Vaticano: Papa pede respeito pelo descanso dominical

Bento XVI sublinha necessidade de «equilíbrio» no mundo laboral para ajudar famílias


Cidade do Vaticano, 16 mai 2012 (Ecclesia) – Bento XVI apelou hoje no Vaticano ao respeito pelo domingo como “dia de descanso”, pedindo atenção às necessidades das famílias na sua relação com o mundo do trabalho.

O Papa falava perante milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, para a audiência pública desta semana, evocando a celebração, esta terça-feira, do Dia Internacional das Famílias, promovida pela ONU e dedicada este ano ao “equilíbrio entre duas questões estreitamente ligadas: a família e o trabalho”.

“Este último não deveria colocar obstáculos à família, mas, pelo contrário, sustentá-la e uni-la, ajudá-la à abrir-se à vida e a entrar em relação com a sociedade e com a Igreja”, disse.

Bento XVI pediu, neste contexto, que “o domingo, dia do Senhor e Páscoa da semana, seja dia de descanso e ocasião para reforçar os laços familiares”.
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Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Não por mera coincidência, o que evidencia o entrelaçamento do braço religioso com o político, noticia a Radio Vaticano que "ONU pede condições de trabalho favoráveis às famílias", de onde se pode destacar:

"Evocando o tema do próximo Encontro Mundial das Famílias, “A família, o trabalho e a festa”, Ban destaca a necessidade do equilíbrio trabalho-família, ou seja, de ajudar os trabalhadores a sustentaram financeira e emocionalmente suas famílias, contribuindo, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento sócio-econômico."

Mais do que isso, pode ainda ser aproveitado no contexto, o severo quadro de crise econômica vivido pela Europa, trazendo para o debate político e religioso, também o vetor econômico, como a mesma Radio Vaticano noticia em "Caritas preocupada com a situação na Europa".

Ainda sobre o destaque do representante da ONU sobre “A família, o trabalho e a festa” lembramos as considerações de BXVI sobre o evento programado para iniciar-se em 29 de Maio próximo:

"Por isso –continua–, é necessário promover uma reflexão e um compromisso para conciliar as exigências e os tempos do trabalho com os da família e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade".

Alguma dúvida sobre o que o braço político (ONU), está a promover do braço religioso (Vaticano)?

Maranata.



Fonte: Diário da Profecia

Pastor evangélico convoca todos a guardarem o domingo

As disciplinas espirituais são hábitos que mantemos os quais nos conectam a Deus. Eles vêm da convicção judaica das formas de ação e revelam o que, em última análise, acreditamos. Nossa fé pode ir e vir, mas nossas ações não devem nunca abdicar. Isso pode ser verdade para as pessoas de todos os tipos de fé.

Nós dançamos em harmonia com Deus quando guardamos o shabbath. A razão pela qual somos chamados a ter um dia de descanso é simples. Os seres humanos temos a tendência de esquecer que não criamos o mundo e, portanto, que o mundo não depende de nós.

Barbara Brown Taylor conta uma história sobre um amigo, David, que cresceu em Atlanta e o que ele lhe ensinou sobre a fidelidade a Deus:

Quando eu era aluna do primeiro colegial, meu namorado Herb jogou no time de basquete do colégio. No entanto, ele não era o melhor jogador. O jogador estrela era um garoto chamado David, que marcou tantos pontos durante sua carreira de quatro anos que o treinador aposentou sua camisa quando ele se formou. Isto teria sido notável em quaisquer circunstâncias, mas foi duplamente notável pelo fato de David não jogar nas noites de sexta-feira.

Nas noites de sexta-feira, David observava o shabbath com o resto de sua família, que generosamente se retiravam quando os amigos de David não judeus chegavam em casa, suados e derrotados, após os jogos de sexta à noite. Após cada jogo da noite de sexta-feira, os amigos de Davi chegavam à sua casa para descrever o jogo em detalhes.

"Jogada por jogada" os amigos não judeus eram autorizados a falar e criar mundos na sala de estar de David. Alguém na sala perguntou a David se ele ficava incomodado de ficar sentado em casa, enquanto sua equipe "estava sendo derrotada no ginásio do ensino médio."

"Ninguém me obriga a fazer isso", respondeu ele. "Eu sou judeu, e judeus observam o shabbath."

Seis dias por semana, disse ele, amava jogar basquete mais do que qualquer coisa e alegremente dava tudo de si para o jogo. No sétimo dia, ele amava ser judeu mais do que gostava de jogar basquete e, alegremente, dava tudo de si para o shabbath.

Claro, ele sentiu um tranco, mas este era o ponto. O shabbath era sua chance de lembrar o que era realmente real. Uma vez que três estrelas eram visíveis no céu à noite de sexta-feira, sua identidade como judeu era mais real para ele do que sua identidade como a estrela do nosso time de basquete."

É essencial para os cristãos criar espaços regulares e intencionais de tempo em que não trabalhem, nem e-mail, fax, limpeza, ou cuidados na lavanderia. Um tempo em que nós permitimos que nossos corações se acalmem e as vozes silenciem. O shabbath é um tempo quando lembramos que Deus fez o mundo e descansou, que Ele nos chama para descansar com ele, ouvir a sua voz, e estar ciente de sua presença.

E é um momento para recordar, de acordo com o ensino do Antigo Testamento hebraico sobre o shabbath e o Jubileu, que haverá um dia em que todos os povos do mundo descansarão, não apenas aqueles que podem arcar financeiramente para tirar um dia de folga.

A observância do shabbath nos lembra que somos peregrinos em uma terra estrangeira, esperando o mundo se tornar o que o mundo era para ser. Nós recordamos vividamente que, embora Deus tenha criado o mundo, o mundo não está da maneira que Deus o fez.

Quando guardamos o shabbath, proclamamos para o resto do mundo que Deus está no negócio de fazer novas coisas. Deus precisa de uma maneira para nos lembrar que não estamos mais no Egito, empilhando tijolos para o Império. Se as ocupações e a idolatria infestam nossa vida coletiva, o shabbath é um meio pelo qual podemos nos tornar mais como a pessoa que Deus nos criou para ser.

Nos últimos anos, tenho trabalhado rigorosamente para manter um shabbath inteiro na minha agenda semanal. Nem sempre tem sido fácil. Mortes, nascimentos, tragédias, milagres e deveres mundanos da vida mostram pouca consideração para com o meu desejo pessoal de descansar.

Lentamente, ao longo do tempo, quando essas coisas acontecem no shabbath, eu sou tentado a pegar e resolver tudo. Às vezes, quando as circunstâncias exigem, eu tenho que me envolver. Na maioria das vezes, no entanto, guardando o shabbath me convenço que o mundo pode correr bem sem mim. Eu vejo um papel claro para mim na história divina. Eu sou importante nesta narrativa, mas eu não sou o ponto principal, ou o personagem principal. O shabbath me ensina isso.

Inteiro. Descansado. Ouvindo. Atento. Purificado.

Isto é que é o shabbath. Ele cria o espaço em nossas vidas para lembrarmos quem somos. Para lembrar que somos jogadores em uma história diferente.

Os americanos trabalham duro. Talvez muito duro.

Este é um convite aos judeus, hindus, muçulmanos, ateus, agnósticos, budistas e cristãos.

Um dia por semana. Descanse. Pelo amor de Deus.

