Cristãos e sindicatos europeus se unem para defender o descanso dominical

"Em 20 de junho será lançado em Bruxelas a Aliança Européia para o domingo. Pela primeira vez, sindicatos e igrejas da Europa estão na mesma linha". É o que garante a Comissão dos Bispos da União Europeia (COMECE), que adverte que as razões da aliança são tanto religiosas como sócio-políticas.

A proteção do domingo, cujo desaparecimento, na prática, como um dia festivo "poria em cheque um benefício social milenar" conduz à denúncia de uma nova escravidão: Enquanto muitos podem usar este dia para desfrutar de sua família e amigos, cada vez são mais aqueles que têm que trabalhar em grandes centros comerciais e de entretenimento.

Além da Igreja Católica, várias instituições evangélicas aderiram à iniciativa. E da Espanha aderiu a Irmandade Obreira de Ação Católica (em espanhol, HOAC).

Fonte: InfoCatólica

NOTA Minuto Profético: Desde o ano passado o movimento pela guarda do domingo tem se intensificado na União Européia, pretendendo mesmo até buscar assinaturas para levar ao Parlamento Europeu. Como pode ser visto, a Santa Sé nunca desistiu de suas pretensões de governar todas as nações e todas as consciências individuais, alcançando novamente a supremacia mundial. Sua grande marca é o domingo, e é por aí que todos deverão se curvar. Vale lembrar que isso representa um erro duplo: o verdadeiro dia de guarda na bíblia é o sábado (sétimo dia), e nenhum dia de guarda deveria ser imposto por lei civil, uma vez que isso fere o princípio de separação entre Igreja e Estado.

Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano

Os Estados Unidos têm interesse em ser um aliado do Vaticano, de acordo com documentos revelados pelo site WikiLeaks e antecipados nesta quinta-feira pela revista italiana L’Espresso. Segundo os documentos, a secretária de Estado americana Hillary Clinton teria orientado os embaixadores e diplomatas do país a criarem uma página na internet para acompanhar as novidades do governo pontifício. “O Vaticano pode ser uma potência aliada ou um inimigo ocasional. Devemos fazê-lo ver que a nossa política pode ajudá-lo a avançar em muitos princípios”, orientou o Departamento de Estado. Os relatórios, que serão publicados na sexta-feira pela revista, informam que os Estados Unidos consideram o Vaticano um modelo a ser estudado com atenção. “Trata-se de uma armada impressionante: 400 mil sacerdotes, 750 madres, cinco mil monges e frades, relações diplomáticas com 177 países, três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas”, afirmam os documentos.

O Departamento de Estado americano ainda apontou que a relação do país com o governo pontifício deve ser construída com cuidado. “Tudo depende da relação que possamos construir: devemos trabalhar juntos quando as nossas posições são complementares, assegurando que a nossa linha seja compreendida quando são divergentes”, dizem os textos.

(Veja)

Nota Michelson Borges: Há um século (quando isso era inconcebível), Ellen White escreveu: “Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através da voragem para apanhar a mão do espiritismo [de onde vêm, por exemplo, as principais produções espíritas do mundo]; estender-se-ão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência desta tríplice união, este país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 588). Será que falta muito para que essa tríplice união seja consolidada? Tarefa de casa: reler atentamente o capítulo 13 do Apocalipse.

Fonte: Diário da Profecia

Igreja Católica quer "reconquistar" o domingo

Não é de hoje que temos chamado atenção para o fato de que há interesses maiores por trás da ideia de salvar a Terra das consequências nefastas do aquecimento global. A causa é tão boa que une cientistas, ateus, católicos e seguidores de diversas outras correntes religiosas, cristãs ou pagãs. Mas é preciso que se destaque, exagere e divulgue insistentemente que o culpado por tudo isso é o ser humano. Assim, com todo esse medo insuflado nas massas (engenharia social), fica mais fácil convencer a todos de que, se o culpado é o homem, ele também pode fazer algo para tentar reverter o quadro. Uma das iniciativas que está sendo proposta pela Igreja Católica é a observância do domingo como “dia da família”, proposta essa que conta com apoio de vários segmentos da sociedade e tem o aval até mesmo de jornais importantes como o Guardian, que vem promovendo o movimento 10:10, cujo objetivo é fazer do domingo um dia de baixa emissão de carbono – leia-se dia de repouso. Quem ainda duvidava dessa convergência de interesses pode conferir o texto abaixo em destaque num panfleto que está sendo distribuído por uma paróquia da minha cidade natal, Criciúma, SC, e que me foi enviado pelo amigo e conterrâneo Willian Bittencourte (clique na imagem para vê-la ampliada).[MB]




Assista à palestra “O ECOmenismo e o aquecimento global” (em quatro partes) e clique aqui para ler outras postagens relacionadas ao assunto.

Fonte - Michelson Borges, via Diário da Profecia

Nota DDP: Sobre a busca de identidade de vários segmentos sob o manto do "bem comum", ver "Fé e Ciência: «É tempo de caminhar lado a lado para o mesmo bem comum»", bem como a tag Ecumenismo.


Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano, diz WikiLeaks

Hillary Clinton orientou embaixadores e diplomatas a se manterem informados quanto a governo pontifício

(28/04/2011) 
Os Estados Unidos têm interesse em ser um aliado do Vaticano, de acordo com documentos revelados pelo site WikiLeaks e antecipados nesta quinta-feira pela revista italiana L’Espresso. Segundo os documentos, a secretária de Estado americana Hillary Clinton teria orientado os embaixadores e diplomatas do país a criarem uma página na Internet para acompanhar as novidades do governo pontifício. "O Vaticano pode ser uma potência aliada ou um inimigo ocasional. Devemos fazê-lo ver que a nossa política pode ajudá-lo a avançar em muitos princípios”, orientou o Departamento de Estado.
Os relatórios, que serão publicados na sexta-feira pela revista, informam que os Estados Unidos consideram o Vaticano um modelo a ser estudado com atenção. "Trata-se de uma armada impressionante: 400 mil sacerdotes, 750 madres, cinco mil monges e frades, relações diplomáticas com 177 países, três milhões de escolas, cinco mil hospitais, braço operativo da Caritas com 165 mil voluntários e dependentes que prestam assistência a 24 milhões de pessoas", afirmam os documentos.
O Departamento de Estado americano ainda apontou que a relação do país com o governo pontifício deve ser construída com cuidado.”Tudo depende da relação que possamos construir: devemos trabalhar juntos quando as nossas posições são complementares, assegurando que a nossa linha seja compreendida quando são divergentes", dizem os textos.
Fonte: Veja
Espírito de Profecia, escrito por sua serva Ellen G. White:

"E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta." (Apocalipse 13:15)

"Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade mancomunada da Igreja e do Estado. [...]

Quando o Estado usar seu poder para impor os decretos e amparar as instituições da Igreja — então a América Protestante terá formado uma imagem do papado e haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional.

A História se repetirá. A religião falsa será exaltada. O primeiro dia da semana, um dia comum de trabalho que não possui santidade alguma, será estabelecido como o foi a estátua de Babilônia. A todas as nações, línguas e povos se ordenará que venerem esse sábado espúrio. [...] O decreto impondo a veneração desse dia [domingo] se estenderá a todo o mundo.

Quando a América, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo. A questão do sábado será o ponto controverso no grande final conflito em que o mundo inteiro há de ser envolvido. 

As nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos. Posto que ela seja a líder, a mesma crise atingirá todo o nosso povo em toda parte do mundo. A substituição do verdadeiro pelo falso é o último ato do drama. Quando esta substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Quando as leis dos homens forem exaltadas acima das leis de Deus, quando os poderes da Terra procurarem obrigar os homens a guardar o primeiro dia da semana, sabei que chegou o tempo para Deus agir. 

A substituição da lei de Deus pelas dos homens, a exaltação, por autoridade meramente humana, do domingo, posto em lugar do sábado bíblico, é o derradeiro ato do drama. Quando essa substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Ele Se erguerá em Sua majestade para sacudir terrivelmente a Terra." (Eventos Finais, p. 134-136)




Papa cita o problema do trabalho no domingo

ROMA, segunda-feira, 28 de março de 2011 (ZENIT.org) - A Igreja "sustenta, conforta, encoraja todo esforço dirigido a garantir a todos um trabalho seguro, digno e estável". Isto foi afirmado pelo Papa Bento XVI ao receber, no sábado 26, os 8 mil participantes da peregrinação da diocese de Terni-Narni-Amelia, no 30º aniversário da visita de João Paulo II ao complexo siderúrgico da cidade.

Recordando o encontro de João Paulo II com os trabalhadores de Terni, em 19 de março de 1981 - era a primeira vez que um Papa entrava em uma fábrica -, o Papa Bento XVI disse que "o trabalho é um dos elementos fundamentais, tanto da pessoa quanto da sociedade. As condições de trabalho difíceis e precárias tornam difíceis e precárias as condições da própria sociedade, as condições de uma vida ordenada de acordo com as exigências do bem comum".

O trabalho, destacou o Papa, a partir de uma perspectiva cristã, "ajuda a aproximar de Deus e outros. O próprio Jesus foi um trabalhador, passou inclusive boa parte da sua vida terrena em Nazaré."

"Já isso nos fala da dignidade do trabalho, incluindo a dignidade específica do trabalho humano, que se introduz no próprio mistério da redenção", acrescentou.

No entanto, muitas vezes o trabalho "é considerado apenas como um instrumento de lucro, e inclusive, em várias partes do mundo, como um meio de exploração e, portanto, de ofensa à própria dignidade humana".

Em muitos lugares, hoje, sublinhou o Papa, experimenta-se grande preocupação diante da crise econômica, da perda de empregos. O Pontífice quis destacar a proximidade da Igreja dos trabalhadores e de suas famílias.

"Eu estou perto de vós, deixando nas mãos de Deus todos os vossos desejos e preocupações, e espero que, na lógica de gratuidade e da solidariedade, seja possível superar estes momentos, para garantir um trabalho seguro, digno e estável", afirmou o Santo Padre.

Ele também quis dirigir um pensamento ao flagelo das mortes por acidentes de trabalho. "Eu sei que muitas vezes tivestes que enfrentar essa realidade trágica - disse o Pontífice. É necessário realizar todos os tipos de esforços para que a sequência de mortes e acidentes termine."

"Eu gostaria também de mencionar o problema do trabalho no domingo - continuou. Infelizmente, em nossa sociedade, o ritmo de consumo também pode roubar de nós o significado da festa e do domingo como dia do Senhor e da comunidade."

O Papa concluiu desejando que, com a lógica da gratuidade e da solidariedade, supere-se a crise econômica e se garanta um trabalho respeitoso da pessoa.

