o fato de que a Carta aprovada pelos jovens toque todos os grandes temas da humanidade e em especial os direitos à vida e à liberdade, baseando-se na espiritualidade da pessoa.

A Carta Magna de Valores é fruto do trabalho local e nacional de milhares de jovens, de 20 países. Foi aprovada por votação pelos jovens parlamentares nos dias 11 e 12 na Universidade St. John’s, em Nova York.

A 13 de agosto, na ONU, aconteceu a leitura da Carta Magna. Trata-se de um documento de dez pontos, em que os jovens descrevem a sociedade que buscam construir neste terceiro milênio para superar os conflitos, os múltiplos atentados contra a vida humana, a fome, a desigualdade e o desemprego, o problema ambiental, entre outros.

Para isso, o documento propõe princípios, acordados entre a grande diversidade de jovens, e os compromissos a se viver nos distintos âmbitos da convivência humana: relações interpessoais, família, política, economia, meio ambiente, educação e redes de comunicação.

O Parlamento Universal da Juventude busca difundir esta carta em todas as instâncias políticas, sociais e religiosas, para que possa ser um documento de referência para as constituições políticas dos diferentes Estados.

O World Youth Parliament, criado em 1991, tem por objetivo que todos os jovens, sem distinção alguma, pesquises e analisem temas que os preocupam e que suas conclusões e propostas sejam ouvidas em âmbito mundial por todas as instâncias políticas, sociais e religiosas.

O desafio é ouvir a voz dos jovens e que, superando preconceitos ideológicos e barreiras culturais, promovam a unidade e a paz dos povos.

Fonte - Zenit

Nota DDP: A leitura do documento chama a atenção em relação ao fator tempo. Tempo para desenvolver a vida espiritual e tempo para ser dedicado à família sem interferência profissional ou que possa prejudicar os relacionamentos. Tendo em vista que os princípios debatidos convergem no sentido de serem observados como "referência para as constituições políticas dos diferentes Estados", percebe-se o quanto a questão de um tempo de descanso reconhecido e legislado é a intenção final deste tipo de causa. Mas... qual seria o tempo a ser eleito para estes fins?

O documento completo em inglês e espanhol pode ser lido aqui.

Fonte: Diario da Profecia

Adventistas monitoram possível lei de fechamento dos negócios aos domingos na Europa

Proponentes da liberdade religiosa adventista do sétimo dia estão acompanhando uma proposta de um membro do Parlamento Europeu que deseja que as empresas na Europa fechem suas portas aos domingos. Martin Kastler, membro do Parlamento da Alemanha, está pedindo pela aprovação de leis semelhantes às de seu país de origem em todo o continente, que incentivam os funcionários a ter um dia de folga no trabalho para ficar com suas famílias, afirmou o New York Times.

Embora as regras parlamentares impeçam a maioria dos membros, incluindo Kastler, de apresentar leis, uma petição dos cidadãos recentemente promulgada requeriria que os 736 membros do Parlamento elaborassem uma legislação desse tipo, se os partidários levantassem 1.000.000 de assinaturas de todos os países-membros, segundo o jornal.

Apesar de muitos adventistas agora na Europa viverem e adorarem em países com leis semelhantes, a Igreja tem tradicionalmente se oposto a tais leis, citando a possível discriminação religiosa.

"Nós concordamos que as pessoas precisam de um dia de descanso, mas queremos ter a certeza de que quem não tem o domingo como dia de descanso religioso designado será respeitado e acolhido", disse John Graz, Relações Públicas e Liberdade Religiosa (PARL) diretor para a Igreja Adventista a nível mundial e secretário-geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa.

"Esperamos que aqueles por trás da proposta compreendam a dimensão pluralista da sociedade europeia hoje e a importância de respeitar diferentes crenças religiosas", disse ele.

Líderes da Igreja da Divisão Euro-África, localizada na Suíça, disseram que estão monitorando a situação. Este Outono, eles planejam realizar consultas com as lideranças locais a respeito de uma possível resposta para qualquer progresso na iniciativa de Kastler.

"Se era apenas esta questão da abertura de lojas aos domingo, nossos membros não veriam isso como um problema", disse Karel Nowak, diretor de Liberdade Religiosa para a Igreja na Euro-África. "Esta já é a situação atual em muitos países na Europa central e ocidental".