Dr. Josh Graves

(Pastor da Otter Creek Church)


Fonte: Fox News


NOTA Minuto Profético: A intenção do texto está bem clara: que todos, não importando a profissão religiosa, guardem o domingo! Na cultura norte-americana, a palavra shabbath já significa domingo. Para que ninguém ficasse em dúvida, o título do texto deixou bem claro! Quem deve estar pulando de alegria com isso é a Santa Sé, que mudou, sem autorização das Escrituras, o dia de guarda do sétimo dia para o primeiro dia da semana, e tornou o domingo seu sinal de poder. Todas as pessoas do mundo serão convocadas a dobrar seus joelhos diante deste ídolo (domingo) conforme revelado em Apocalipse 13:15-17. O mistério da iniquidade está quase atingindo seu clímax. A mensagem das Escrituras, porém, é clara: "Adorai aquele que fez o céu a terra, o mar e as fontes das águas" (Ap 14:7) - verdade essa que faz alusão ao quarto mandamento, o único que traz o nome do Criador! (Ex 20:8-11). De que lado você vai ficar?

Regulamentações, Desespero e o Estado

A vida, por si só, já é difícil. Para muitas pessoas, no entanto, o governo consegue piorá-la ainda mais. Lembro-me dos velhos dias da era soviética, os quais para mim tipificam perfeitamente o que significa viver em uma sociedade sob total controle do estado. O governo criou uma revista chamada Vida Soviética, a qual era repleta de fotos de pessoas felizes e saudáveis vivendo vidas ativas e gratificantes. O contraste com a realidade não tinha como ser mais extremo. Emigrantes contavam histórias de uma população desmoralizada buscando refúgio no álcool, nas drogas e no suicídio – qualquer coisa servia para fugir da tóxica combinação entre padrão de vida em queda acentuada e a ausência de liberdade de escolha devido ao despotismo. Hoje, todos sabemos que as propagandas do governo soviético eram uma mentira. No entanto, aparentemente ainda não nos demos conta de que essa tragédia humana não é exclusividade de uma sociedade totalmente socializada. Qualquer nação pode chegar a essa situação a passos curtos, porém contínuos, aumentando o tamanho do Estado e expandindo seu poder e seu alcance ano após ano até ele finalmente se fazer presente em absolutamente todos os aspectos da nossa vida e de nossas atividades diárias.

Em várias economias atuais, já se chegou a um ponto em que é impossível viver fora do escopo do Estado. Aonde quer que vamos, temos de lidar com barreiras policiais; burocratas estão por todos os lados impondo leis, criando regulamentações, demandando documentos, proibindo-nos de fazer o que queremos fazer e obrigando-nos a fazer o que não queremos fazer.

A história a seguir ocorreu nos EUA, mas histórias similares podem perfeitamente estar ocorrendo rotineiramente ao redor do mundo.

Trata-se da triste e trágica história de Andrew Wordes, um criador de galinhas que foi levado ao completo desespero em decorrência dos seguidos assédios do governo e acabou se suicidando no mês passado. Seu martírio continua me apavorando. Andrew foi apenas mais um entre milhões de casos de tormentos psicológicos similares causados pelo governo, direta e indiretamente. São eventos completamente evitáveis, os quais infligem terríveis sofrimentos e perdas ao mundo.

Ele era como qualquer um de nós: apenas mais um ser humano vivendo sob o despotismo de nossa era. Ele conseguiu resistir aos assédios do Estado enquanto teve os nervos para tal. Porém, em vez de finalmente aquiescer e obedecer, ele decidiu que uma vida que não mais lhe pertencia não valia a pena ser vivida.

É uma história dramática e profundamente triste, e que serve de alerta sobre um pouquíssimo falado custo de se viver em uma sociedade gerida pelo Estado: a desmoralização que nos acomete quando não mais estamos no controle de nossas vidas.

Todo o suplício de Andrew começou há apenas alguns anos, quando ele começou a criar galinhas em seu quintal. Sua propriedade era de um acre, mas era rodeada de bosques descampados. Ele adorava suas aves, vendia ou até mesmo distribuía de graça seus ovos e gostava de mostrar às crianças seus bichos. Ele era também muito bom nesse seu trabalho e, sendo uma pessoa independente, escolheu fazer dessa atividade que amava a sua profissão.

O município, no entanto, começou a contestar essa sua atividade e começou a assediá-lo. Em 2008, o departamento de zoneamento da prefeitura emitiu uma advertência com relação às galinhas em sua propriedade, dizendo que todo o empreendimento deveria ser revisto. Isso foi estranho, pois ele não estava violando absolutamente nenhum regulamento ou lei municipal. Ao contrário, o código municipal especificamente aprovava a criação de galinhas em propriedades com menos de dois acres. Até mesmo o prefeito, à época, chegou a questionar a postura do departamento. Mas os burocratas foram em frente mesmo assim. Um ano depois, contando com a ajuda do ex-governador do seu estado (Geórgia), Andrew venceu a causa nos tribunais.

Mas aí aconteceu o esperado: a câmara municipal simplesmente reescreveu a lei, abolindo todas as isenções. Os burocratas proibiram mais do que seis galinhas por terreno, e especificaram que todas as galinhas deveriam permanecer dentro de um recinto permanentemente cercado. Andrew tentou então conseguir uma licença para colocar barreiras cercando sua propriedade, mas como sua casa estava em uma planície aluvial, terreno sujeito a inundações, o município não liberou a aprovação. Em meio a toda essa controvérsia, houve uma enchente que inundou seu terreno e invadiu sua casa, e ele teve de usar até mesmo uma escavadeira para retirar toda a lama do terreno e, assim, salvar sua propriedade e suas galinhas.

Como era de se esperar, a câmara municipal prontamente emitiu duas intimações judiciais: uma por mover terra sem permissão e a outra pela criação ilegal de galinhas não confinadas. Em seguida, o município se recusou a enviar à Fema (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências) o pedido de Andrew por fundos de emergência para a reconstrução de sua propriedade após a tempestade (indivíduos sozinhos não conseguem receber esse tipo de dinheiro; é preciso um pedido formal do município). Não satisfeitos, os burocratas entraram em contato com a senhora que havia financiado a hipoteca de Andrew – que era amiga dele e credora de sua hipoteca havia 16 anos – e a pressionaram a vender a hipoteca para não ter problemas jurídicos.

Você está tendo a impressão de que Andrew estava sendo deliberadamente perseguido? E estava mesmo. E ele sabia disso. Na estrada, a polícia do município (Roswell) repetidamente o mandava encostar o carro para lhe aplicar multas. Isso foi feito inúmeras vezes e pelos motivos mais triviais possíveis, o que servia apenas para lhe gerar ainda mais transtornos. Os carros da polícia ficavam de prontidão em frente à sua casa apenas para segui-lo quando ele saísse de carro. E quando ele não conseguia pagar todas as multas aplicadas (ele já estava praticamente falido após tudo isso), os burocratas simplesmente o fichavam e o jogavam na cadeia. Isso ocorreu várias vezes. Como se não bastasse toda essa provação, a câmara municipal seguiu emitindo várias outras intimações.

Mas a coisa ficou ainda pior. Os planejadores urbanos inventaram um tal “Plano Roswell 2030”, que estipulava que haveria um parque exatamente onde estava sua casa. Ao saber disso, Andrew se ofereceu para vender seu imóvel para a prefeitura, mas a oferta foi recusada. Os burocratas claramente queriam forçá-lo a sair dali por meio desse bombardeio jurídico. Não importa que Andrew tenha vencido todas as disputas jurídicas ou tenha conseguido fazer com que todas as intimações não prosperassem – isso serviu apenas para deixar os burocratas ainda mais furiosos. Com o tempo, os burocratas conseguiram uma sentença de condicional, obrigando Andrew a comparecer regularmente à Polícia para prestar esclarecimentos. Essa foi a medida que viria a destruir seu meio de vida.