Fonte: Zenit

Nota Evidências Proféticas: Em contrapartida a Palavra de Deus diz:
"Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras, então te deleitarás no SENHOR, e te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do SENHOR o disse". Isaías 58:13-14

A unidade dos cristãos e o domingo

Cidade do Vaticano, 19 Jan (Ecclesia) – Bento XVI apresentou hoje quatro “pilares” que considera necessários para a construção da unidade dos cristãos, lamentando que as divisões entre Igrejas não permitam celebrar em conjunto a Eucaristia.

“Durante esta semana é particularmente viva a amargura pela impossibilidade de partilha a própria mesa eucarística, sinal que estamos ainda longe da realização daquela unidade pela qual Cristo orou”, constatou.

A audiência pública desta semana aconteceu no segundo dos oito dias da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

Ao recordar que “a história do movimento ecuménico é assinalada por dificuldades e incertezas", Bento XVI salientou que ela é “também uma história de fraternidade, de cooperação e de partilha humana e espiritual.

No seu discurso, o Papa desenvolveu os quatro elementos do tema da Semana pela Unidade dos Cristãos, ‘Eram assíduos na escuta do ensinamento dos apóstolos e na união fraterna, na fracção do pão e na oração’, frase que evoca a experiência da comunidade de Jerusalém tal como é narrada no livro bíblico dos Actos dos Apóstolos (séc. I).

Para Bento XVI, as características que definem o primeiro grupo de cristãos como espaço “de unidade e de amor” continuam a representar “os pilares da vida de toda a comunidade cristã e constituem também o único fundamento sólido sobre o qual avançar na construção da unidade visível da Igreja”.

Referindo-se à primeira particularidade dos cristãos de Jerusalém, o Papa salientou que “ainda hoje a comunidade dos crentes reconhece na referência ao ensinamento dos apóstolos a norma da própria fé”.

No que respeita à união fraterna, segundo tópico do tema da Semana de Oração, Bento XVI sublinhou que, à semelhança do que aconteceu “ao tempo da primeira comunidade cristã”, ela continua a ser hoje “a expressão mais tangível, sobretudo para o mundo externo, da unidade entre os discípulos” de Cristo.

A intervenção de Bento XVI centrou-se também “fracção do pão”, termo que evoca o relato bíblico em que dois viajantes que faziam o trajecto entre Jerusalém e Emaús com Cristo apenas o reconheceram quando, na refeição tomada ao anoitecer, ele partiu o pão.

“A comunhão com o sacrifício de Cristo é o cume da nossa união com Deus e representa por isso também a plenitude da unidade” dos cristãos, disse o Papa, que lamentou não poder ser possível concretizá-la em conjunto.

No entender de Bento XVI, esta “experiência dolorosa”, que confere uma “dimensão penitencial” à oração de todos os cristãos, “deve tornar-se motivo de um empenho ainda mais generoso da parte de todos”, para que, “removidos os obstáculos à plena comunhão”, chegue o dia em que seja possível “partir juntos o pão eucarístico e beber do mesmo cálice”.

A oração, por seu lado, “é desde sempre a atitude constante dos discípulos de Cristo” que possibilita a abertura “à fraternidade”, “ao perdão e à reconciliação”.

O Papa realçou que os cristãos têm “uma responsabilidade comum” para o mundo, ao oferecer um “forte testemunho” que os torne “portadores de uma mensagem que oriente e ilumine os caminhos” da humanidade, “muitas vezes privados de pontos de referência claros e válidos”.

Bento XVI deixou uma saudação em português, exortando os peregrinos lusófonos ali presentes “a perseverar na oração, pedindo a Deus o dom da unidade, a fim de que se cumpra no mundo inteiro o seu desígnio de salvação”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:

Dies Domini - Capítulo III - A assembleia eucarística, alma do domingo
...
A dimensão eclesial intrínseca da Eucaristia realiza-se todas as vezes que esta é celebrada. Mas com maior razão, exprime-se no dia em que toda a comunidade é convocada para relembrar a ressurreição do Senhor. De modo significativo, o Catecismo da Igreja Católica ensina que « a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no centro da vida da Igreja ».

33. De fato, é precisamente na Missa dominical que os cristãos revivem, com particular intensidade, a experiência feita pelos Apóstolos na tarde de Páscoa, quando, estando eles reunidos, o Ressuscitado lhes apareceu (cf. Jo 20,19).
...
36. A assembleia dominical é lugar privilegiado de unidade: ali, com efeito, se celebra o sacramentum unitatis, que caracteriza profundamente a Igreja, povo reunido « pela » e « na » unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

As intenções são absolutamente claras: reunir os cristãos no domingo.

Fonte: Diário da Profecia

Vaticano planeja evento para promover o descanso dominical

Bento XVI considera que a organização do trabalho - como mera busca do lucro - e a concepção atual da festa - como oportunidade de consumo - contribuem, infelizmente, para separar a família. O Papa dirigiu uma carta, publicada no dia 24 de setembro, ao presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, como preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias (EMF), que se realizará em Milão, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema "Família: o trabalho e a festa".

Nesta carta, Bento XVI insta a "promover uma reflexão e um compromisso dirigidos a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade". [grifo acrescentado]

"Em nossos dias, infelizmente, a organização do trabalho, pensada e realizada em função da concorrência do mercado e do lucro máximo, e a concepção da festa como oportunidade de evasão e de consumo, contribuem para separar a família e a comunidade, e a difundir um estilo de vida individualista", lamenta. O Papa explica que "o trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as decisões, influenciam as relações entre os cônjuges e entre os pais e filhos, e incidem na relação da família com a sociedade e com a Igreja".