A preocupação chave de Nowak está nos possíveis argumentos de apoio à iniciativa. Ele disse que algumas pessoas querem "reforçar os valores tradicionais europeus", que significa os "valores e estilo de vida cristãos tradicionais".

"Na minha opinião, esta evolução é preocupante e pode levar a uma escalada de tensão entre diferentes grupos", disse Nowak.

Fonte: Adventist News Network

Tradução - Minuto Profético (via Diário da Profecia)

Apelo ao consumismo é «obsceno»

O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social qualificou como “obsceno” o apelo ao consumismo, num período de crise.

“O apelo ao consumismo que ainda é feito nalguma publicidade, mesmo de alguns bancos, neste momento, é obsceno”, atirou D. Carlos Azevedo, no final de uma reunião extraordinária do Conselho Consultivo da Pastoral Social, que decorreu em Lisboa.

Na conferência de imprensa que encerrou o encontro, o Bispo Auxiliar de Lisboa comentou o alargamento dos horários de abertura dos hipermercados, ao Domingo, considerando que “devemos defender o bem comum dos cidadãos que trabalham nesses dias e nessas horas”.

O Conselho de Ministros de 22 de Julho aprovou, na generalidade, um Decreto-Lei que harmoniza os horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais, independentemente da sua dimensão, possibilitando que estejam abertos entre as 6 e as 24 horas, todos os dias da semana.

Alfredo Bruto da Costa, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), considera que esta medida “vem na linha de um estilo de vida muito baseado no consumo”.

“Há uma grande preocupação da economia a incentivar as pessoas a consumirem mais e mais facilmente”, referiu, assinalando que a decisão do Governo “vai ao arrepio de um modelo equilibrado de vida pessoal e familiar”.

Esta medida, indicou, “suscita uma reserva de princípio, porque tem sido um caminho de fazer vingar as possibilidades das grandes superfícies contra o comércio de proximidade, por um lado, e de um estilo de vida familiar e de lazer dos trabalhadores”.

Em declarações à Lusa, o Pe. Manuel Morujão, secretário da Conferência Episcopal, defendeu que “a lógica do lucro não pode governar a sociedade e os domingos devem ser dias de encontro para os familiares”.

Fonte - Ecclesia (via Diário da Profecia)

Nota DDP: A intervenção religiosa nos domínios econômicos vista em tantas manifestações no período de turbulência econômica que vive o mundo, onde algumas questões acabam sugeridas apenas nas entrelinhas, são esclarecidas com esse tipo de manifestação. Como resta bastante claro, o pensamento sugerido é de que a guarda do domingo tem lugar a ser considerado no campo da economia, ainda que seja sob a insígnia de proteção da família. Quanto tempo até que os ecos políticos apareçam?

Domingo é dia de descanso

Cidade do Panamá, 07 jun (RV) - O Arcebispo da capital panamenha, Dom José Domingo Ulloa Mendieta, se disse contrário à intenção do Governo de eliminar o domingo como dia de descanso obrigatório para favorecer os empresários.

Ao celebrar o encontro eucarístico no país, o Arcebispo alertou que “está em jogo a dignidade do homem e da mulher. Na história, sempre foi necessária a alternância entre trabalho e descanso; e hoje, isso é ainda mais urgente pois a ciência e a tecnologia ampliaram extremamente o poder que o homem exerce por meio de seu trabalho”.

Por sua vez, os principais sindicatos do país estão preparando uma estratégia para se opor ao projeto do Governo de realizar mudanças na legislação trabalhista. Eles afirmam que isso é necessário para ajudar as empresas, sujeitas à abertura dos mercados e à globalização.

Dom Ulloa Mendieta defende que ”a Igreja Católica não é um sujeito político, mas sim um sujeito social e sua missão exige que não perca sua independência nem autoridade moral para advogar a favor dos necessitados: nossa tarefa é formar consciências, defender a justiça, a verdade e educar na dignidade individual e política” - disse.

“Como pastor, estou cada vez mais convencido de que este país merece que sua população goze de serviços de saúde, educação e alimentação de Primeiro Mundo; que ofereça empregos decentes para homens e mulheres, e isto é possível com políticas de Estado com uma visão de desenvolvimento humano sustentável” - acrescentou ainda.

Fonte - Radio Vaticano (via Diário da Profecia)

Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. ...
Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador dos sindicatos será muito opressivo. (Eventos Finais - EGW - p. 116/117)

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