Certo dia, ele escreveu em sua página do Facebook que iria a um evento político. Enquanto estava fora de casa, suas galinhas foram envenenadas. Também envenenaram todos os seus filhotes de peru, dez dos quais eram na realidade do prefeito, que era seu amigo. Com isso, Andrew agora havia perdido todo o seu meio de sustento. Em pânico, sem saber o que fazer, ele se esqueceu de fazer sua visita de rotina à polícia para a checagem da sua condicional. Como consequência dessa “violação”, foi determinado que ele passasse o resto do período da sua condicional na cadeia, por 99 dias.

Enquanto estava na cadeia, sua casa foi invadida e saqueada. Obviamente, a polícia nada fez. Com efeito, é bem possível que ela tenha aprovado tal ato. Também enquanto estava na cadeia, seu novo credor hipotecário decidiu executar sua hipoteca. Toda a vida de Andrew estava agora destroçada.

O episódio final ocorreu no dia 26 de março deste ano. A polícia foi à sua casa para executar o despejo final. Andrew se trancou dentro da casa e ali permaneceu por várias horas, até que, repentinamente, ele surgiu na porta e, gritando, falou para as autoridades se afastarem de sua casa. Em seguida, ele acendeu um fósforo e a gasolina que ele havia espalhado por toda a casa se encarregou de criar uma gigantesca explosão. O corpo de Andrew ficou totalmente queimado, tornando impossível reconhecê-lo.

Talvez você esteja pensando que Andrew fosse algum desajustado que, por algum motivo, não conseguia levar uma vida normal junto à vizinhança. Ledo engano. Seus vizinhos relataram que ele era o melhor vizinho que alguém poderia ter. Em seu enterro, várias pessoas deram seu testemunho sobre como ele era prestativo, sobre como ele sempre estava disposto a ajudar quando solicitado, sobre como ele consertava as coisas para as pessoas, sobre como ele distribuía ovos pela vizinhança e sobre como ele era incrivelmente generoso para com todos ao seu redor. Escutei uma entrevista dele e o considerei extremamente bem articulado e inteligente.

Confesso que, quando ouvi essa entrevista, lágrimas brotaram dos meus olhos. Esse homem representava o coração e a alma de tudo aquilo que fez dos EUA uma grande nação. O Estado o perseguiu e o acossou, essencialmente porque alguns burocratas haviam criado um projeto que, para ser implantado, necessitava da exclusão de sua casa. Os burocratas foram adiante com seu plano. Andrew se tornou um inimigo do Estado. Desmoralizado, fatigado, deprimido e abatido, ele finalmente descobriu que não havia mais saída. Decidiu pôr um fim à sua vida.

Observe, também, algo que nos leva a uma conclusão tenebrosa: Andrew era amigo e tinha o apoio de altos membros da classe política, dentre eles o atual prefeito e um ex-governador. Atente para o que isto significa: não é a classe política quem comanda as coisas. Como já escrevi inúmeras vezes, políticos vêm e vão. A classe política é apenas o verniz do Estado; é apenas sua face pública. Ela não é o Estado propriamente dito. Quem de fato comanda o Estado, quem estipula as leis e as impinge é a permanente estrutura burocrática que comanda o Estado, estrutura essa formada por pessoas imunes a eleições. São estes, os burocratas e os reguladores, que compõem o verdadeiro aparato controlador do governo.

É difícil dizer que Andrew tenha tomado a decisão correta. Mas certamente foi uma atitude corajosa – pelo menos eu creio que foi. Trata-se de uma escolha moral difícil, sem dúvida. Quando o Estado vem para tomar tudo o que você construiu durante toda a sua vida e está determinado a arrancar seu coração e sua alma, reduzindo sua vida a nada mais do que um saco de ossos e músculos, não lhe concedendo o básico direito de fazer o que você ama – e você realmente não vê nenhuma saída para essa situação –, é possível dizer que você realmente tem uma vida? Andrew decidiu que não.

Cidadãos de qualquer país que tenha um Estado intervencionista enfrentam situações similares às que Andrew enfrentou. Eles podem ter o sonho de começar o próprio negócio ou de expandir o atual, mas estão obstruídos – não por alguma falta de visão ou de iniciativa, mas sim por causa do emaranhado de leis e regras erigido pela política pública. O Estado age como um destruidor de sonhos. E ele se torna ainda mais enlouquecedor quando se constata que não há absolutamente nada que o cidadão possa fazer para combatê-lo. Não há nenhuma alternativa.

As condições econômicas desencadeadas pelas políticas governamentais ao redor do mundo contribuíram para um aumento nas taxas de suicídios. A Europa está vivenciando uma epidemia de suicídios naqueles países que foram seriamente afetados pela recessão. Na Grécia, a taxa de suicídios entre os homens aumentou mais de 24% depois que o desastre começou. Na Irlanda, suicídios masculinos cresceram 16%. Na Itália, suicídios por motivações econômicas dispararam 52%.

Mas esses grandes agregados não transmitem o real nível da tragédia vivenciada por cada indivíduo. Eles deixam para trás famílias despedaçadas e comunidades destruídas. Há uma história insuportavelmente triste por trás de absolutamente cada estatística.

A diferença entre a crescente prosperidade gerada por um mercado livre e o desespero econômico gerado pelo governo é realmente uma questão de vida e morte. O governo espalha miséria, desespero e tristeza ao seu redor de maneira direta e indireta. Ser assediado, perseguido e acossado por burocratas e reguladores é uma maneira direta: a pessoa não vê saída para seu suplício, o que a leva a adotar medidas desesperadas. A maneira indireta resulta da estagnação econômica causada pelo governo: suas políticas que geram ciclos econômicos, durante os quais há um período de forte euforia o qual é inevitavelmente seguido por um período de depressiva recessão; suas políticas anticíclicas que não funcionam (que, aliás, só pioram as coisas); suas regulamentações que enlouquecem as pessoas; e seus impostos e sua inflação, que apenas perpetuam a pobreza.

Por que o Estado faz isso? Tudo se resume à sensação de ter controle sobre sua vida. A essência da política e da “arte de governar” é a total ausência de princípios e de liberdade de escolha, principalmente da liberdade de escolher não participar do sistema. E o Estado tenta ofuscar essas características – explícitas para qualquer observador atento – por meio de vários e complexos programas e políticas.

Porém, uma vez que você adquire a destreza para tais constatações, você se torna capaz de percebê-las em todos os lugares. O semblante das pessoas nas repartições públicas, as enormes filas para atendimento em hospitais públicos e até mesmo os olhares vazios que você vê nas filas dos correios. Há algo no Estado que nos desmoraliza e perverte. Há algo nele que afeta nossa saúde, nossa fisionomia e nossa perspectiva de vida, e que até mesmo leva a tragédias.

Ah, sim, eles vivem nos dizendo que, em um sistema democrático, podemos votar livremente e alterar as coisas. E que, se as coisas estão ruins, é porque foi nossa escolha. Logo, não temos do que reclamar. Se não estamos gostando, podemos mudar nas próximas eleições. Mas é óbvio que isso é um total e rematado escárnio. O governo controla completamente o sistema democrático e o administra de modo a gerar o tipo de resultado que ele quer. Como dizem, se eleições alterassem alguma coisa, o voto já teria sido proibido. Mas cada vez mais pessoas estão atentando para isso, o que explica por que a participação eleitoral vem caindo a cada eleição.

Os grandes pensadores da tradição libertária sempre nos ensinaram que a liberdade e a qualidade de vida são absolutamente indissociáveis. Thomas Jefferson, Frédéric Bastiat, Herbert Spencer, Albert Jay Nock, Ludwig von Mises, Murray Rothbard, F. A. Hayek e vários outros. Eles incansavelmente alertavam que cada passo em direção contrária à liberdade significa uma diminuição do nosso padrão de vida. Hoje, estamos vendo essas profecias se concretizando.