Citando o livro do Gênesis, recorda que "família, trabalho e dia festivo são dons e bênçãos de Deus para ajudar-nos a viver uma existência plenamente humana". Segundo o Pontífice, "o desenvolvimento autêntico da pessoa inclui tanto a dimensão individual, familiar e comunitária, como as atividades e as relações funcionais, assim como a abertura à esperança e ao Bem sem limites".

Bento XVI destaca que o próximo EMF "constitui uma ocasião privilegiada para reapresentar o trabalho e a festa a partir da perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem integrada na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade das relações, além da economia do próprio núcleo familiar".

Fonte: Zenit

O EMF... se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313).

Fonte: Zenit

NOTA Minuto Profético: Embora concorde com a argumentação do pontífice de que o excesso de trabalho e a busca desmedida do lucro, bem como a não observância do descanso semanal contribuem para desestruturar a família e a sociedade, discordo totalmente quanto ao dia recomendado para o descanso. O único dia de descanso prescrito por Deus para a humanidade é o sábado do sétimo dia: "Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre." (Êx 31:16 e 17). A escolha de Milão para esse evento faz ligação direta com o Imperador Constantino, o mesmo a decretar a primeira lei dominical da história. Coincidência ou realmente está para acontecer o que o apocalipse (13:15-17) revelou há muito tempo? Várias pessoas estão combatendo a Nova Ordem Mundial, porém, quase ninguém ainda percebeu a clara ligação do culto luciferiano com a guarda do domingo (dia do sol, símbolo de Lúcifer no ocultismo/paganismo) como sinal da Nova Ordem Mundial...

Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos

BRUXELAS, terça-feira, 19 de outubro de 2010 (ZENIT.org) - A guarda do domingo, natureza específica do domingo na Europa e na União Europeia, e a defesa do domingo em relação à defesa dos direitos humanos na Ásia, África e nos outros lugares onde há perseguição dos cristãos, foram os principais temas de uma coletiva de imprensa realizada no último dia 13 de outubro, na sede do PARLAMENTO EUROPEU DE BRUXELAS.

"Durante vários anos, não houve nenhum rastro do caráter específico do domingo nos documentos da União Europeia", constatou o secretário da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), Piotr Mazurkiewicz.

"Nestes meses, está sendo trabalhado num projeto de diretiva sobre a restauração do registro de 1983 sobre um caráter especial do dia da festa para os cristãos", informou.

"Uma pessoa precisa pelo menos de um dia de descanso na semana para recuperar-se, por exigências espirituais e para ter tempo para estar com a família", explicou Mazurkiewicz.

Por esses motivos, "é muito importante guardar e proteger o domingo, como dia livre, como estão pedindo associações culturais, movimentos religiosos e sindicatos", continuou.

"Esta iniciativa dos cidadãos da União Europeia é um instrumento importante para o futuro e tem a natureza da mobilização - acrescentou o secretário da COMECE. Para a realização desta iniciativa, é necessário recolher um milhão de assinaturas em nove países da União Europeia."

Por sua parte, o bispo de Tarnów, Dom Wiktor Skworc, explicou que "não é possível imaginar a Europa de hoje sem o domingo como um dia para a família" e que " a humanidade deve ter a possibilidade de satisfazer suas necessidades religiosas".
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Para mais informações, aqui.

Aqui está disponível o texto da petição sobre o domingo.

Nota DDP: As possibilidades em torno das razões para uma futura lei dominical estão se delineando, mas todas elas ratificam o que a Bíblia antecipou: a pressão pelo reconhecimento de um falso sábado. Veja também "Santa Sé recorda que o Estado de Direito necessita da lei moral natural".

Nota DD: Será por acaso que tal assunto foi discutido justamente no prédio que faz alusão à antiga Torre de Babel?



Homem cristão deve honrar o domingo, diz arcebispo

D. Jorge Ortiga assinala questão do trabalho aos domingos

BRAGA, segunda-feira, 25 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Braga, Dom Jorge Ortiga, afirmou que a importância do domingo como dia de descanso “é muito maior do que os motivos religiosos”.

O prelado se manifestou sobre o tema na Catedral de Braga, na homilia da celebração do dia litúrgico de São Martinho de Dume, padroeiro da arquidiocese, quando Portugal vivia o primeiro dia de abertura legal dos hipermercados durante todo o domingo.

Segundo o prelado, “hoje é a própria família que está a ser minada”, enquanto espaço basilar de união e solidariedade; refere Agência Ecclesia.

Dom Jorge Ortiga convidou os cristãos a refletirem “sobre os problemas que os rodeiam”. “Atualmente saem imensas leis que nos deveriam interpelar e que deveríamos questionar”.

“A partir de agora é possível que os hipermercados também abram ao domingo, este fato coloca de novo a questão do trabalho ao domingo“, afirmou.

O domingo deve ser usado – afirmou o arcebispo – para “ir a lugares santos, visitar um irmão ou um amigo, consolar um enfermo, levar o bom conselho a quem dele precise ou auxiliar uma boa causa; é assim que o homem cristão deve honrar o domingo”.

Fonte: Zenit

Nota Evidências Proféticas: Honrar o domingo como dia de descanso, significa honrar Roma! Em breve a imagem da besta será formada e requererá adoração e honra através da guarda do domingo, o falso dia de descanso. Leiam Apocalipse 13

Sem pressão? (vídeo em inglês)

Com a ajuda da Spanner films o movimento ambientalista britânico 10:10 lançou um vídeo (No Pressure, traduzido como Sem Pressão) para incentivar as pessoas a diminuir em 10% as emissões de CO2 em um ano. A mensagem do vídeo é de um mau gosto terrível ainda que encarada como ironia ou sátira, e revela o verdadeiro objetivo por trás do ECOmenismo: eliminar aqueles que não concordarem com a tese oficial do aquecimento global provocado pelo homem e não acatarem as "soluções" propostas (dentre elas o descanso dominical obrigatório)... Ainda surpresas, as próprias filiais do movimento 10:10 espalhadas pelo mundo estão tentando explicar o que, de fato, é inexplicável...



Fonte: Minuto Profético, via Diário da Profecia

Pacto ecumênico pretende o domingo como dia de descanso na Europa

Igrejas e entidades caritativas apresentam plano com quatorze pontos

BRUXELAS, quarta-feira, 6 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – A frase do Êxodo 23, 3 – "Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo" – é o título de um relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais Igrejas europeias e suas organizações.

O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do continente para se unir na luta contra a pobreza.

O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, que contou com 150 participantes.

A primeira recomendação é implementar "uma nova cláusula social no Tratado da União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”.

Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social.

Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV (Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.

Outras recomendações referem-se ao desenvolvimento de um sistema de salário mínimo de sobrevivência para todos, adotação de uma visão de longo prazo para enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo baseado na moderação e na generosidade.

As Igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos.

Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como uma premissa para uma sociedade mais participativa.

A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos – deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das Igrejas, incluindo os provedores confessionais de serviços.

A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o objetivo de reduzir seu número.

Fonte - Zenit, via Diário da Profecia

Nota DDP: União de igrejas, imposição de leis e adoção do domingo. Falta apenas o assunto cruzar o oceano.

Domingo é para a família

O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, manifestou-se ontem preocupado com a abertura do comércio aos domingos porque, na sua opinião, perturba a vida familiar.

D. Jorge Ortiga esteve reunido com o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, para discutirem os principais constrangimentos com que se debatem os empresários do comércio e serviços, designadamente a questão da abertura das grandes superfícies ao domingo, que o prelado critica.

No final do encontro com o responsável do comércio e serviços, o presidente da Conferência Episcopal, declarou que o domingo deve ser o dia da família por que existe a “necessidade de um dia, para que os povos se possam encontrar, para que os pais se possam encontrar com os filhos”.

Aquele responsável da Igreja afirmou, entretanto, sobre a questão do trabalho ao domingo e da abertura consequente das grandes superfícies, que a sua opinião “é a opinião da Igreja, fundamentada não exclusivamente nos motivos religiosos”. E explicou: “estes motivos também entram mas só em termos da defesa da família, uma vez que a família necessita de tempos e de espaços para se encontrar, para poder dialogar e conviver e o trabalho ao domingo irá fazer com que muitas famílias não tenham oportunidade de o fazer”.

Fonte - Correio do Minho

Nota Cristo Voltará: O slogan global para o domingo, desde o final da década passada é: “Domingo: dia do Senhor, dia da família”. Isso quer dizer que a defesa do domingo é para que a sociedade reserve-o para que a família se reúna. Assim, pretende-se formar uma nova sociedade para esse terceiro milênio, uma sociedade de paz, com suas bases formadas numa família estabilizada.

Bispos e deputados em defesa do descanso semanal ao domingo

O domingo como o dia de descanso semanal e em defesa da família, sobretudo da criança, é o objectivo da petição europeia lançada na Alemanha e que chega, agora, a Portugal. Dezoito mil já subscreveram o documento, mas é necessário um milhão de assinaturas. Bispos e deputados portugueses aplaudem.

A ideia é do deputado alemão do Parlamento Europeu Martin Kastler, que quer que as empresas, sobretudo o comércio, tenham as portas fechadas ao domingo. A legislação do seu país, tal como a europeia, prevê o domingo como o dia de descanso semanal, mas a regulamentação não é aplicada em todos os países.

"O pai e a mãe pertencem-nos ao domingo", é o slogan da campanha. Os mentores sublinham que a realidade se afasta cada vez mais desse ideal e que muitos cidadãos, em "especial as crianças, estão a sofrer com a chamada 'flexibilização' do mercado de trabalho. Os filhos "têm direito aos pais", que precisam de ter "tempo" para os proteger. Uma pretensão que parece unir igreja e sindicalistas, direita e esquerda.

São várias as organizações ligadas à igreja que apoiam a iniciativa, nomeadamente a Liga Operária Católica - Movimento dos Trabalhadores Cristãos, a Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Europeia e o Centro Europeu para os Assuntos dos Trabalhadores.

"Concordo e com doutrina. É uma forma de humanização da sociedade e a humanização da própria pessoa, que estão cada vez mais desumanizadas", argumenta D. Manuel Martins. O antigo bispo de Setúbal lembra que levantou a voz quando se começaram a instalar as grandes superfícies em Portugal e o tempo deu-lhe razão. "Estive esta semana em Setúbal e fiquei espantado com as lojas da Baixa que fecharam e como o centro está desumanizado", diz.

O aparecimento das grandes superfícies e o alargamento dos horários, incluindo a abertura ao domingo, constituem a principal preocupação dos mentores da petição. E, recentemente, os próprios europeus organizaram um debate em defesa da folga ao domingo, o que prova que esta não é uma pretensão apenas das organizações católicas.