Muito frequentemente, os debates sobre políticas públicas se perdem em questões furtivas. O objetivo não deve ser o de fazer o “sistema” funcionar melhor, ou o de elevar a eficácia do governo, ou mesmo o de fazer um ajuste fino nas regras dentro da burocracia. O que é realmente necessário é que comecemos a falar sobre as questões mais prementes, como a dignidade da pessoa humana, o status moral da liberdade e os direitos e liberdades do indivíduo na sociedade. A expansão do Estado não é condenável apenas do ponto de vista da “política pública” ou da “eficiência administrativa”; é condenável simplesmente porque é perigosa para nosso padrão de vida, para nossa qualidade de vida, para nossa saúde e para nossa sanidade.

Matar a liberdade é matar a essência de tudo aquilo que nos torna humanos.

(Jeffrey Tucker é presidente da Laissez-Faire Books)

Nota [do blog Criacionismo]: Não creio que Tucker tenha real noção do que implicam suas palavras: “Hoje, estamos vendo essas profecias se concretizando.” O fato é que a profecia bíblica realmente prediz o fortalecimento de regimes autoritários que cada vez mais vão influenciar a vida das pessoas e os rumos das nações, limitando pouco a pouco as liberdades individuais. Some-se ao poder do Estado a aliança dele com uma igreja dominante e autoritária (conforme está predito) e você terá uma ideia dos dias turbulentos que nos aguardam num futuro não tão distante. Em parte, Andrew Wordes sofreu e morreu por causa de suas galinhas; outros tantos sofrerão e morrerão por causa de sua fé. Quem viver, verá.[MB]

Nota DD: Esta trágica história mostra claramente como ficamos indefesos quando o Estado decide tomar posições extremas aos que a ele se opõe. Aqui lemos de um homem simples, honesto e bondoso, que não aguentou a pressão indevida e tirou sua própria vida num momento de desespero. Um dia (não muito distante) homens de características semelhantes, sem aparência do mal, serão perseguidos e condenados por estes mesmos poderes (somando um poder religioso), no entanto, não ceifarão suas próprias vidas, mas terão suas vidas ceifadas.

Barack Obama: O presidente mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram

Lista mostra que revolta contra política de contracepção é apenas a ponta do iceberg de Obama.

Como se o mandato do governo de Obama de que os empregadores católicos — contra a doutrina da Igreja Católica — devam pagar as despesas de controle de natalidade de seus funcionários não fosse motivo para revolta suficiente para os cristãos dos EUA…

Agora David Barton, historiador de questões de fé e liberdade e do WallBuilders, elaborou uma lista de 50 ações anticristãs e antijudaicas documentadas que Obama tomou desde que assumiu a presidência, levando Barton a concluir que Barack Obama é na verdade “O presidente americano mais hostil à Bíblia que os EUA já tiveram”

“Quando observamos a falta de vontade do presidente Obama para se adaptar a quatro séculos de proteção de consciência religiosa através de suas tentativas de exigir que os católicos vão contra suas próprias doutrinas e crenças, somos tentados a dizer que ele é anticatólico”, Barton escreve. “Mas essa caracterização não seria correta. Embora tenha mirado recentemente os católicos, ele tem mirado de igual modo as tradicionais crenças protestantes”.

Barton sugere que sua lista — que inclui links para notícias da NBC, WND, do Los Angeles Times, do Christianity Today e dezenas de outras fontes — demonstra um padrão de “tratamento desrespeitoso e horroroso” para com qualquer pessoa que mantenha valores bíblicos.

“Talvez a descrição mais precisa dessa antipatia para com católicos, protestantes, judeus religiosos e a nação judaica seria caracterizá-la como ‘antibíblica’”, Barton escreve. “E então quando essa hostilidade para com pessoas que têm fé bíblica é contrastada com o seu tratamento preferencial para com os muçulmanos e nações muçulmanas, isso reforça ainda mais a precisão da descrição dele como um homem contrário à Bíblia. Na verdade, tem havido inúmeras vezes, que foram documentadas, que suas posições pró-islamismo foram a causa de suas ações contra a Bíblia”.

Entre as 50 ações tomadas incluem-se as seguintes:

* Maio de 2009 — Obama não permitiu que o culto do Dia Nacional de Oração (um dia estabelecido por lei federal) ocorresse na Casa Branca.

* 19 de Outubro de 2010 — Obama deliberadamente começa a omitir a frase sobre “o Criador” quando cita a Declaração de Independência — uma omissão que ele cometeu em pelo menos sete ocasiões.

* Abril de 2011 — Pela primeira vez na história americana, Obama pede aprovação de uma lei antidiscriminação que não contém proteções de contratação para grupos religiosos, forçando as organizações religiosas a contratarem de acordo com mandatos federais sem levarem em conta os mandamentos de sua própria religião, eliminando assim a proteção de consciência na contratação.

* Janeiro de 2011 — Depois que uma lei federal foi aprovada permitindo a transferência do Memorial da Segunda Guerra Mundial no Deserto de Mojave para uma propriedade privada, a Suprema Corte dos EUA decidiu que a cruz no memorial poderia continuar em pé, mas o governo de Obama se recusou a permitir a transferência da terra como mandava a lei e se recusou a permitir que a cruz fosse reerguida conforme havia sido ordenado pela Suprema Corte.

* Junho de 2011 — O Departamento de Assuntos Veteranos proíbe referências a Deus e Jesus durante as cerimônias de enterro no Cemitério Nacional de Houston.

* Setembro de 2011 — As Forças Armadas divulgam normas para o Centro Médico Walter Reed estipulando que “Não são permitidos a entrega ou uso de nenhum item religioso (por exemplo, Bíblias, materiais de leitura e / ou fatos) durante uma visita”.

* Fevereiro de 2012 — As Forças Aéreas removem “Deus” do emblema do Gabinete de Capacitação Rápida (a palavra sobre o emblema em latim era: Dei).

* Fevereiro de 2011 — Obama orienta o Ministério de Justiça a parar de defender a Lei de Defesa do Casamento, que é uma lei federal.

* Maio de 2009 — Embora Obama não permita nenhum evento do Dia Nacional de Oração na Casa Branca, ele permite jantares Iftar na Casa Branca em honra ao Ramadã.

* 2010 — Embora cada governo americano tradicionalmente divulgue centenas de proclamações oficiais e declarações em numerosas ocasiões, o governo americano sob Obama evita feriados e eventos bíblicos tradicionais, mas regularmente reconhece os principais feriados muçulmanos, conforme ficou comprovado por suas declarações de 2010 no Ramadã, Eid-ul-Fitr, Hajj, e Eid-ul-Adha.

“Muitas dessas ações são literalmente sem precedentes — essa é a primeira vez que elas aconteceram em quatro séculos de história americana”, Barton conclui seguindo a lista completa. “A hostilidade do presidente Obama para com a fé e valores bíblicos é sem igual em todos os presidentes americanos anteriores”.

Nota DD: Até que ponto chegará a hostilidade dos EUA?

Fonte: WND via Esperança Manaus

Frases #2

"Eu tenho mais medo do meu coração do que do papa e de todos os seus cardeais"

Martinho Lutero

Frases

"Tudo é considerado impossível, até acontecer"

Nelson Mandela

Goldman Sachs: "santificarás as festas"

Goldman Sachs, uma das incontestáveis deidades do suspeito Olimpo global dos bancos de investimento, acaba de proibir o trabalho no domingo de seus trabalhadores alemães. "De agora em diante, qualquer trabalho realizado durante o fim de semana deverá ser aprovado expressamente pelos diretores e somente será permitido em situações de extrema necessidade", explica o presidente da empresa, Alexander Dibelius, em uma entrevista publicada em "Frankfurter Allgemeine".