A deputada comunista Ilda Figueiredo foi um das que participaram na iniciativa. "Houve uma declaração conjunta em defesa do domingo como descanso dos trabalhadores e em defesa do pequeno comércio, mas também da família. E não é, apenas, uma preocupação dos católicos. A luta pelo encerramento do comércio tem mais de cem anos e há países que respeitam esse dia, como é o caso da Bélgica. Em Portugal é que há a liberalização dos horários."

A deputada comunista não defende que tudo esteja fechado ao domingo, nomeadamente os restaurantes, os cinemas e os hospitais, "mas que deveriam fechar os sectores em que fosse possível".

Já o deputado europeu Diogo Feio entende não ser necessário regulamentar essa matéria. "Muitos cidadãos europeus têm o seu descanso semanal ao domingo, mas há situações em que isso não é possível. Com certeza que observaremos a petição quando chegar ao PE, mas não vejo utilidade nessa pretensão." E diz que não teve contactos com o colega alemão e que é da sua família ideológica (Partido Popular Europeu).

A petição surge no seguimento do Tratado de Lisboa que consagrou o "direito de petição" como um direito fundamental. Mas falta, ainda, regulamentação.

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque), via Diário da Profecia

Nota O Tempo Final: Nada que nos surpreenda; é, de resto, algo que já conhecíamos, sendo a única novidade ser agora tratado no âmbito da sociedade portuguesa.

No entanto, registo duas expressões deliciosas que o texto refere: "unir igreja e sindicalistas, direita e esquerda" e "não é uma pretensão apenas das organizações católicas"! Pense nisso...

Campanha europeia em defesa do descanso dominical e da família

Fazer do Domingo “O dia de descanso na Europa”, é este o objectivo de uma campanha de recolha de assinaturas, que está a decorrer através da Internet.

Trata-se de uma iniciativa que vem no seguimento da aprovação do Tratado de Lisboa, em Dezembro último. Recorde-se que, entre outras matérias, aquele Tratado consagrou o “direito de petição” como um dos direitos fundamentais dos cidadãos europeus.

De acordo com um comunicado da Liga Operária Católica – Movimento dos Trabalhadores Cristãos, esta campanha conta com o apoio de alguns deputados do parlamento europeu e de diversas organizações, entre as quais a Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Europeia e o Centro Europeu para os Assuntos dos Trabalhadores.

A petição surge numa altura em que, apesar da legislação europeia prever o Domingo como o dia de descanso, essa regulamentação não é aplicada em muitos países.

O trabalho ao domingo é cada vez mais uma realidade, o que abre a discussão quanto à falta de protecção dos interesses das famílias, sobretudo das crianças.

Entre os diversos pontos que sustentam a apresentação desta petição, os autores da iniciativa defendem, por exemplo, que “as crianças precisam de um dia para a família” e que “a consagração do Domingo como o dia de descanso é um dos pilares essenciais do Modelo Social Europeu e da sua herança religiosa e cultural”.

Para poder apresentar esta proposta no Parlamento Europeu, será necessário recolher, no mínimo, 1 milhão de assinaturas. A iniciativa está aberta a todos os cidadãos e às organizações europeias que queiram participar, através do site www.free-sunday.eu.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: O texto é auto-explicativo e os dias antecipados pela profecia parecem estar cada vez mais próximos. Organizações de trabalhadores, bem como lideranças religiosas e políticas se alinhando no tema, além de legislações "adormecidas" que se pretende a plena vigência.

Nada que o Senhor não tenha informado através de Sua serva, a profetiza



Compras dominicais ligadas com menor felicidade

Pesquisadores da DePaul University em Chicago e Ben-Gurion University de Negev em Israel fizeram estudos sobre a presença nos serviços de culto e os níveis de felicidade entre americanos que vivem nos estados que revogaram as chamadas "blue laws", que exigiam o fechamento do comércio aos domingos.

Os resultados se demonstraram relevantes entre mulheres brancas, indicando um declínio de 17% nas possibilidades destas serem felizes. Os resultados finais ainda não foram publicados.

"As pessoas sabem que existe uma correlação entre religiosidade e felicidade, mas não há provas concludentes que exista um nexo causal", disse William Sander, professor de economia na DePaul. "Nosso estudo tende a fornecer mais evidências conclusivas de que a religiosidade entre as mulheres afeta a felicidade."

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que a revogação das "blue laws" indicavam um maior compartamento de risco por parte dos adolescentes.

Fonte - NYTimes

Os observadores do sábado necessitam de sabedoria

(por Ellen G. White)

"Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portantos, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas" (Mt 10:16).

Quando os costumes do povo não estão em conflito com a lei de Deus, podeis sujeitar-vos a eles. Se os obreiros deixarem de fazer isto, não somente prejudicarão seu próprio trabalho, mas colocarão pedras de tropeço no caminho daqueles pelos quais labutam, impedindo-os de aceitar a verdade. Aos domingos ocorre a melhor oportunidade para os que são missionários realizarem escolas dominicais e aproximarem-se do povo da maneira mais simples possível, falando-lhes do amor de Jesus pelos pecadores e instruindo-os nas Escrituras. ...

Presentemente a observância do domingo não é a prova. Chegará o tempo em que os homens não somente proibirão o trabalho no domingo, mas procurarão obrigar as pessoas a trabalhar no sábado e a concordar com a observância do domingo ou perder a sua liberdade e a vida. Mas o tempo para isto ainda não chegou, pois a verdade precisa ser apresentada mais amplamente como testemunho perante o povo. ...