A meta da empresa é manter algum atrativo como empregador, numa altura em que o mercado se movimenta para atrair talentos.

"Temos que competir por talentos e escritórios abertos no domingo desencorajam o pessoal qualificado que desejamos contratar e que terminam na competição", explica Dibelius, que diante do zelo dos funcionários alemães se viu forçado a lembrar que "não somos máquinas".

Além deste terceiro mandamento, Goldman Sachs se apressa em esculpir em pedra um quarto que, aparentemente, ninguém tinha pensado em estampá-la nas tábuas da lei do banco de investimento e que está a dizer: "Honre seus investidores e os investidoras."
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Fonte - El Mundo

Nota DDP: Alguém ainda tem dúvida que o discurso religioso se entrelaça com os demais campos do cotidiano humano, tal como a economia e, especialmente a política? O caminho da aceitação do domingo ao que parece está sendo implementado a passos largos...

ET: Os destaques constam da notícia original.

Lei Dominical - A Nova Ordem Mundial de Apocalipse 13

"Antes, gostaria de dizer aos meus amigos protestantes, católicos, espíritas e demais pessoas, independente de sua religião ou credo: Saibam que eu os amo em Cristo Jesus" - O Autor


"...e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome." Apocalipse 13:15-17

"Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca." na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro. A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome."

"Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." Apocalipse 14:9-12

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Para reflexão:

"Fiés Atalaias" x "Cães Mudos"

“A crise aproxima-se rapidamente. Quase é vindo o tempo da visitação de Deus. Conquanto Lhe repugne castigar, não obstante castigará, e rapidamente. Aqueles que andam na luz verão sinais do perigo que se aproxima; mas não deverão sentar-se em silenciosa e despreocupada expectativa de ruína, conformando-se com a crença de que Deus abrigará Seu povo no dia da visitação. Longe disto, deverão compreender que é seu dever trabalhar diligentemente para salvar outros, esperando, com grande fé, auxílio da parte de Deus. "A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." Tiago 5:16.”

"O fermento da piedade não perdeu inteiramente seu poder. Na ocasião em que o perigo e a crise da igreja crescem, o grupo que permanece na luz estará suspirando e clamando por causa das abominações cometidas na Terra. Mais especialmente, porém, suas orações subirão em favor da igreja porque seus membros estão agindo segundo a maneira do mundo.”

"As fervorosas orações destes poucos fiéis, não serão em vão. Quando vier o Senhor para exercer vingança, virá também como protetor de todos os que conservaram pureza de fé, e se guardaram incontaminados do mundo. É nesta ocasião que Deus prometeu vingar Seus escolhidos, que a Ele clamam de dia e de noite. ...”

"Ao tempo em que Sua ira se manifestar em juízos, esses humildes e devotados seguidores de Cristo se distinguirão do resto do mundo pela angústia de sua alma, a qual se exprime em lamentos e pranto, reprovações e advertências. Ao passo que outros procuram lançar uma capa sobre o mal existente, e desculpam a grande impiedade reinante em toda parte, os que têm zelo pela honra de Deus e amor pelas almas, não se calarão a fim de granjear o favor de ninguém. Sua alma justa aflige-se dia a dia pelas obras e costumes profanos dos ímpios. São impotentes para deter a impetuosa torrente da iniqüidade, e assim se enchem de dor e sobressalto. Lamentam diante de Deus o verem a religião desprezada nos próprios lares daqueles que receberam grande luz. Lamentam-se e afligem sua alma porque se encontram na igreja orgulho, avareza, egoísmo e engano quase de toda espécie. O Espírito de Deus, que impulsiona a aceitar a reprovação, é espezinhado, ao passo que os servos de Satanás triunfam. Deus é desonrado, a verdade tornada de nenhum efeito.”

"A classe que não se entristece por seu próprio declínio espiritual, nem chora sobre os pecados dos outros, será deixada sem o selo de Deus. O Senhor comissiona Seus mensageiros, os homens que têm armas destruidoras nas mãos: "Passai pela cidade após ele, e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, jovens, e virgens, e meninos, e mulheres, até exterminá-los; mas a todo homem que tiver o sinal não vos chegueis; e começai pelo Meu santuário. E começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa." Ezeq. 9:5 e 6.”

"Vemos aí que a igreja - o santuário do Senhor - foi a primeira a sentir o golpe da ira de Deus. Os anciãos, aqueles a quem Deus dera grande luz, e que haviam ocupado o lugar de depositários dos interesses espirituais do povo, haviam traído o seu depósito. Colocaram-se no ponto de vista de que não precisamos esperar milagres e as assinaladas manifestações do poder de Deus, como nos dias da antiguidade. Os tempos mudaram. Estas palavras fortaleceram-lhes a incredulidade, e dizem: O Senhor não fará bem nem mal. É demasiado misericordioso para visitar Seu povo em juízos. Assim, paz e segurança é o grito de homens que nunca mais erguerão a voz como trombeta para mostrar ao povo de Deus suas transgressões, e à casa de Jacó os seus pecados. Esses CÃES MUDOS, que não querem ladrar, são aqueles que sentirão a justa vingança de um Deus ofendido. Homens, virgens e crianças, todos perecerão juntos.” Testemunhos Seletos - Volume 2, págs. 64-69

"Como FIÉS ATALAIAS, deveis dar o aviso ao ver que vem a espada, para que homens e mulheres, pela ignorância, não sigam um rumo que evitariam se conhecessem a verdade." Review and Herald Extra, 24 de dezembro de 1889. Eventos FInais, pág. 127

"A mais terrível ameaça que já foi dirigida aos mortais, acha-se contida na mensagem do terceiro anjo. Deverá ser um terrível pecado que acarretará a ira de Deus, sem mistura de misericórdia. Os homens não devem ser deixados em trevas quanto a este importante assunto; a advertência contra tal pecado deve ser dada ao mundo antes da visitação dos juízos de Deus, a fim de que todos possam saber por que esses juízos são infligidos, e tenham oportunidade de escapar." O Grande Conflito, pág. 449 e 450

"Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a voz como a trombeta e anuncia ao Meu povo a sua transgressão." Isaías 58:1


A discussão da guarda do domingo chega no contexto das Olimpíadas de Londres

Os líderes da Igreja [no Reino Unido] temem que as leis que regulam o comércio aos domingos possam ser permanentemente desfeitas pela porta dos fundos, após uma suspensão "emergencial" para as Olimpíadas 2012. De acordo com a Lei de Negócios de 1994, as lojas maiores que 915 metros quadrados só podem operar na Inglaterra e em Príncipe de Gales durante seis horas contínuas entre as 10:00 h e as 18:00 h aos domingos.

Ontem [19] George Osborne, o Chanceler do Tesouro, confirmou no programa Show de Marr Andrew (BBC) que a lei teria de ser alterada em tempo de permitir que as lojas das Olimpíadas permaneçam abertas, junto com shopping centers e supermercados de todo o país.

"Temos todo o mundo chegando a Londres - e no resto do país - para as Olimpíadas. Seria uma grande vergonha se o país tivesse um sinal fechado para o comércio aos domingos - principalmente quando alguns dos grandes eventos olímpicos acontecerão aos domingos"

Quando pressionado, o Sr. Osborne se recusou a descartar uma extensão permanente do horário de comércio aos domingos, dizendo: "Tudo o que eu estou propondo no momento é que façamos isso para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos".

De acordo com a mudança, que deverá ser forçada a passar através do Parlamento antes da Páscoa sem o período de consulta padrão, a regra de seis horas para os domingos será removida durante oito semanas durante o verão.

A igreja da Inglaterra não se oporá mais à abertura durante os Jogos Olímpicos, e alguns membros do clero vão até cancelar os cultos de domingo para que eles não coincidam com grandes eventos esportivos.

Mas o Deão de Southwark, o Reverendo Andrew Nunn afirmou: "Sempre que algo assim acontece, há a suspeita de que esta poderia ser uma maneira de começar uma mudança permanente. Eu posso entender o por quê eles estão pensando em fazê-lo para o período das Olimpíadas, mas estou preocupado com o futuro".

O Dr. Chris Sugden, secretário-executivo da Igreja Anglicana, disse: "É óbvio que este é um teste para ver se pode estendê-lo. Ele justamente rompe esse tempo regular, onde as pessoas podem ficar juntas".

O Reverendo Sally Hitchiner, pároco de São João, distrito de Ealing, acrescentou: "Estamos preocupados no que poderia tornar-se um precedente, que poderia perder um pouco da especialidade de domingo. O domingo deve ser um momento para os relacionamentos, deve haver um momento para se colocar limites sobre o consumismo, então você pode ir ao parque e jogar futebol com as crianças, e tomar o café-da-manhã tranquilo na cama".

Um porta-voz da Igreja da Inglaterra disse: "É compreensível que um regime especial seja criado de várias maneiras quando o país acolhe os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Contudo, a Igreja da Inglaterra iria fortemente se opor a quaisquer outras tentativas de corroer a natureza especial do domingo, que a legislação ainda reflete".

"Acreditamos que para a estabilidade da família e da vida comunitária, tantas pessoas quanto possível, devem ter a possibilidade de um dia comum de folga a cada semana. O impacto negativo potencial sobre a saúde dos trabalhadores, e em pequenos varejistas, superam quaisquer benefícios potenciais de uma maior desregulamentação".

Fonte: The Telegraph

NOTA Minuto Profético: Interessante como a Inglaterra (única grande economia da Europa que não faz parte da União Européia) aproveitou o contexto das Olimpíadas para colocar em evidência a guarda do domingo na mídia, uma vez que os países da União Européia já têm feito isso explicitamente. Todos países da Europa unidos no mesmo propósito em conferir homenagem ao Vaticano através da guarda do domingo... É o fim dos tempos...

"Aliança Dominical Europeia" - iniciativa de promoção do domingo sem trabalho


A European Sunday Alliance (Aliança Dominical Europeia) é uma rede europeia de alianças dominicais, sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, cujo objetivo é criar consciência para uma mais eficaz e produtiva regulação dos tempos de trabalho, visando em particular a promoção de um descanso generalizado e comum ao domingo.

Recentemente, no dia 4 de março, esta organização e seus membros levaram a efeito uma série de ações em várias países, tentando promover este dia como "Dia Europeu do Domingo sem Trabalho". Estas iniciativas incluíram ações públicas, cartazes e posters de divulgação e propaganda na rua, imprensa e internet.

Veja de seguida algumas dessas iniciativas.

1. Excerto de apresentação no website da organização. Na parte a vermelho, na coluna do meio, lê-se: "[a Aliança] compromete-se a salvaguardar e promover o domingo sem trabalho..."; na coluna da direita, lê-se: "[a Aliança] apela aos governos e estados membros [da União Europeia] a assumirem as suas responsabilidades para melhorarem, implementarem e aplicarem legislação..."

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Europa quer transformar domingo em “dia sem trabalho”

No domingo (4), a aliança européia apelou a todos os membros e simpatizantes para tomarem medidas e transformarem o domingo no “dia europeu sem trabalho.”

O movimento European Sunday Alliance está tomando corpo na Europa.

O correspondente Felipe Reis, que está em Vila Nova de Gaia, Portugal, fala mais sobre o assunto.

OUÇA o áudio aqui


Organizações católicas e sindicatos por um domingo sem trabalho

Bruxelas, 02 mar 2012 (Ecclesia) – Organizações católicas e sindicais da Europa vão mobilizar-se este domingo pelo fim das atividades produtivas e profissionais neste dia da semana, promovendo várias ações de rua.

“Nestes tempos de crise económica e financeira, durante a qual cada vez mais direitos económicos e sociais são colocados sob pressão, o domingo livre do trabalho é uma demonstração clara e visível de que as pessoas e as nossas sociedades não dependem apenas do trabalho e da economia”, assinala a ‘Aliança Europeia pelo Domingo’ (ESA - European Sunday Alliance).

O movimento engloba, entre outros, a Comissão dos Episcopados Católicos da União Europeia (COMECE) e várias associações de inspiração cristã.

As iniciativas visam sublinhar a importância do domingo como dia de descanso, frisando que “apenas os serviços essenciais” deveriam estar disponíveis.

A ESA pede que as leis e práticas comunitárias protejam mais “a saúde, a segurança e a dignidade de todos”, permitindo “a reconciliação da vida profissional com a familiar”.

Fonte - Ecclesia

Reforma trabalhista em Portugal reforça o descanso dominical

O acordo que será assinado hoje [18/01/2012] entre o Governo, os patrões e a UGT estabelece a eliminação do descanso compensatório por trabalho suplementar. Ou seja, trabalhar a um sábado passará a traduzir-se apenas num acréscimo de remuneração, que não acumula com um dia de descanso.
A medida consta da versão final do "Compromisso para o Crescimento, Competitividade e Emprego" e terá "carácter imperativo". Isto é, os patrões deixarão de ter a opção de escolher entre as duas formas de compensação. Na prática, isto significa que os empregados poderão ser chamados a trabalhar seis dias por semana, até um máximo de 25 vezes no ano. (Diário de Notícias)

"Com os bancos de horas agora aprovados vai ser possível trabalhar até 25 sábados por ano. Se um ano tem apenas 52 sábados e se contarmos com os sábados das férias concluímos que o descanso ao domingo é o único dia que fica garantido", disse à Lusa o secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva. (Diário de Notícias).

O governo de Portugal e sindicatos fecharam nesta terça-feira (17) a um acordo sobre um pacote de reformas trabalhistas sob os termos de um plano de resgate econômico patrocinado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE).
Para obter o apoio da União Geral de Trabalhadores (UGT), uma das maiores centrais sindicais, o governo derrubou uma de suas principais propostas: o aumento de oito para oito horas e meia da jornada de trabalho.
Entre outras medidas, o acordo encurta o período de férias de 25 para 22 dias por ano e elimina quatro feriados nacionais, dois religiosos e dois civis. Além disso, flexibiliza a maneira como as empresas administram as horas extras dos funcionários. Também aumentou de 200 para 250 o limite de horas extras quando a negociação é feita por convenção coletiva.
Houve também alteração nas regras da indenização por demissões e do auxílio-desemprego. Já está em vigor desde novembro uma lei que diminuiu o valor das indenizações de 30 para 20 dias por ano trabalhado, com teto de 12 salários.
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho celebrou o acordo, dizendo que “temos hoje uma importante coligação social” em Portugal. Ele agradeceu “a todos aqueles que saem da sua zona de conforto” e encontraram “a abertura necessária” para o acordo. Já o sindicalista Arménio Carlos, da CGTP, disse que o acordo é um “retorno ao feudalismo” que aumentará a a desigualdade e a pobreza” no país.
Portugal é um dos países mais afetados pela crise da dívida na Europa e vem adotando medidas de austeridade para receber um socorro de € 78 bilhões. (Valor Econômico)

NOTA: "Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo". Eventos Finais, p. 116. 