A luz que tenho é que os servos de Deus devem silenciosamente entregar-se ao trabalho de pregar as sublimes e preciosas verdades da Bíblia - Cristo e Este crucificado, Seu amor e infinito sacrifício - mostrando que a razão porque Cristo morreu está no fato de que a lei de Deus é imutável, inalterável, eterna. ...

O sábado deve ser ensinado de maneira definida, mas sedes cuidadosos ao lidar com o ídolo do domingo. Para os sábios, uma palavra basta. ...

Abster-se do trabalho aos domingos não é receber o sinal da besta; e onde isto promoverá os interesses da obra, deve ser efetuado. Não devemos afastar-nos de nossa maneira de proceder para trabalhar aos domingos. ...

Quando os que ouvem e veem a luz sobre o sábado tomam sua posição ao lado da verdade para guardar o santo dia de Deus, surgirão dificuldades; pois serão feitos esforços contra eles para compelir homens e mulheres a transgredir a lei de Deus. Aí eles terão de permanecer firmes, para não violarem a lei de Deus; e se a oposição e a perseguição forem mantidas decididamente, atendam eles as palavras de Cristo: "Quando... vos perseguirem numa cidade, fugi para outra."
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CGTP e UGT «totalmente contra» abertura de hipermercados aos domingos

A CGTP e a UGT mostraram-se, esta quarta-feira, «totalmente contra» a decisão do Governo de alargar o horário de funcionamento das grandes superfícies comerciais aos domingos e feriados.

«A maior parte dos portugueses já têm dimensão de pobreza suficiente para andarem a ser pendurados no consumo. O que nós precisamos é de investimento produtivo, produção de bens e serviços úteis, e não uma lógica demolidora de resolver tudo pelo consumo», declarou o secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, citado pela TSF.

Já João Proença fala numa «escalada da desregulação laboral» que não deve ser permitida. «O que está em causa é uma escalada para que todos os trabalhadores deste país trabalhem todos os dias, indiferentemente, acabando com os sábados e com os domingos», explicou o secretário-geral da UGT.

Fonte - A Bola (via Diário da Profecia)


Jovens apresentam Carta Magna de Valores na ONU

NOVA YORK, quinta-feira, 19 de agosto de 2010 (ZENIT.org) – No dia 13 de agosto, foi celebrado o Parlamento Universal da Juventude (World Youth Parliament), na sede das Nações Unidas em Nova York. 300 jovens de todo o mundo apresentaram uma Carta Magna de Valores para uma Nova Civilização, fruto do trabalho de muitos jovens durante vários anos.

Este fórum mundial foi criado nos anos 1980 por Fernando Rielo, também fundador do Instituto Id – Missionárias e Missionários Identes e Juventude Idente –, e este ano foi convocado pela Fundação Fernando Rielo, a Universidade St. John’s (Nova York) e a Universidade Técnica Particular de Loja (Equador).

Participaram jovens de 20 países da América do Norte e do Sul, Europa, África e Ásia.

Na sessão solene foi lida a mensagem do presidente da Juventude Idente Internacional e também do Instituto Id de Missionárias e Missionários Identes, Jesús Fernández Hernández, em que se recordou que justamente nas ONU, há 30 anos, o fundador do Parlamento, Fernando Rielo, sonhou com um parlamento universal.

Em sua mensagem, Fernández convidou os jovens a quebrarem as barreiras entre as pessoas e os países por meio do amor e da amizade. Ele destacou o propósito da Carta Magna de colocar como modelo de valores Cristo, que acolhe todos os valores sem exclusão.

Por sua vez, o cardeal Edward Egan, arcebispo emérito de Nova York, elogiou a ideia dos jovens de redigir uma Carta Magna de Valores, para que seja um referencial da sociedade atual, assim como a Carta Magna realizada em 1215 na Inglaterra, que constituiu um importante avanço no mundo jurídico anglo-saxão.

Ele elogiou o fato de que a Carta aprovada pelos jovens toque todos os grandes temas da humanidade e em especial os direitos à vida e à liberdade, baseando-se na espiritualidade da pessoa.

A Carta Magna de Valores é fruto do trabalho local e nacional de milhares de jovens, de 20 países. Foi aprovada por votação pelos jovens parlamentares nos dias 11 e 12 na Universidade St. John’s, em Nova York.

A 13 de agosto, na ONU, aconteceu a leitura da Carta Magna. Trata-se de um documento de dez pontos, em que os jovens descrevem a sociedade que buscam construir neste terceiro milênio para superar os conflitos, os múltiplos atentados contra a vida humana, a fome, a desigualdade e o desemprego, o problema ambiental, entre outros.

Para isso, o documento propõe princípios, acordados entre a grande diversidade de jovens, e os compromissos a se viver nos distintos âmbitos da convivência humana: relações interpessoais, família, política, economia, meio ambiente, educação e redes de comunicação.

O Parlamento Universal da Juventude busca difundir esta carta em todas as instâncias políticas, sociais e religiosas, para que possa ser um documento de referência para as constituições políticas dos diferentes Estados.

O World Youth Parliament, criado em 1991, tem por objetivo que todos os jovens, sem distinção alguma, pesquises e analisem temas que os preocupam e que suas conclusões e propostas sejam ouvidas em âmbito mundial por todas as instâncias políticas, sociais e religiosas.

O desafio é ouvir a voz dos jovens e que, superando preconceitos ideológicos e barreiras culturais, promovam a unidade e a paz dos povos.