O tempo de angústia mencionado no texto acima é o de Daniel 12:1. Portanto, a atual crise econômica e todas as "reformas trabalhistas" que forem surgindo ao redor do mundo daqui para frente também evidenciam que a crise final está às portas... 

Em tempo: "Após Portugal, agora é a vez de Espanha, França e Itália impulsionarem por profunda flexibilização do mercado de trabalho, alegando que isso é essencial para evitar ainda mais desemprego em meio à deterioração econômica". (Valor Econômico)

(Colaboração: Diário da Profecia e O Tempo Final)

Ordem a partir do caos

"Ordem a partir do caos" é o lema do 33º grau da maçonaria. A engenharia social controlada pela elite ocultista mundial, baseou-se neste lema para desenvolver uma das mais bem sucedidas estratégias de manipulação de massas. O conceito é fácil de entender. Na plena estabilidade as massas tornam-se coesas e difíceis de serem manipuladas. O contrário também é verdade: no caos completo as massas tornam-se vulneráveis e facilmente manipuláveis, produzindo as mudanças desejadas pela elite ocultista mundial a serviço do Vaticano.

A estratégia, então, batizada de dialética hegeliana, ou problema-reação-solução, tem sido aplicada com todo rigor científico possível desde a Revolução Francesa. Cria-se um problema (econômico, social, militar ou ambiental), surge a reação das massas a esse problema (nessa etapa a mídia controlada manipula a opinião pública "definindo" a causa do problema, que quase nunca é a causa verdadeira), então, a elite ocultista (e o Vaticano por trás dos bastidores) apresenta publicamente a "solução" que, via de regra, se resume em mais um passo na agenda da Nova Ordem Mundial ou Babilônia (o que equivale a mais controle e mais centralização do poder).

Para o surgimento da crise final deste mundo (conforme Daniel 11:40 - 12:1 e Apocalipse 13:15-17) essa estratégia será levada à mais intensa e demoníaca aplicação, com desastres naturais (manipulados pelo homem), depressão econômica semelhante a 1929, e uma nova guerra mundial...

A partir deste caos, o Vaticano terá sua supremacia mundial (também em assuntos temporais) restaurada para a infelicidade da humanidade. Os EUA anularão sua constituição permitindo o estabelecimento de uma Lei Dominical (homenagem a Roma), e os mil anos de paz na terra (conceito errado do milênio bíblico) logo serão anunciados no meio de "sinais" e "milagres" de toda espécie (até mesmo fogo descendo do céu), e Lúcifer aparecerá imitando o retorno do Messias.


De acordo com a maçonaria, "Ordem a partir do Caos significa, em última análise, evolução". Note que por trás desse conceito está a negação do próprio Deus Criador! Isso faz parte da essência da religião de mistérios, perpetuada da Babilônia até nossos dias.

A esperança que nos resta é saber que há um Deus Soberano sobre todas as coisas a Quem servimos: "Pois do Senhor é o reino, é ele quem governa as nações" (Sl 22:28). E Ele mesmo prometeu: "Porque você guardou meu mandamento para perseverar, eu também o guardarei da hora da provação que virá sobre o mundo todo, para testar aqueles que habitam sobre a terra" (Ap 3:10) - New King James Version

No vídeo a seguir você verá como a atual economia especulativa pode facilmente contribuir para trazer o caos a esse mundo globalizado.



Decreto Dominical a Caminho


Sobre Lei Dominical


Obama defende diálogo interreligioso em recado a Bento XVI

ROMA, 27 OUT (ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escreveu hoje ao papa Bento XVI defendendo o "diálogo interreligioso" como maneira de se unir "para levar a paz onde há conflito" e criar "um mundo melhor".

"Por meio do diálogo interreligioso podemos nos unir em uma causa comum para apoiar quem sofre, para levar a paz onde há conflito e encontrar o caminho para criar um mundo melhor para nós e para nossos filhos", defendeu o mandatário.

A mensagem do norte-americano foi enviada em razão da 25ª Jornada de Reflexão, Diálogo e Oração pela Paz e a Justiça no Mundo, realizada na cidade italiana de Assis. A data comemorativa foi criada pelo papa beato João Paulo II em 1986.

Obama enviou suas saudações a todos os participantes da celebração do dia, entre os quais judeus, budistas, muçulmanos e representantes de outras religiões, além de ateus.

Também compareceram a Assis o embaixador norte-americano para a liberdade religiosa Suzan Johnson Cook e o embaixador norte-americano junto à Santa Sé, Miguel Díaz.

Em seu discurso em Assis, o Pontífice declarou que a celebração "é a imagem de como a dimensão espiritual é um elemento chave na construção da paz".

"Por meio desta peregrinação, pudemos nos comprometer com o diálogo fraterno, aprofundar a nossa amizade, alcançar aqui juntos no silêncio e na oração", atestou.

"Após termos renovado nosso compromisso pela paz e termos trocado reciprocamente um sinal de paz, nos sentimos ainda mais profundamente envolvidos, juntos com todos os homens e mulheres das comunidades que representamos, no nosso caminho humano comum", sustentou.

Joseph Ratzinger disse aos líderes religiosos presentes que "no estamos separados". "Continuaremos a nos encontrar, continuaremos a estar unidos neste caminho, no diálogo, na construção cotidiana da paz e no nosso comprometimento com um mundo melhor, um mundo no qual todos os homens e todas as mulheres e toda pessoa possa viver segundo as suas próprias aspirações legítimas". (ANSA)

Fonte - ANSA

Nota DDP: Absolutamente sem palavras. O SENHOR logo vem.

A defesa do descanso dominical na Europa

Já há mais de um ano tinha aqui feito referência a um movimento com a colaboração das instâncias da União Europeia, com vista consagrar o domingo como dia de repouso. Uma das pessoas que, na altura, mencionei, foi Ilda Figueiredo, deputada no Parlamento Europeu pelo Partido Comunista Português (PCP).

Partilho um testemunho desta histórica figura do PCP a propósito do assunto.




Como dizia um e-mail que recebi com este vídeo, "comunistas e fascistas, pessoas de "esquerda" ou de "direita", todos se unirão em torno deste "grande" projeto para a Humanidade! Todos, isto é, "aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (Apocalipse 13:8)!". 


Fonte - O Tempo Final, via Diário da Profecia

Milão faz domingo sem carros para combater poluição

A cidade de Milão, no norte da Itália, proibiu a circulação de veículos por dez horas neste domingo, como forma de combater a poluição. A medida foi imposta após os níveis de poluição na cidade terem excedido o nível máximo tolerado por 12 dias seguidos. Milão já havia banido a circulação de veículos em suas ruas em 2007, mas na ocasião tratou-se apenas de um teste. Imagens de satélite já provaram que a cidade italiana é atualmente uma das mais poluídas da Europa. Um total de 120 mil veículos serão afetados pela medida, de acordo com o jornal Corriere della Sera. Desde quinta-feira, os veículos considerados mais poluentes já foram impedidos de circular pela cidade, mas o veto à circulação de quaisquer veículos entrou em vigor às 8h deste domingo, no horário local, e seguirá em vigor até 18h.

Para que o veto entre em vigor é preciso que o nível de poluição exceda 50 microgramas de partículas por metro cúbico ao longo de 12 dias consecutivos. A última vez que o veto foi implementado por completo foi em fevereiro.

A medida não desfruta de grande popularidade entre todos os ambientalistas, que argumentam que o sistema de transporte público da cidade deveria ser melhorado, a fim de estimular os moradores de Milão a deixarem seus carros em casa.

O deputado do Partido Verde local Enrico Fedrighini defende, entre outras medidas, que carros transportando três ou quatro pessoas deveriam contar com estacionamento gratuito. “Apenas um ou dois domingos sem carros por mês não fará nada para reduzir a poluição”, afirmou Fedrighini, em entrevista ao Corriere della Sera.

O transporte público na cidade também será ampliado ao longo do dia, com mais trens de metrô e ônibus.

(MSN Notícias)

Nota Michelson Borges: A proposta para que o domingo seja o dia de combate ao aquecimento global já existe (confira aqui). Essa iniciativa das autoridades de Milão é uma amostra do que pode ser feito em momentos de necessidade extrema e um ensaio em pequena escala dos argumentos que certamente serão usados para a promulgação do decreto dominical.[MB]

Leia também: "Parlamento croata limita compras aos domingos","Primeiras pedaladas rumo ao ECOmenismo", "Bruxelas sedia conferência sobre lei dominical", "O domingo na Europa e a liberdade religiosa sob ameaça", "Arcebispo defende domingo em oposição ao sábado" e "Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos"

"Presidente Adão"

Se numa eleição você tivesse de votar num muçulmano fundamentalista ou num cristão fundamentalista, em quem você votaria?

Talvez você nunca tenha ouvido falar em dominionismo - não está no [dicionário] Houaiss -, mas vai ouvir. Neste momento, é a ala extremista mais influente do cristianismo evangélico nos Estados Unidos.

Eram considerados muito à direita do centro, mas em vez de pastores e versões mas moderadas, esta direita fracassada gerou o dominionismo, um filho radicalíssimo.

Na década de 80, a direita cristã ganhou poder liderada pelos reverendos Falwell e Pat Robertson. Decaíram na virada do século.

Os dominionistas acham que os cristãos tem o direito, mais, a obrigação divina, de controlar todas instituições. A essência da teoria vem de Gênesis, no Velho Testamento, onde Deus diz a Adão "para assumir o domínio do mundo animado e não animado". A missão: controlar as "Sete Montanhas" da sociedade: família, religião, artes e entretenimento, mídia, governo, educação e empresas.

Barack Obama e os democratas no Congresso são, literalmente, encarnações do demônio.

Outros movimentos religiosos eram mais sutis. Já o dominionismo é escancarado: entrar na política, infiltrar as instituições, expurgar os infiéis e conquistar o poder.

O homem deles é Rick Perry. No mundo dominionista os tribunais serão teocráticos com decisões jurídicas baseadas nos dez mandamentos e outras instruções da Bíblia. Homossexual? Pena de morte.

O universo religioso evangélico é vasto e complicado. Centenas, milhares de tendências. A novidade é o grupo dominionista da NAR - New Apostolic Reformation - conectado com alguns dos principais candidatos republicanos, entre eles o texano Rick Perry, em rápida ascendência, e Michele Bachman, em rápida decadência.

O Texas, do governador Perry, é, segundo os líderes religiosos, um Estado profético, foco da transformação que está a caminho.

Em agosto, o governador Rick Perry organizou “A Resposta”, um comício religioso num dos maiores estádios americanos. A mobilização contra Barack Obama foi um dos trampolins do governador Perry para se lançar na campanha presidencial e assumir a liderança entre os candidatos republicanos.

Sarah Palin, ex-governadora do Alasca e candidata à Vice-Presidência na última eleição, ainda é uma das maiores estrela dos fundamentalistas. Brilhante na frente das câmeras, misteriosa na vida pessoal.

O livro sobre ela lançado na terça-feira, The Rogue, Searching for the real Sarah Palin, de Joe McGinniss, é uma pá de cal ou lama na candidata - depende de sua inclinação política. A grande imprensa, intimidada e cheia de pruridos, fugiu do livro. A imprensa menor focalizou na relação sexual de Sarah com um atleta negro quando ainda era solteira.

Parece um problema menor, mas Sarah, adolescente, pediu para sair de uma escola secundária porque muitos colegas não eram brancos. Quando foi eleita governadora, uma das primeiras decisões foi demitir vários negros "porque não se sentia confortável na presença deles".

Dentro deste contexto, a relação sexual com um negro merece ser contada, diz McGinniss. Na época, o negro não era estrela, hoje é um conhecido jogador de basquete e não nega o affair: "a relação com Sarah foi ótima e continuamos amigos por muito tempo".

Ela nega, mas, para o autor, o affair revela o talento de Sarah para esconder vários aspectos da vida pessoal, entre eles se é a verdadeira mãe do filho retardado, Trig, que exibia em todos seus comícios. Para a esquerda, se Obama teve de mostrar a certidão de nascimento no Havaí, porque Sarah não mostra a certidão de nascimento do filho?

Se o personagem destas histórias fosse Barack Obama, elas seriam o prato do dia na imprensa conservadora, mas a grande imprensa não chega perto dos escândalos levantados no livro. Para McGinniss, um problema maior do que as transas sexuais de Sarah e seu semi-analfabetismo geopolítico, é o fanatismo religioso.

Aos oito anos de idade ela era uma missionette, como eram chamadas crianças engajadas pela igreja para distribuir panfletos religiosos de porta em porta. Ela continua missionária.

"Sarah Palin acredita em bruxaria. Fez 'proteções e encomendas' para fechar o corpo e destruir inimigos. A missão dela é transformar a democracia americana numa teocracia fundamentalista".

Sarah afirma, sem vacilar, diz McGinniss, "que o mundo só tem 6 mil anos. Vindo de uma pessoa que por poucos pontos percentuais quase foi vice-presidente dos Estados Unidos e poderia ter assumido o poder no caso da morte de um velho e frágil presidente McCain, é assustador".

Sarah ainda não é nem deve ser candidata a presidente. É muito bem sucedida como "celebridade" e não tem chances nem entre os próprios republicanos.

Mas neste século 21 temos um plantel de candidatos republicanos e celebridades políticas prontos para nos levar de volta ao século 17 ou, muitos antes, aos domínios de Adão.

Fonte: BBC Brasil

NOTA Minuto Profético: Filtrando as palavras do colunista da BBC, há uma verdade com a qual tenho que concordar: o perigo atual representado pela "teologia do domínio" na sociedade norte-americana.

O pastor Marvin Moore dedicou um capítulo do seu livro a esse tema. Segundo o autor, o principal expoente da "teologia do domínio" foi Rousas John Rushdoony, nascido em 1916, em Nova York, o qual publicou em 1973 uma obra (900 páginas) intitulada Institutes of Biblical Law. Ele considerava que as leis do A.T. ainda seguem vigentes no mundo moderno (com exceção daquelas que o N.T. aboliu especificamente). Baseado no plano de Deus para Adão de que ele exercesse o domínio sobre toda a Terra e sobre os animais (Gn 1:26), Rushdoony transformou essa idéia na grande comissão: os cristãos devem submeter todas as coisas e todas as nações a Cristo e a Sua lei, sendo responsáveis por aperfeiçoar a sociedade, incluindo os governos civis, de modo que Jesus possa voltar. Da mesma forma que o teólogo católico Agostinho, Rushdoony também acreditava que os cristãos terão êxito em converter o mundo colaborando para a chegada do milênio de paz na terra. É por isso que, atualmente, os católicos e a direita cristã norte-americana estão agindo politicamente em harmonia - tem o mesmo objetivo.

Como pode-se perceber, biblicamente falando, a grande comissão de Cristo aos Seus discípulos foi para testemunhar a todas as nações e não para dominá-las (Mt 28:19; 24:14; At 1:8). Nosso mandato é converter (pelo Espírito Santo) pessoas, não sociedades ou instituições. Portanto, a teologia do domínio está servindo de base para a futura união de Igreja e Estado e o consequente estabelecimento da Lei Dominical , a começar pelos EUA.

Quem viver verá...
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