Fonte - Zenit

Nota DDP: A leitura do documento chama a atenção em relação ao fator tempo. Tempo para desenvolver a vida espiritual e tempo para ser dedicado à família sem interferência profissional ou que possa prejudicar os relacionamentos. Tendo em vista que os princípios debatidos convergem no sentido de serem observados como "referência para as constituições políticas dos diferentes Estados", percebe-se o quanto a questão de um tempo de descanso reconhecido e legislado é a intenção final deste tipo de causa. Mas... qual seria o tempo a ser eleito para estes fins?

O documento completo em inglês e espanhol pode ser lido aqui.

Fonte: Diario da Profecia

Adventistas monitoram possível lei de fechamento dos negócios aos domingos na Europa

Proponentes da liberdade religiosa adventista do sétimo dia estão acompanhando uma proposta de um membro do Parlamento Europeu que deseja que as empresas na Europa fechem suas portas aos domingos. Martin Kastler, membro do Parlamento da Alemanha, está pedindo pela aprovação de leis semelhantes às de seu país de origem em todo o continente, que incentivam os funcionários a ter um dia de folga no trabalho para ficar com suas famílias, afirmou o New York Times.

Embora as regras parlamentares impeçam a maioria dos membros, incluindo Kastler, de apresentar leis, uma petição dos cidadãos recentemente promulgada requeriria que os 736 membros do Parlamento elaborassem uma legislação desse tipo, se os partidários levantassem 1.000.000 de assinaturas de todos os países-membros, segundo o jornal.

Apesar de muitos adventistas agora na Europa viverem e adorarem em países com leis semelhantes, a Igreja tem tradicionalmente se oposto a tais leis, citando a possível discriminação religiosa.

"Nós concordamos que as pessoas precisam de um dia de descanso, mas queremos ter a certeza de que quem não tem o domingo como dia de descanso religioso designado será respeitado e acolhido", disse John Graz, Relações Públicas e Liberdade Religiosa (PARL) diretor para a Igreja Adventista a nível mundial e secretário-geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa.

"Esperamos que aqueles por trás da proposta compreendam a dimensão pluralista da sociedade europeia hoje e a importância de respeitar diferentes crenças religiosas", disse ele.

Líderes da Igreja da Divisão Euro-África, localizada na Suíça, disseram que estão monitorando a situação. Este Outono, eles planejam realizar consultas com as lideranças locais a respeito de uma possível resposta para qualquer progresso na iniciativa de Kastler.

"Se era apenas esta questão da abertura de lojas aos domingo, nossos membros não veriam isso como um problema", disse Karel Nowak, diretor de Liberdade Religiosa para a Igreja na Euro-África. "Esta já é a situação atual em muitos países na Europa central e ocidental".

A preocupação chave de Nowak está nos possíveis argumentos de apoio à iniciativa. Ele disse que algumas pessoas querem "reforçar os valores tradicionais europeus", que significa os "valores e estilo de vida cristãos tradicionais".

"Na minha opinião, esta evolução é preocupante e pode levar a uma escalada de tensão entre diferentes grupos", disse Nowak.

Fonte: Adventist News Network

Tradução - Minuto Profético (via Diário da Profecia)

Apelo ao consumismo é «obsceno»

O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social qualificou como “obsceno” o apelo ao consumismo, num período de crise.

“O apelo ao consumismo que ainda é feito nalguma publicidade, mesmo de alguns bancos, neste momento, é obsceno”, atirou D. Carlos Azevedo, no final de uma reunião extraordinária do Conselho Consultivo da Pastoral Social, que decorreu em Lisboa.

Na conferência de imprensa que encerrou o encontro, o Bispo Auxiliar de Lisboa comentou o alargamento dos horários de abertura dos hipermercados, ao Domingo, considerando que “devemos defender o bem comum dos cidadãos que trabalham nesses dias e nessas horas”.

O Conselho de Ministros de 22 de Julho aprovou, na generalidade, um Decreto-Lei que harmoniza os horários de funcionamento dos estabelecimentos comerciais, independentemente da sua dimensão, possibilitando que estejam abertos entre as 6 e as 24 horas, todos os dias da semana.

Alfredo Bruto da Costa, presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP), considera que esta medida “vem na linha de um estilo de vida muito baseado no consumo”.

“Há uma grande preocupação da economia a incentivar as pessoas a consumirem mais e mais facilmente”, referiu, assinalando que a decisão do Governo “vai ao arrepio de um modelo equilibrado de vida pessoal e familiar”.

Esta medida, indicou, “suscita uma reserva de princípio, porque tem sido um caminho de fazer vingar as possibilidades das grandes superfícies contra o comércio de proximidade, por um lado, e de um estilo de vida familiar e de lazer dos trabalhadores”.

Em declarações à Lusa, o Pe. Manuel Morujão, secretário da Conferência Episcopal, defendeu que “a lógica do lucro não pode governar a sociedade e os domingos devem ser dias de encontro para os familiares”.

Fonte - Ecclesia (via Diário da Profecia)

Nota DDP: A intervenção religiosa nos domínios econômicos vista em tantas manifestações no período de turbulência econômica que vive o mundo, onde algumas questões acabam sugeridas apenas nas entrelinhas, são esclarecidas com esse tipo de manifestação. Como resta bastante claro, o pensamento sugerido é de que a guarda do domingo tem lugar a ser considerado no campo da economia, ainda que seja sob a insígnia de proteção da família. Quanto tempo até que os ecos políticos apareçam?
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